segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Solidariedade

Apesar de não me considerar lamexas, sou uma pessoa extremamente sensível. Durante todo o ano, contribuo para as causas que me tocam e que posso.
Obviamente que, ainda para mais sendo uma apaixonada pelo Natal, esta é uma altura em que sou ainda mais solidária.
Ontem lá fomos ao supermercado, para também contribuirmos para o Banco Alimentar. Deixámos um saco cheio de coisinhas boas, mas tivesse eu possibilidade e deixava um carrinho cheio, ou dois. Só andar pelo supermercado, a colocar coisas naquele saquinho plástico, encheu-me o coração de sentimentos. Em especial, de gratidão por tudo o que tenho.
O Natal passado, na empresa onde trabalho, sugeri que nos juntássemos e apoiássemos alguma família mais necessitada. Identificámos na escola local duas famílias, uma de quatro e outra de cinco filhos, que viviam em condições absolutamente precárias. Crianças como todas as outras, com a excepção de nunca lhes ter passado pelas mãos uns ténis novos, um brinquedo novo, ou tantas vezes nem uma kispo velho, quanto mais um novo.
Quais crianças, fui com mais duas colegas ao supermercado com o dinheiro que angariámos, e enchemos dois carrinhos, um para cada família. Além do tradicional bacalhau da consoada, e de tudo o necessário para essa refeição, acabámos por comprar também outros alimentos essenciais para lhes encher a despensa. E ainda deu para um ou outro miminho: Uma prendinha para cada filhote e uma caixa de chocolates para os pais.
Apesar de já ter sido há quase um ano, lembro-me como se fosse hoje da felicidade daquelas famílias quando lhes fomos entregar todas as compras. Uns sorrisos cheios de lágrimas secas, porque aqueles olhos que já viram e passaram tanto já nem lágrimas têm para chorar. Um agradecimento profundo e sentido.
Era um sonho que tinha desde sempre. E valeu a pena. Tornou o meu natal de 2009 ainda mais especial.

domingo, 29 de novembro de 2009

Domingo

Hojé é domingo à noite, mas sabe a sexta-feira.
Entre chá, mantas e lareira, vamos mantendo quente o corpo e a alma.
Há dias assim, felizes de tão simples que são.

Decoração de Natal


Aqui ficam dois detalhes do Natal que já chegou cá a casa!
E também já chegou aqui ao blog! Até pensei trocar a imagem lá de cima por um coração em ferrero rocher! :)


sábado, 28 de novembro de 2009

Sonhos


Há pouca coisa que me realize mais do que realizar os sonhos dos outros. Quando sei que alguém gostava muito de ter, ser, fazer qualquer coisa, penso nas maneiras de poder ajudar.
A filha de uma colega minha adorava andar a cavalo. Ontem chorou e disse que hoje ia ser o dia mais feliz dos seus cinco aninhos de vida, quando a mãe lhe disse que ia andar a cavalo. E eu arrepiei-me, porque o sonho dela custou-me duas ou três SMS para a pessoa certa. E para ela, será um dia como mais nenhum.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ora bom fim-de-semana



Agora era pessoa para pegar neste meu corpinho e nas malinhas e ir para um qualquer hotel num cantinho deste Portugal, por as perninhas de molho numa piscina aquecida e intercalar as massagens com a leitura.
Mas não. Vou respirar fundo quatro vezes, fazer um cházinho e arrumar o roupeiro: Guardar a roupa de verão e arrumar a de inverno, e ainda deitar um monte de tralha fora, como de costume.

Noutros tempos não teriamos deixado passar um fim-de-semana prolongado sem ir para lado nenhum. Mas agora os tempos são outros.

Época dos presentes


Agora é que vai ser uns capuccinos e uns Latte machiato como recordação das nossas belissimas férias en itália. Grazzi.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Época da doçaria

Há coisas que deveriam ser proibidas. Este anúncio a passar na TV à noite, enquanto eu estou sozinha em casa, embrulhada numa manta a ler um livro, é definitivamente uma delas.

Dou por aberta a época dos Ferrero Roches, Baccis, Raffaellos, Mercis e todas essas iguarias comerciais da época natalícia.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Westrags





Descobri este site. Maldita a hora. Não sei se é da aproximação ao Natal, se é do tempo, mas ando naquelas fases muito consumistas em que consigo olhar para qualquer lado e gostar de qualquer coisa. O que vale é que ainda sou muito reticente às compras de roupa "por catálogo", se não a minha conta bancária estava com um saldo de menos seis vestidos.

cinco revelações





1º Seguir as regras

2º Levar o selo acima que identifica quem está, esteve ou estará no desafio

3º Completar as seguintes frases: Eu já...//Eu nunca...//Eu sei...//Eu quero...//Eu sonho...//
4º Indicar 5 Blogs para dar sequência ao desafio



Eu já... soube falar alemão. Agora esqueci-me de tudo.
Eu nunca... me casei. Mas tenho os dias contados.
Eu sei... fazer ponto de cruz, e arraiolos, e meio ponto, e crochet. E esta, hein?
Eu quero... ir de férias. O pior é que agora só para o ano.
Eu sonho... muitas vezes com bichos. Tenho pavor.
Quem não fez, vá... :)

Causa-Efeito

No correr dos dias esquecemo-nos muitas vezes de coisas quase tão básicas como respirar.
Uma das coisas que acho que nos esquecemos com demasiada frequência é algo muito semelhante à lei da causalidade e à relação causa-efeito. Não somos seres isolados, e tudo o que dizemos ou fazemos tem, invariavelmente repercussões em nós e nos que nos rodeiam.
Nas relações pessoais, às vezes sai-nos um chorrilho de disparates, sem pensarmos que essas coisas que tanto nos apetece dizer vão provocar uma reacção na pessoa do outro lado. Que é à outra pessoa que pode gostar ou não, magoar-se ou não, chorar ou não. E que às vezes, o alívio que nos traz o libertar o que sentimentos, não compensa os problemas que poderá trazer no futuro.
No trabalho a mesma coisa. Eu posso pegar num trabalho de equipa muito bom, e dizer que o fiz sozinha. Posso ficar bem vista, mas também posso fazer com que alguém se sinta muito mal, posso tornar o seu dia numa verdadeira tortura.
Estou um bocadinho cansada de ver tanta gente a agir de forma egoísta, como se estivessem sozinhos no mundo e se bastassem a si mesmos. Se calhar no momento até são auto-suficientes, mas a curto prazo a dura verdade é que todos precisamos uns dos outros, e quem sabe se a pessoa a quem trouxemos a vontade de se atirar da janela não é a pessoa que nos vai estender a mão.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Coisas de pais

Hoje falava ao telefone com a minha mãe, quando o meu pai disse qualquer coisa lá ao fundo.
"O pai diz que tens um blog novo e que não lhe disseste nada, e que está muito chateado!".
Os meus pais são uns queridos. O meu pai lê o blog para saber se estou viva, se ando a alimentar-me bem e se estou a trabalhar ou a passar tempo. A minha mãe não faz a menor ideia do que é um blog mas não gosta "dessa coisa de contar a toda agente". E lê os meus melhores posts, aqueles que o meu pai carinhosamente imprime e lhe leva para casa.

O meu ex-cabelo baço e sem vida

Hoje estava pronta para saltar para um qualquer ecrã de TV ou revista. O meu ex-cabelo seco e quebradiço, eriçado (vulgos ninhos de rato) e que só se penteava molhado, foi substituído por um cabelo brilhante e sedoso. Ainda não sei se está a cair menos, mas espero que o tempo revele que sim.
Tudo graças aquela maravilha ali em cima, que comprei para experimentar e A-DO-REI.


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Neura

Tenho cá para mim que o meu chefe não está familiarizado com a palavra desodorizante.
Ele está sentado ao meu lado, e há dias que às 9h00 já cheira a suor, depende do stress do senhor. E, cá para mim, também depende do banhinho que tomou ou não.
Hoje às 17h00 o senhor saiu de uma reunião onde esteve três horas fechado numa sala. Portanto espalhou o seu aroma por todo o lado até atracar no seu lugar. Náuseas. Liga-se o difusor de tomada, com cheiro a lavanda. Dor de cabeça. Falta de concentração. Abre-se a janela. Frio.
E agora, já em casa, estou uma uma neura desgraçada e nem me apetece ir à hidroginástica, mas devia ir porque ontem fomos almoçar a um rodízio de pizzas e nem vou escrever o número de pizzas que provei, porque tem dois dígitos e vocês assustavam-se.

Ai se eu pudesse...


Segunda-feira. Depois de um bom fim-de-semana. Depois de andar embrenhada entre programas turísticos. A minha cabeça está longe, numa praia de água clarinha e o meu corpo está a desesperar por uma massagem.

domingo, 22 de novembro de 2009

A (des)evolução do casamento

Fomos a uma feira de casamentos. Uma, porque há muitas, de norte a sul do país. E se são necessárias, tal como os fóruns e sites de ajuda que desabrocham internet fora.
O casamento já não é só uma festa de celebração de amor. É um negócio, um mega-evento, uma mostra de dinheiro, de criatividade, de personalidade e de sabe-se lá mais o quê.
Começa antes, muito antes, porque casamento que se preze planeia-se com entre um e dois anos de antecedência. Ponto um, os convites. Fazer só um convite é coisa mediana. Há o convite para os pais, o convite para os padrinhos (que agora têm que ser muitos), o convite para as damas de honor e o convite para o resto dos mortais. Ponto dois, o vestido da noiva. Aliás, já não é um vestido, é uma mistura de elementos: Tule, tafetá, organza, seda selvagem, corte império, corte princesa, corte sereia, decote cai-cai, alças, rendas, aplicações de brilhantes e cristais, véus, tiaras, laços e caudas, tudo tira-põe, à vontade da noiva. Mil e uma marcas. O noivo já não vai de fato. Pode ir de fato-duas-peças, fato-três-peças, fato-quatro-peças, pode levar gravata, gravatão, laço, pode ir de preto, cinzento, azul, castanho, bege, branco, com ou sem chapéu.
A escolha do Copo d'água torna os noivos em autênticos gestores: Uma quinta, um restaurante, um barco, uma praia, um museu, uma sala alugada, a casa de família e uma empresa de catering. Entre 55 e 120€ por pessoa, ora com ora sem bolo, ora com ora sem decoração, este oferece fogo de artificio e o outro não.
Na igreja, já não interessa a missa. Interessa a passadeira vermelha, o coro a cantar, o bouquet da noiva, a quantidade de meninos das alianças, pagens e damas-de-honor. Já não chega que os amigos levem uns kilinhos de arroz, cabe à noiva ter preparados cartuxinhos de arroz pintado com as cores do casamento e missais maravilhosamente feitos à semelhança dos convites.
Depois chega-se à quinta. Há placards da localização das mesas com todos os feitios, e há o tema que define todo o casamento. O tema, que é quase uma imposição porque casamento tem que ter tema, chamar números às mesas? Rude, muito rude. Se antes um cartãozinho de agradecimento aos convidados chegava, agora é preciso gastar no mínimo 1,50€ com cada convidado e perder muitas horas de sono a pensar o que dar aos homens, às mulheres, às crianças e aos adolescentes. Garrafinhas de licor beirão, charutos, chinelos, echarpes, chocolates, plantas, espelhos... Durante o dia, não há um fotógrafo. Há uma equipa formada e bem preparada, que antes deu aos noivos o trabalho de comparar orçamentos. Que este são 1000€ mas traz só um álbum, que aquele oferece o álbum+álbum coffee table e ainda há o outro que oferece uma vitrine em acrílico para colocar o álbum qual biblot livre de pó.
Depois chega o corte do bolo. Há que ter algo mágico e magnífico, como um fogozinho de artificio, uma água dançante, um concerto de violinos ou qualquer coisinha que gaste dinheiro. Há quem chegue ao bolo a cavalo, há quem tenha um bolo levado por monges, há de tudo.
E pronto, chega ao fim um dia extenuante que passou a correr e levou meses a ser preparado. E que custou muito dinheiro. E chega a realidade, de que agora continua a vida e que a luz do fogo de artificio não dura assim tanto. E que é preciso esforço e energia, muita dela gasta nos preparativos. E depois chegam muitas separações, muitos divórcios porque não era bem aquilo.
Cá para mim, entre tantos preparativos e detalhes que não se podem descuidar, esquece-se o mais importante. Aquilo que nos fez em primeiro lugar ousar sequer ponderar passar o resto da vida com alguém e jurar perante Deus e todos os que quiserem ouvir que é para sempre: O amor.

Atenção, que não se magoe ninguém que faça/vá fazer algo do que escrevi. Eu própria vou fazer algumas coisas, exigências do que é hoje imposto. Não é uma crítica, é uma constatação.

Eu até sou boa rapariga... II



Melissas de Inverno. Vi-as hoje pela primeira vez e apaixonei-me. Mais uma vez. Com a quantidade de coisas que já "pedinchei" para este Natal, das duas três: a) Ganhamos o Euromilhões; b) o mundo é cometido por um ataque de vontade de me oferecer prendas; c) vou passar um Natal desgostoso.

sábado, 21 de novembro de 2009

Casamento - O coro

Ontem, depois de um dia extenuante, ainda saí de casa pouco depois de ter entrado, às cinco-para-as-nove, para assistir ao ensaio do "coro".
Para quem nunca tentou contratar um coro, pedir orçamentos a coros é uma lotaria tão grande, como receber respostas entre os 180€ e os 3400€.
Pois, sim. 3400€ para cantarem meia horita? Adoro Gospel, but no thanks.
Então lá fomos assistir a um coro de igreja, normal e com a particularidade de ter nos membros alguns amigos de infância do noivo.
E, foi quando eles cantaram uma versão adaptada desta música, que eu percebi que me vou fartar de chorar naquele dia.


Meia-dúzia de dias

E este blog já ganhou não um, mas dois prémios. Há coisas fantásticas, não há?
Assim sendo, partilho-o com as minhas fieis 9 primeiras seguidoras! :)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

(Im)paciência

Estou há duas horas a fazer refresh de cinco em cinco minutos à página dos mestrados, à espera que abram as candidaturas.
Finalmente abriram, toma lá 60€ e sou oficialmente candidata.
Os dados estão lançados, esperemos pelos resultados.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Histórias de amor

Ao ler este post, a memória voou automaticamente para um Novembro há três ou quatro anos atrás.
Em Barcelona, vivi a mais bonita história de amor que conheço. Digna de um filme.
No dia em que cheguei conheci-o e conversámos como se nos conhecêssemos há alguns anos. Inteligente, simpático, bem parecido, com um sotaque que o fazia pronunciar o meu nome com um toque maravilhoso. Logo nesse primeiro dia, ele chamou-me "Mariposa", ou "Búrbuléta", numa tentativa de imitar o português. Acabou por ser a principal companhia na minha viagem, e juntos vimos museus, passeámos nas ruas, comemos donuts e bebemos café en las ramblas. Na última noite rendemos-nos às evidências e escapámos-nos do bar onde estávamos, a correr pelas ruas da cidade entre todos os beijos que tinham ficado por dar durante essa semana.
Na manhã seguinte levou-me ao aeroporto, onde como se espera, a hora da despedida foi dura.
De regresso a Portugal, planeámos a minha ida para Barcelona, em erasmus. Até que ele, homem e pouco crente no romance, com os pés demasiado acentes no chão, decidiu que a distância era um fardo demasiado grande. E eu assenti sem concordar, porque se um não quer, dois não dançam.
Passado algum tempo, no blog que eu tinha na altura (e que ele desconhecia), escrevi um texto em português sobre "El efecto mariposa". Nesse mesmo dia, tinha um comentário anónimo que não deixava dúvidas sobre de quem seria. Que ele sabia o que era o efeito, que eu fora e ainda era a sua borboleta. Te espiero en Barcelona. E depois seguiram-se os mails e as chamadas, contrariamente a todas aquelas que ele não tinha atendido quando eu o procurei.
A oportunidade de erasmus já tinha passado, a nossa oportunidade tinha passado. Eu não voltei a Barcelona, ele não chegou a vir a Portugal.
Todos os detalhes estão tão presentes hoje como se de imagens de um filme que eu vi se tratassem.
O argumento, as imagens, a cumplicidade, o cenário... Eram perfeitos, perfeitos para a mais perfeita história de amor. Mas não chegou. Faltou-nos o timming, faltou-nos as características que fariam de nós as personagens certas para o filme.
Mas não deixa de ser a história de amor mais bonita que eu conheço.

Hoje não acredito no amor como história perfeita, como almas gémeas. É preciso ser a pessoa certa no local certo, a encontrar a pessoa certa que atravessa o momento da vida certo. E depois é preciso tempo, empenho e uma grande vontade de fazer a história de amor não ter um final.

Alguém daria pela minha falta?

Hoje estou naqueles dias cansados, sem forças. Então não fiz nada à hora de almoço, comi e deitei-me na cama. Faltam 15 minutos para começar a trabalhar. Ficava aqui deitada mais umas 2 ou 3 horinhas, até podia ser que adormecesse. Puxava o cobertor para cima e tapava a cabeça... Podia ser que ninguém desse pela minha falta...

Eu até sou boa rapariga....


E estou a precisar de uns produtos de beleza novos.
By the way, alguém conhece/utiliza os produtos da Body Shop para a cara?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Serei só eu?















Estou ansiosa por voltar às aulas. Há quase um ano e meio que todos os dias me lembro de como gostava de voltar a estudar. Serei estranha?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

(Des)Responsabilização

A mãe foi presa por negligência para com o filho, que coitado, obeso, já vai nos 250kg. Claro que a culpa é toda da mãe, que deveria passar os dias a incentivá-lo: "Sim, fica aí 15h sentado no sofá a comer Big Macs. Ainda tens fominha? Não te levantes que a mãe vai ali buscar-te uma pizzazinha e se te portares bem, 3 donuts para sobremesa. Sim, meu rico filho?"
Acho que o melhor é os pais terem cuidado, porque com esta cultura da desresponsabilização, qualquer dia vão presos porque os filhos chumbaram. Ai ai ai, que não estudaram nem fizeram os testes pelos vossos filhos!!!!

Ora cá estamos nós

De volta ao blogspot.
Espero que me acompanhem nesta nova casa. Porque é mais prático, mais fácil e assim vou poder ler e comentar os blogs todos que quero, sem me esquecer de nenhum. YEY!