Bom, em primeiro lugar a auto-correcção: Não é Curso de Preparação para o Matrimónio mas sim CENTRO de preparação para o Matrimónio. E isto interessa, porque como disseram nos comentários ao post anterior, não se aprende. Ou melhor, aprende-se mas não através do ensino. Trocam-se vivências e experiências, e há uma aprendizagem mútua. Para nós, tal como esperávamos ou mais ainda do que esperávamos, foi um fim-de-semana especial. Como quando fazemos um puzzle, há peças essenciais para conseguirmos realizá-lo. Ontem e hoje encaixámos os "cantinhos" e mais uma ou outra que nos permitirão continuar este puzzle que é a nossa vida. Aprendemos muito, conhecemos pessoas e realidades novas, chorámos e rimos. E crescemos.
Momento kodak, para mais tarde recordar: Ontem o noivo aventurou-se pela primeira vez nas artes da doçaria e pastelaria. Fez um bolo de chocolate maravilhoso, que comi ontem ao deitar e hoje ao pequeno-almoço. Depois de descoberto o talento, é uma pena ter que o manter afastado do território da cozinha, mas já tirei as medidas do vestido.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
CPM
A esta hora devemos estar, remelosos e bocejantes, a começar o curso intensivo de preparação para o matrimónio, vulgo CPM. Isto não deve ser um bom augúrio. Se o matrimónio fosse coisa simples, não precisava de um curso intensivo que começa às nove horas de um sábado (Que retomaremos amanhã à mesma hora).
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
No nosso casamento...
Queremos esta actuação.
Nota à navegação: Leio todos os vossos posts no reader mas não consigo comentar. Provavelmente, vou continuar com este ritmo alucinante de mal ter hora de almoço e sair depois das 20h00 até ao final da próxima semana. Depois seguimos o programa das festas como normalmente. Até lá, posts curtos e comentários escassos. Desculpem.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Mentiras
Há poucas coisas que eu odeie mais que a mentira. Seja por omissão ou por invenção. Seja por uma coisa pequena ou grande. Porque mesmo quando é só uma mentirinha pequenina, faz-me sentir que essa pessoa me pode mentir em qualquer coisa. E é uma pedrinha que foi atirada à confiança.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
A quota-parte de azar
Hoje já tive a minha quota-parte de azar, forma do universo se compensar pelo bem que me fez ontem.
Banhoca matinal, 4º lá fora. Água quentinha. Gel de banho. Água fica fria. Kika espera que aqueça. Fecha torneira e espera mais um pouco. Abre torneira e espera que aqueça. Água fria, gelada. Fecha a torneira e espera que a pancada do esquentador passe. Congela. Abre a torneira e tenta outra vez. Repete o ritual mais três vezes, o que totaliza uns bons 10 minutos ao frio, com os pézinhos ligeiramente molhados pela água gelada. Kika treme. Kika resigna-se. Fecha os olhos, conta até três e tira o gel de duche com água gelada. E sai do banho, com 4º lá fora.
Tudo bem. Estamos quites.
Banhoca matinal, 4º lá fora. Água quentinha. Gel de banho. Água fica fria. Kika espera que aqueça. Fecha torneira e espera mais um pouco. Abre torneira e espera que aqueça. Água fria, gelada. Fecha a torneira e espera que a pancada do esquentador passe. Congela. Abre a torneira e tenta outra vez. Repete o ritual mais três vezes, o que totaliza uns bons 10 minutos ao frio, com os pézinhos ligeiramente molhados pela água gelada. Kika treme. Kika resigna-se. Fecha os olhos, conta até três e tira o gel de duche com água gelada. E sai do banho, com 4º lá fora.
Tudo bem. Estamos quites.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Lucky Days

Hoje foi um daqueles dias surpreendentes. Bons. Uma boa notícia. Um grito de felicidade. Não se ousa olhar para o lado, não vá o diabo tecê-las. Outra boa notícia. Wow. Bom demais. Xiu, não falemos alto que é desta que vem algo mau para balançar. Terceira boa notícia. Fogo. Hoje foi um dia de sorte.
Domingo
Ontem foi um daqueles Domingos que nos deixam preparados para uma semana de trabalho. Pequeno-Almoço numa esplanada, com um sol tímido mas brilhante, e um livro. Uns jogos de Wii, para nos rirmos um bocado e almoço. Um passeio a dois à beira-rio e conversas no banco de jardim. É certo que o Sol era de Inverno, mas aqueceu-nos a alma. E deu-nos a esperança de que, daqui a 20 anos, possamos ainda dar um passeio à beira-rio, apaixonados.
Já só faltam 5 dias para o próximo fim-de-semana. Coragem.
Para que não digam que não vamos caber nos fatos de casamento, fica a nota que comemos tofu com cogumelos e Spagetti com tirinhas de peru e legumes.
Já só faltam 5 dias para o próximo fim-de-semana. Coragem.
Para que não digam que não vamos caber nos fatos de casamento, fica a nota que comemos tofu com cogumelos e Spagetti com tirinhas de peru e legumes.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Divórcios
Entre ontem e hoje desenvolvi uma teoria, cientificamente não-provada, mas que tem como base muita observação, muita investigação e experimentação.
Quando nos apaixonamos, partilhamos apenas bons momentos. Não quer dizer que, se algo de mal acontecer a um, o outro não esteja lá. Como companheiro e amigo. Mas no resto do tempo, somos companheiros de aventuras, de piadas, de passeios, de pequenos-almoços com vista para o mar, de almoços ao sol, de lanches doces e de jantares à luz das velas.
E chega o casamento (a junção), também serve. Passamos a ser também companheiros de limpezas (em que uns limpam sempre mais que outros), companheiros de arrumações, companheiros de contas de cabeça para o dinheiro esticar até ao fim do mês. Mais tarde, podemos até vir a ser companheiros na educação dos filhos. O tempo não estica, nós próprios também não. E, gradualmente, deixamos de nos rir com a piada costumeira que ele dizia, para revirarmos os olhos e pensarmos "Que palerminha, eu aqui a fazer contas para ir ao supermercado, e ele a fazer piadolas". Chegamos a casa e não olhamos para o outro com desejo e paixão, é mais um olhar de alívio. Porque chegamos a casa e precisamos de lhe contar o desacato que houve no trabalho, o que o estúpido do colega disse, o que o parvo do chefe fez.
Os fins-de-semana também mudam. Se antes, eram passados em cafés, cinemas, passeios ou simplesmente sentados num banco de jardim, agora há o sofá da sala que para eles é bem mais atraente. Porque antes, era nesses passeios que estávamos juntos. Agora é todos os dias. E é bem sabido que o chamado Quality time não é igual para todos.
A minha teoria é que, somewhere along the road, num momento ou parte indefinida, deixamos de nos saber divertir. Não de propósito, mas porque somos atropelados por um camião TIR de assuntos mais importantes, dos quais depende a nossa sobrevivência. E aos poucos, deixamos de saber rir um do outro e um com o outro. E os problemas envolventes fazem aumentar a sensibilidade, a irritabilidade, e tornam o grito fácil e o rastilho da discussão cada vez mais curto. Tornam-nos em pessoas mais deprimidas, mais revoltadas, mais resmungonas. O que, inevitavelmente, faz de nós mulheres e maridos menos compreensivos, bem dispostos e bem com a vida. E depois vem a zanga, a raiva e o cansaço, que chegam de mansinho e camuflados pelos dias bons, mas acabam por chegar. E sentimos-nos tristes, num beco sem saída em que mais vale só que mal acompanhado. (E às vezes, no intermeio, ainda há uma terceira pessoa que nos aparece qual bálsamo de diversão).
Por isso, compreendo todos aqueles que se divorciam e ainda amam. Porque na vida a dois, o amor é apenas uma peça. E o puzzle, chama-se não nos esquecermos do motivo porque nos apaixonámos e casámos.
Claro que há excepções. Mas nada nos garante que, com os problemas que a vida às vezes traz ou simplesmente com o correr dos dias, essas excepções que ao fim de muitos anos ainda se lembram do que é viver, não o desaprendam.
Quando nos apaixonamos, partilhamos apenas bons momentos. Não quer dizer que, se algo de mal acontecer a um, o outro não esteja lá. Como companheiro e amigo. Mas no resto do tempo, somos companheiros de aventuras, de piadas, de passeios, de pequenos-almoços com vista para o mar, de almoços ao sol, de lanches doces e de jantares à luz das velas.
E chega o casamento (a junção), também serve. Passamos a ser também companheiros de limpezas (em que uns limpam sempre mais que outros), companheiros de arrumações, companheiros de contas de cabeça para o dinheiro esticar até ao fim do mês. Mais tarde, podemos até vir a ser companheiros na educação dos filhos. O tempo não estica, nós próprios também não. E, gradualmente, deixamos de nos rir com a piada costumeira que ele dizia, para revirarmos os olhos e pensarmos "Que palerminha, eu aqui a fazer contas para ir ao supermercado, e ele a fazer piadolas". Chegamos a casa e não olhamos para o outro com desejo e paixão, é mais um olhar de alívio. Porque chegamos a casa e precisamos de lhe contar o desacato que houve no trabalho, o que o estúpido do colega disse, o que o parvo do chefe fez.
Os fins-de-semana também mudam. Se antes, eram passados em cafés, cinemas, passeios ou simplesmente sentados num banco de jardim, agora há o sofá da sala que para eles é bem mais atraente. Porque antes, era nesses passeios que estávamos juntos. Agora é todos os dias. E é bem sabido que o chamado Quality time não é igual para todos.
A minha teoria é que, somewhere along the road, num momento ou parte indefinida, deixamos de nos saber divertir. Não de propósito, mas porque somos atropelados por um camião TIR de assuntos mais importantes, dos quais depende a nossa sobrevivência. E aos poucos, deixamos de saber rir um do outro e um com o outro. E os problemas envolventes fazem aumentar a sensibilidade, a irritabilidade, e tornam o grito fácil e o rastilho da discussão cada vez mais curto. Tornam-nos em pessoas mais deprimidas, mais revoltadas, mais resmungonas. O que, inevitavelmente, faz de nós mulheres e maridos menos compreensivos, bem dispostos e bem com a vida. E depois vem a zanga, a raiva e o cansaço, que chegam de mansinho e camuflados pelos dias bons, mas acabam por chegar. E sentimos-nos tristes, num beco sem saída em que mais vale só que mal acompanhado. (E às vezes, no intermeio, ainda há uma terceira pessoa que nos aparece qual bálsamo de diversão).
Por isso, compreendo todos aqueles que se divorciam e ainda amam. Porque na vida a dois, o amor é apenas uma peça. E o puzzle, chama-se não nos esquecermos do motivo porque nos apaixonámos e casámos.
Claro que há excepções. Mas nada nos garante que, com os problemas que a vida às vezes traz ou simplesmente com o correr dos dias, essas excepções que ao fim de muitos anos ainda se lembram do que é viver, não o desaprendam.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
É só para dizer
Que de hoje a uns meses, por esta hora, estamos a caminho do outro lado do mundo. Ai ai, que falta tanto.
Concentração
Estou a entrar numa fase crítica no trabalho. As horas extra voltam a ser o prato do dia e a lista de tarefas não pára de aumentar. E a minha capacidade de concentração está nas lonas, nas ruas da amargura. Acho que já descobri a causa. Sou movida a energia solar, e as reservas estão a esgotar-se. E ontem e hoje, apesar se estar sol no país todo, aqui está farrusquinho, um sol apagadinho com nuvens e uma chuva miudinha de vez em quando.
Em vez de ir à farmácia comprar comprimidos, vou à agência de viagens e compro um bilhete para um lugar ao sol. Há voluntários para me fazerem companhia?
Em vez de ir à farmácia comprar comprimidos, vou à agência de viagens e compro um bilhete para um lugar ao sol. Há voluntários para me fazerem companhia?
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Penetras
A lista-quase-definitiva de convidados está feita há algum tempo. Foi um dos primeiros passos, para sabermos quantos são aproximadamente.
Ontem aconteceu uma situação engraçada. Uma amiga do noivo, daquelas amigas que já foram muito amigas mas que com o passar do tempo vai se perdendo o contacto, disse-lhe "ainda não fui convidada". I beg your pardon? Sempre ouvi dizer que a casamento e baptizado, só vai quem é convidado. Eu, seria incapaz de dizer isto a alguém.
Sobretudo ela, devia ter uma vergonhazinha na cara, visto que quando começámos a namorar, foi uma daquelas "amigas" castradoras: "Não sei se é boa ideia...", "Olha que te magoas...", "Anda cá que estavas marcado e agora vem aquela lá de longe e rouba-te".
Ontem aconteceu uma situação engraçada. Uma amiga do noivo, daquelas amigas que já foram muito amigas mas que com o passar do tempo vai se perdendo o contacto, disse-lhe "ainda não fui convidada". I beg your pardon? Sempre ouvi dizer que a casamento e baptizado, só vai quem é convidado. Eu, seria incapaz de dizer isto a alguém.
Sobretudo ela, devia ter uma vergonhazinha na cara, visto que quando começámos a namorar, foi uma daquelas "amigas" castradoras: "Não sei se é boa ideia...", "Olha que te magoas...", "Anda cá que estavas marcado e agora vem aquela lá de longe e rouba-te".
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Dicas: precisam-se
Alguma das ladies toma vitaminas ou qualquer suplemento para aumentar a vitalidade e combater a fadiga/cansaço/astenia?
Fico à espera das vossas dicas.
Fico à espera das vossas dicas.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Waffles
O noivo II

O noivo já não vai nú. Não que ele tivesse ideia disso, mas o noivo já não vai de calças de ganga, e segundo quem viu vai um autêntico príncipe.
O orçamento do casamento vai em... mais números do que alguma vez pensei que um dia pudesse custar. Posso por o NIB ali de lado..............?
O orçamento do casamento vai em... mais números do que alguma vez pensei que um dia pudesse custar. Posso por o NIB ali de lado..............?
Achei que era de bom tom partilhar também este pedaço de mau caminho que é o modelo do catálogo da Penhalta Hombre.. Qual angélico qual quê.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Bom fim-de-semana
Nós e o despertador
Esta noite, quando o despertador tocou, eu pensei o que penso tantas vezes: “Não é possível, acabei de me deitar..”. Mas, literalmente, eu tinha acabado de arranjar a almofada por baixo da cabeça, para adormecer. “Já? Não te enganaste a pôr o despertador?”, perguntei. “Não, claro que não. São horas de acordar, o que é que queres que eu faça?” respondeu ele mal disposto. Mas aquilo estava a soar-me muito estranho. “Não acredito, não pode ser”, disse. Ao que ele respondeu “Não pode não, vou é tomar banho antes que me atrase”… Mas eu levantei-me e fui ver a hora. Era mesmo meia-noite.
Resultado: Quando faltou a luz, eu voltei a acertar a hora no relógio, mas ele quando ligou o despertador não alterou a hora, e então ainda estava para as 0:00.
Era meia noite e eu só me ria. Teria sido giro, termo-nos levantado os dois, tomado banho e comido, para só darmos pelo erro quando saíssemos da porta do prédio….
Resultado: Quando faltou a luz, eu voltei a acertar a hora no relógio, mas ele quando ligou o despertador não alterou a hora, e então ainda estava para as 0:00.
Era meia noite e eu só me ria. Teria sido giro, termo-nos levantado os dois, tomado banho e comido, para só darmos pelo erro quando saíssemos da porta do prédio….
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
O homem ideal
Cheguei a fazer listas do que queria num namorado.
Na adolescência, queria alguém que me respondesse às SMS e me prestasse atenção, giro e bem humorado, loiro de olhos verdes, inteligente, rico e simpático. Com o tempo, deixei cair algumas características e acrescentei outras. O loiro de olhos verdes deu lugar ao saber cozinhar e gostar de tarefas domésticas. O responder às SMS deu lugar ao ser atento e preocupado. Ao inteligente, simpático e bem humorado, juntaram-se o saber o que quer e o ter objectivos na vida.
Acertei no loiro de olhos verdes. :)
Vá, quem nunca fez uma lista que atire a primeira pedra. Partilhem as vossas…! As antigas, as mais recentes e/ou as actuais.
Na adolescência, queria alguém que me respondesse às SMS e me prestasse atenção, giro e bem humorado, loiro de olhos verdes, inteligente, rico e simpático. Com o tempo, deixei cair algumas características e acrescentei outras. O loiro de olhos verdes deu lugar ao saber cozinhar e gostar de tarefas domésticas. O responder às SMS deu lugar ao ser atento e preocupado. Ao inteligente, simpático e bem humorado, juntaram-se o saber o que quer e o ter objectivos na vida.
Acertei no loiro de olhos verdes. :)
Vá, quem nunca fez uma lista que atire a primeira pedra. Partilhem as vossas…! As antigas, as mais recentes e/ou as actuais.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Uma questão de moda?
Tenho lido um pouco de tudo sobre as novas produções de moda com mulheres mais... robustas. Vem nos jornais, e há mulheres famosas que começam a ostentar publicamente o chamado Fat Pride.A minha geração cresceu com o paradigma da magreza. Desde cedo fomos pressionadas, porque ser a gordinha era pejorativo. A palavra dieta fez parte do nosso vocabulário em tantas alturas, e demos um grande impulso aos distúrbios do comportamento alimentar como a anorexia e buliria.
Lembro-me de há uns anos, quando a Beyoncé, Shakira e outras se assumiram como mulheres com curvas, ter pensado que talvez fosse uma boa mudança. Mas agora, no ponto em que estamos, não sei.
Se pensarmos que nós, que tivemos modelos magérrimas como exemplos, fizemos tudo o que podíamos para ser o mais magras possível, será que os nossos filhos, crescendo com mulheres como a da foto acima, vão fazer tudo o possível para serem assim?
Então e onde fica a preocupação com a obesidade infantil? O colesterol? Os diabetes?
Para mim, há duas coisas bem diferentes. Uma, é eu ser a Oprah, e ter o meu pequeno império construído em 25 anos em que lutei publicamente com o meu peso. E agora digo "Não, vou deixar de lutar e vou assumir que tenho peso a mais". Outra bem diferente, é estar na moda ser gordo e vamos fazer por isso.
Será esta moda mais saudável?
Não tenho nada contra as pessoas com peso a mais, atenção. Simplesmente não acho que se deva encará-las como padrão de beleza, nem bitola para a sociedade. Assim como não acho que o heroin-skinny o deva ser. No meio, estaria a virtude. Será que não somos capazes?
Trabalho
Ontem estive em reunião até às 21h00. Uma reunião pouco produtiva, de onde saí com a cabeça em água e uma grande vontade de chorar.
Eu gosto do sítio onde trabalho, gosto do projecto, gosto das pessoas. Desde os últimos três meses, em que algumas mudanças me fizeram trabalhar com uma pessoa difícil (Difícil deve ser o melhor elogio que ele já teve), tudo mudou. A minha motivação, a minha vontade, até a minha produtividade e capacidade de concentração/realização.
Neste momento, sei que alguma coisa terá que mudar. E se não forem eles, terei que ser eu.
Isto porque sair do trabalho de lágrimas nos olhos, não faz bem a ninguém. E quem já teve alturas com fragilidades na sua saúde mental/emocional, sabe que é algo que nada nem nenhum trabalho paga.
Eu gosto do sítio onde trabalho, gosto do projecto, gosto das pessoas. Desde os últimos três meses, em que algumas mudanças me fizeram trabalhar com uma pessoa difícil (Difícil deve ser o melhor elogio que ele já teve), tudo mudou. A minha motivação, a minha vontade, até a minha produtividade e capacidade de concentração/realização.
Neste momento, sei que alguma coisa terá que mudar. E se não forem eles, terei que ser eu.
Isto porque sair do trabalho de lágrimas nos olhos, não faz bem a ninguém. E quem já teve alturas com fragilidades na sua saúde mental/emocional, sabe que é algo que nada nem nenhum trabalho paga.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Inveja
Eu não sou uma rapariga invejosa. Aliás, acho que só há uma coisa que eu invejo: Aquelas mulheres que, em pleno inverno, conseguem vestir um vestidinho para uma festa. Ou ir trabalhar em manguinhas de camisa. Sim, sei que levam um mega casaco por cima. Mas eu nem como mega casaco. Não consigo. Mesmo.
Mas gostava.
Uma vez disseram-me que o brio mata o frio. Talvez eu não seja briosa. Ou talvez seja uma grande tanga.
Às meninas que conseguem estas proezas, não se sintam mal. É uma inveja boa. Só gostava mesmo, mesmo de ser capaz.
Mas gostava.
Uma vez disseram-me que o brio mata o frio. Talvez eu não seja briosa. Ou talvez seja uma grande tanga.
Às meninas que conseguem estas proezas, não se sintam mal. É uma inveja boa. Só gostava mesmo, mesmo de ser capaz.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Orgulho
Há pessoas que tiveram uma infância difícil. Há crianças que conseguem chegar a adolescentes sem nunca ouvir um elogio dos pais, sem saber o que é uma festinha, um carinho, um presente ou um abraço e um “adoro-te”. Há crianças que, tenho a certeza, quando se deitam à noite choram e pensam “Porquê eu?”. Que ganham tão cedo uma falta de amor próprio provocado pela falta de amor dos outros. Essas crianças, interiorizam facilmente que valem zero e que tudo o que de mau lhes acontece, é sua culpa. Tudo o que de mal acontece no mundo, é sua culpa. Todas as tareias, para não dizer pior, são merecidas: Afinal, não nasceram para serem felizes.
Na escola, sentem-se os mais feios e os que ninguém gosta. No Natal, são os únicos que não partilham as conversas, porque só pediram um brinquedo e nem o Pai Natal o trouxe. A pouca educação que têm, é aprendida por si próprio. É copiada aos outros. Porque não há quem lhes ensine que os dentes são para lavar, que a roupa é para trocar, que se juntam os talheres em cima do prato no final da refeição.
Pode não ser regra, mas a maioria destas crianças torna-se num adolescente problemático, que sem o apoio de alguém tem dificuldades em ultrapassar as crises normais da idade. E lá vão entrando por caminhos menos bons, lá vão fazendo escolhas menos acertadas. Que tantas vezes são só gritos por socorro, pequenos pedidos de ajuda disfarçados.
Eu conheço uma pessoa destas. Que teve tudo o que descrevi e tanto mais, que não se pode pôr em palavras. Com a diferença que ele, que chegou a adulto só com o que tinha aprendido por si próprio, não teve medo quando alguém o quis ensinar. Não se negou a aprender, e apesar de envergonhado assimilou tudo com uma humildade rara. Ganhou regras e hábitos, que o fizeram mudar as certezas de sempre.
Hoje, já longe daquele menino pequenino, continua a não saber o que é ouvir um elogio dos pais nem um sorriso de orgulho pelo homem em que se tornou. E a insegurança permanece.
No entanto, hoje é uma das pessoas mais bonitas que conheço. Porque apesar de não ser o tal menino pequenino e desamparado, mantém a sua essência, a genuinidade e a inocência, a generosidade de quem dá tudo o que tem, sem esperar nada em troca. Porque sem nunca ninguém ter esperado nada dele, hoje é um óptimo aluno, empenhado e ávido de aprender, e um trabalhador que veste a camisola, que se esforça e dá sempre, sempre o seu melhor. Porque teve a coragem de fazer aquilo que em alguma altura da vida todos ambicionamos: Quando um dia achou que a sua vida estava errada, pôs um ponto final e mudou completamente, num esforço desmedido em busca do caminho certo.
E eu, eu tenho um orgulho nele que ninguém, nem ele próprio imagina. Porque estou em crer que pessoas assim, há poucas. E sinto-me verdadeiramente abençoada por o ter na minha vida, apesar de às vezes nem saber bem se o mereço.
Na escola, sentem-se os mais feios e os que ninguém gosta. No Natal, são os únicos que não partilham as conversas, porque só pediram um brinquedo e nem o Pai Natal o trouxe. A pouca educação que têm, é aprendida por si próprio. É copiada aos outros. Porque não há quem lhes ensine que os dentes são para lavar, que a roupa é para trocar, que se juntam os talheres em cima do prato no final da refeição.
Pode não ser regra, mas a maioria destas crianças torna-se num adolescente problemático, que sem o apoio de alguém tem dificuldades em ultrapassar as crises normais da idade. E lá vão entrando por caminhos menos bons, lá vão fazendo escolhas menos acertadas. Que tantas vezes são só gritos por socorro, pequenos pedidos de ajuda disfarçados.
Eu conheço uma pessoa destas. Que teve tudo o que descrevi e tanto mais, que não se pode pôr em palavras. Com a diferença que ele, que chegou a adulto só com o que tinha aprendido por si próprio, não teve medo quando alguém o quis ensinar. Não se negou a aprender, e apesar de envergonhado assimilou tudo com uma humildade rara. Ganhou regras e hábitos, que o fizeram mudar as certezas de sempre.
Hoje, já longe daquele menino pequenino, continua a não saber o que é ouvir um elogio dos pais nem um sorriso de orgulho pelo homem em que se tornou. E a insegurança permanece.
No entanto, hoje é uma das pessoas mais bonitas que conheço. Porque apesar de não ser o tal menino pequenino e desamparado, mantém a sua essência, a genuinidade e a inocência, a generosidade de quem dá tudo o que tem, sem esperar nada em troca. Porque sem nunca ninguém ter esperado nada dele, hoje é um óptimo aluno, empenhado e ávido de aprender, e um trabalhador que veste a camisola, que se esforça e dá sempre, sempre o seu melhor. Porque teve a coragem de fazer aquilo que em alguma altura da vida todos ambicionamos: Quando um dia achou que a sua vida estava errada, pôs um ponto final e mudou completamente, num esforço desmedido em busca do caminho certo.
E eu, eu tenho um orgulho nele que ninguém, nem ele próprio imagina. Porque estou em crer que pessoas assim, há poucas. E sinto-me verdadeiramente abençoada por o ter na minha vida, apesar de às vezes nem saber bem se o mereço.
Segunda-Feira

O Domingo foi dia-do-pijama, em que vimos The time traveler's wife e Julie&Julia, fizemos pão quentinho para o lanche e acabei o Amanhecer. As noites do fim-de-semana foram complicadas, com o barulho do vento a dificultar o sono. E hoje a segunda-feira está a custar. Estou cansada e não me consigo concentrar no que devia [trabalho]. Ou muito me engano, ou estou aqui estou a começar a tomar ampolas, ginseng, gisana, qualquer coisinha.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Dadores de Sangue
Hoje fomos dar sangue pela primeira vez. A ideia foi minha, e ele acedeu.
E acabou por ser ele o que mais gostou. Depois dos testes, eu tive direito ao elogio de "ter um excelente aspecto" e ele foi elogiado pelos seus valores de hemoglobina. É de sangue bom, o meu rapaz. Eu fui a primeira a começar a dar, ainda ele estava nos testes médicos. E ele encheu o saquinho ainda eu ia a meio do meu. E enquanto eu olhava para o tecto, tentando abstrair-me do cheiro a hospital e da quantidade de tubos, tubinhos e sacos de sangue, ele fascinava-se com o processo. "Aguenta-te Kika, o teu saco está quase cheio!". Entre nervosismos de primeira viagem, uma hemoglobina mesmo rés-vés e os meus 50 quilinhos mal pesados, correu tudo bem e não doeu nadinha. E a enfermeira, simpática, ainda me apoiou quando disse que hoje não podia fazer esforços, mas que ele podia e que no regulamento não havia nada que dissesse que os homens não podiam aspirar a casa depois de dar sangue.
Havemos de voltar ainda este ano. E se alguém ficar melhor com o nosso sangue, nós aguentamos bem as picadas e ainda temos direito a lanchinho.
Não era um desejo para 2010, mas era um desejo de sempre que por motivos diversos nunca tinha conseguido alcançar. Está realizado.
E acabou por ser ele o que mais gostou. Depois dos testes, eu tive direito ao elogio de "ter um excelente aspecto" e ele foi elogiado pelos seus valores de hemoglobina. É de sangue bom, o meu rapaz. Eu fui a primeira a começar a dar, ainda ele estava nos testes médicos. E ele encheu o saquinho ainda eu ia a meio do meu. E enquanto eu olhava para o tecto, tentando abstrair-me do cheiro a hospital e da quantidade de tubos, tubinhos e sacos de sangue, ele fascinava-se com o processo. "Aguenta-te Kika, o teu saco está quase cheio!". Entre nervosismos de primeira viagem, uma hemoglobina mesmo rés-vés e os meus 50 quilinhos mal pesados, correu tudo bem e não doeu nadinha. E a enfermeira, simpática, ainda me apoiou quando disse que hoje não podia fazer esforços, mas que ele podia e que no regulamento não havia nada que dissesse que os homens não podiam aspirar a casa depois de dar sangue.
Havemos de voltar ainda este ano. E se alguém ficar melhor com o nosso sangue, nós aguentamos bem as picadas e ainda temos direito a lanchinho.
Não era um desejo para 2010, mas era um desejo de sempre que por motivos diversos nunca tinha conseguido alcançar. Está realizado.
O noivo
Ele vai hoje ver fatos. Eu fico de fora, e portanto resta-me pensar no que será que ele vai escolher....
Um fato clássico...?

Uma qualquer tendência da moda...?

Um fato de outra cor...?

Fraque...?

Um fato mais tradicional, com um laçinho...?

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Do tempo e da falta dele
Depois de pedir propostas, ver propostas, analisar propostas, ontem era o dia em que ele ia chegar a casa cedo para decidirmos a lua-de-mel. Enquanto esperava, organizei as propostas preferidas, abri os sites dos hotéis incluídos em cada uma, fiz um resumo dos custos, marquei páginas de catálogos onde estavam as fotos… E depois ele disse que ia chegar tarde, e eu desliguei o portátil, arrumei os catálogos e os resumos.
Amanhã ele tem frequência, portanto hoje já nos estava a imaginar, no pouff da sala, entre pizzas e coca-colas, ele a estudar e eu a acabar o meu livro. E depois ele disse que ia chegar tarde.
Amanhã ele tem frequência, portanto hoje já nos estava a imaginar, no pouff da sala, entre pizzas e coca-colas, ele a estudar e eu a acabar o meu livro. E depois ele disse que ia chegar tarde.
Apetece-me
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Tailândia
Eu estava tão, mas tão entusiasmada por ir de lua-de-mel para a Tailândia. Já me estava a imaginar, massagens por tuta e meia, sol e livros... Até que vi umas críticas no Trip Advisor, a falar de Baratas e Carochas. E comecei a imaginar-nos, a comer comida Tailandesa naquelas vilas piscatórias, onde de certo quase tudo leva algum tipo de marisco ou molusculo. E o noivo é alérgico a tudo isso. Então já me imaginei a gritar no meio do nosso quarto, em cima da cama e os bichos no chão. Já o imaginei a inchar e sem ar, e eu a gritar Help Help e a correr para um hospital sem condições das paradisíacas ilhas phi phi.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Inspiration Board

Porque falta cada vez menos, apesar de ainda faltar mais de meio ano. Porque estou ansiosa. Porque as minhas amigas já estão a planear a despedida de solteira. Porque este vai ser um dia grande, em grande, provavelmente o mais importante do ano. E porque até lá, vamos andar entre decisões, inspirações, opções (e gastos).
Partilho convosco o nosso inspiration board.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
É só resoluções
Os primeiros dias de 2010 têm sido só resoluções.
Mudei para o Yorn Extravaganza.
Já organizei os nossos investimentos.
Cansei-me do Farmville, portanto vou lá de quando em vez enviar uns presentinhos.
Já fiz uma lista das próximas prendas e "extras" a comprar, com respectivas datas e valores aproximados.
Já juntei e organizei os papelinhos todos para o IRS.
Amanhã vou tirar as decorações de Natal, e quem sabe ainda vou fazer umas pequenitas mudanças por aí.
E por último, mas não em último, vou fazer uma coisa que já devia ter feito à muito tempo. Vou seguir os meus instintos e meter-me num assunto que sem ser meu, é daqueles que mais gosto. E vou dar tudo para que fique resolvido em 2010, para que todos possamos dormir mais descansados. Sei que vou ouvir uns sermões à conta disto, mas é assim a vida. E Deus me ajude.
Mudei para o Yorn Extravaganza.
Já organizei os nossos investimentos.
Cansei-me do Farmville, portanto vou lá de quando em vez enviar uns presentinhos.
Já fiz uma lista das próximas prendas e "extras" a comprar, com respectivas datas e valores aproximados.
Já juntei e organizei os papelinhos todos para o IRS.
Amanhã vou tirar as decorações de Natal, e quem sabe ainda vou fazer umas pequenitas mudanças por aí.
E por último, mas não em último, vou fazer uma coisa que já devia ter feito à muito tempo. Vou seguir os meus instintos e meter-me num assunto que sem ser meu, é daqueles que mais gosto. E vou dar tudo para que fique resolvido em 2010, para que todos possamos dormir mais descansados. Sei que vou ouvir uns sermões à conta disto, mas é assim a vida. E Deus me ajude.
Pós-Natal
Depois da época das festas, quase toda agente se desdobra em dietas, em cortes nos doces, em tentativas. Nós não somos excepção. Depois de quase 3 semanas de All-you-can-eat, eu estou desde dia 1 a tentar reduzir os doces (Excepção feita a dois ou três bombons no Domingo).
Já ele, tinha a resolução de começar uma dieta no ano novo. No dia 1, era dia 1. No fim-de-semana, segunda-feira é que era. Ontem à noite:
Ele: Amanhã vou almoçar carne grelhada. Pedi para fazerem para mim. É dieta, não é?
Eu: É. Já começaste hoje?
Ele: Já!!!!
Eu: Então, o que almoçaste?
Ele: Lasanha...... Mas não comi sobremesa!!!!!! (Sorriso de felicidade e orgulho estampado no rosto)
Já ele, tinha a resolução de começar uma dieta no ano novo. No dia 1, era dia 1. No fim-de-semana, segunda-feira é que era. Ontem à noite:
Ele: Amanhã vou almoçar carne grelhada. Pedi para fazerem para mim. É dieta, não é?
Eu: É. Já começaste hoje?
Ele: Já!!!!
Eu: Então, o que almoçaste?
Ele: Lasanha...... Mas não comi sobremesa!!!!!! (Sorriso de felicidade e orgulho estampado no rosto)
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Ano do Last Minute
Em Janeiro, o que gosto mais é de olhar para o calendário e sublinhar as férias e feriados, e definir para onde vamos.
Este ano, apesar de ter mais de 40 dias úteis de férias (Sim, é verdade...), vai ser díficil coordenar o meu calendário escolar com o calendário escolar dele, com o meu trabalho e com o trabalho dele. Não vai dar para fazer planos antecipados como eu tanto gosto (E faço sempre...), vai ter que ser um ano de go-with-the-flow, que tanto me "deixa em pulgas".
Mas eu sempre quis, uma vez na vida, chegar a uma agência de viagens e aproveitar um "Last Minute" para qualquer lado. Este ano talvez seja o ano dos "Last Minutes".
E vocês? Já pensaram nas férias para 2010 (Nas reais, ou nas ideais...)?
Este ano, apesar de ter mais de 40 dias úteis de férias (Sim, é verdade...), vai ser díficil coordenar o meu calendário escolar com o calendário escolar dele, com o meu trabalho e com o trabalho dele. Não vai dar para fazer planos antecipados como eu tanto gosto (E faço sempre...), vai ter que ser um ano de go-with-the-flow, que tanto me "deixa em pulgas".
Mas eu sempre quis, uma vez na vida, chegar a uma agência de viagens e aproveitar um "Last Minute" para qualquer lado. Este ano talvez seja o ano dos "Last Minutes".
E vocês? Já pensaram nas férias para 2010 (Nas reais, ou nas ideais...)?
Foto das nossas últimas férias. Onde está a Kika??
domingo, 3 de janeiro de 2010
Old kika vs Nova kika
A antiga kika poderia ser uma derrotista, depois de um post como o anterior poderia deixar-se ficar deitada durante horas. A chorar o azar, a chorar as maldizencias da vida, a amaldiçoar tudo e todos e a chorar o facto de chorar tudo isso.
A nova kika (não a de 2010, a que tenho vindo a construir nos últimos anos, devagarinho), não. Chorou um bocadinho e escreveu um post. Lembrou-se que dias maus, dias destes terá sempre, e que só cabe a ela própria decidir como os acaba. E levantou-se. E fez uma limpeza de pele caseira, e deu um avanço na leitura do "Amanhecer" e dedicou-se ao jantar. Hamburgueres de forno.
A nova kika (não a de 2010, a que tenho vindo a construir nos últimos anos, devagarinho), não. Chorou um bocadinho e escreveu um post. Lembrou-se que dias maus, dias destes terá sempre, e que só cabe a ela própria decidir como os acaba. E levantou-se. E fez uma limpeza de pele caseira, e deu um avanço na leitura do "Amanhecer" e dedicou-se ao jantar. Hamburgueres de forno.
Depois há aqueles dias...
Como o de ontem, como o de hoje, em que nada parece bater certo. Em que tudo é muito ao lado, muito errado, muito deprimente. Dias em que por mais que se tente, erguer a cabeça é missão impossível e um sorriso parece uma tortura. Pior, dias em que nem se quer se vislumbram soluções para esses dias. E qual bola de neve, chega logo a raiva e a culpa pela falta de força que temos, de nos deixarmos entregar a depressões e tristezas estúpidas. Depois há dias como ontem e hoje, em que esconder a cabeça na almofada e chorar parece uma mais que boa opção, em que não há luz ao fundo do túnel, e a única pessoa que nos poderia animar não sabe de todo como o fazer.
Se o resto do ano continuar assim... Falta muito para 2011?
Se o resto do ano continuar assim... Falta muito para 2011?
sábado, 2 de janeiro de 2010
E a primeira surpresa do ano foi para...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Arregaçar as mangas
Agora que passaram os balanços, os desejos, as superstições (Sim, entrei em 2010 com todas as superstições [As que conheço] cumpridas, como sempre...), é altura de arregaçar as mangas.
Todos queremos um bom ano, um inicio de uma boa década, mas nada se faz sozinho.
Quem me conhece sabe que não sou de sonhar, sonhar, e nada fazer. Portanto se nos últimos dias tenho andado melancólica, agora é a garra que me enche. Porque este ano VAI ser bom. Porque este ano VOU[vamos] ser felizes.
Não deixo de sonhar, obviamente. Mas mais do que sonhar, vou trabalhar e esforçar-me para realizá-los. E deixar uma margem para as surpresas, para o destino trabalhar os seus caminhos. É um equilíbrio difícil, que é. Mas assim é a vida, e assim vai ser 2010. O ano em que vou continuar a tentar ser mais, ser melhor, ser mais zen e menos complicada, ser mais pacífica e menos impaciente, ser mais compreensiva e menos chorona. Porque há coisas que se mantêm, e as aprendizagens que fiz em 2009, 2008 e por aí fora, levo comigo para a nova década. Bem como as pessoas, aquelas boas que me fazem sorrir diariamente. E tudo aquilo que conquistei, para me lembrar que sou capaz de muito mais. E todas as lições que aprendi nas quedas que dei, para não as repetir e lembrar-me nos dias maus, que "After the winter always comes spring".
Dito isto, arregacem também as mãos e em vez de ficarem sentadinhos(as) no sofá a sonhar, levantem-se e agarrem o "touro pelos cornos". Já hoje, nem esperem por amanhã.
Todos queremos um bom ano, um inicio de uma boa década, mas nada se faz sozinho.
Quem me conhece sabe que não sou de sonhar, sonhar, e nada fazer. Portanto se nos últimos dias tenho andado melancólica, agora é a garra que me enche. Porque este ano VAI ser bom. Porque este ano VOU[vamos] ser felizes.
Não deixo de sonhar, obviamente. Mas mais do que sonhar, vou trabalhar e esforçar-me para realizá-los. E deixar uma margem para as surpresas, para o destino trabalhar os seus caminhos. É um equilíbrio difícil, que é. Mas assim é a vida, e assim vai ser 2010. O ano em que vou continuar a tentar ser mais, ser melhor, ser mais zen e menos complicada, ser mais pacífica e menos impaciente, ser mais compreensiva e menos chorona. Porque há coisas que se mantêm, e as aprendizagens que fiz em 2009, 2008 e por aí fora, levo comigo para a nova década. Bem como as pessoas, aquelas boas que me fazem sorrir diariamente. E tudo aquilo que conquistei, para me lembrar que sou capaz de muito mais. E todas as lições que aprendi nas quedas que dei, para não as repetir e lembrar-me nos dias maus, que "After the winter always comes spring".
Dito isto, arregacem também as mãos e em vez de ficarem sentadinhos(as) no sofá a sonhar, levantem-se e agarrem o "touro pelos cornos". Já hoje, nem esperem por amanhã.
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