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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Guess who's back?




Porque é que eu voltei? As razões são muitas e de importância fulcral para a sociedade.

1. Senti saudades do meu eu Kika.
2. Tenho um longo rol de desejos que preciso de apresentar uma vez que se aproxima o meu aniversário.
3. Precisava de aborrecer alguém com os meus dramas existenciais.
4. A feira do livro começa hoje e eu não vou lá, logo estou aborrecida.
5. O casamento real já foi e eu não vi, logo estou aborrecida.
6. Descobri que algumas pessoas que me conhecem liam este blog, sabiam que era eu e gostavam. Queridas.
7. A minha mãe diz que este blog é mais giro porque tem comentários e ela gosta mesmo é de ler os comentários. Ai, mãe querida. E eu a pensar que gostavas mesmo era de ler os meus textos inspirados/inspiradores.
8. Também tenho uma opinião sobre a crise, a troika, o estado da nação, e preciso de a export publicamente antes que a censura encontre (ainda mais) o caminho de volta para Portugal.
9. Estamos em crise mas na Páscoa tudo o que é boa gente foi de fim-de-semana para sítios chiquérrimos, e para o mês que vem há mais uns quantos feriados e tudo o que é boa gente e foi de fim-de-semana para sítios chiquérrimos na Páscoa vai para outros sítios chiquérrimos, e depois são as férias do verão e lá vão eles para as suas segundas casas ou hotéis maravilhosos, para tirarem fotos dos seus pezitos à beira das piscinas e praias. Como estamos em crise, não vou para lado nenhum. Como estou a fazer uma tese, não vou para lado nenhum. E nestas alturas um blog faz sempre jeito, para eu esvaziar o meu saco da inveja aqui e não andar a espalhar veneno pelos blogs dos outros.
10. O mês de Abril foi mauzinho e eu sou supersticiosa, logo acredito que é este blog a resuscitar e a minha vida a mudar para melhor.

sábado, 2 de abril de 2011

É assim


A vida é o que é. Nada mais e nada menos. Eu também sou o que sou. Não sou este blog nem este blog sou eu, mas é parte de mim. Às vezes exagerada, como escape do que se pensa e não se quer dizer. Sempre sincera.

Hoje, logo pela manhã, fiz uma grande asneirada (Algumas pessoas saberão a que me refiro). Pensei em apagar o blog. Privatizá-lo. Fazer sei lá bem o quê.

Mas não. Sempre aqui disse que sou o que sou, sincera, frontal, directa. Sempre disse que é preciso ter coragem para enfrentar os erros, as acções, as consequências.

E por isso, aqui vou continuar. Para o que der e vier. Eu sou assim.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Ter vida

Não sou radical, sou apologista e utilizadora de quase todas as ferramentas online existentes. Mas se há coisa que não entendo (e que me assusta, pelos dados que tenho lido e pelas conferências a que tenho assistido), é a obsessão que existe com uma vida online. Vejo cada vez mais gente, de todas as idades, a ter uma vida online que funciona como uma personagem, um escape, uma fuga à vida real. Não falo de blogs em que escrevemos o que pensamos sob forma de um nome que não é o nosso. Falo de pessoas que gastam o dia ou parte dele a conversar em chats, com pessoas que não conhecem, sobre assuntos do mais banal ao mais sexual. Que se escondem atrás de personagens de jogos, de pessoas imaginárias. Alguma coisa fica para trás.
Será que estas pessoas não percebem que enquanto estão online, há toda uma vida que passa por elas? Há um conjunto de pessoas que as amam e que não estão a receber o devido tempo, a devida atenção? Para mim parece-me bastante óbvio que, mais tarde ou mais cedo, a um ritmo sistemático, a vida online acabe por provocar danos na vida offline. E vale isso a pena? Valerão umas horas de conversa com alguém que não conhecemos e que pode ser exactamente o oposto do que imaginamos, a perda de um casamento? E valerão umas horas em jogos, em fóruns ou no que seja, um posto de trabalho? Ou não ver os nossos filhos crescer? Ou fazer os nossos pais sentirem-se inúteis e sem valor para nós?
Se é um escape, não será mais útil perceber de que estamos a fugir e tentar resolver a situação de forma definitiva?
Eu, que utilizo facebook, linkedin, blogs, skype, googletalk, tudo com moderação, não entendo. Podem tentar explicar-me. Eu duvido que alguma vez consiga compreender de que vale ter uma vida que não é nossa se isso significa perdermos parte da nossa verdadeira vida. Porque no final do dia, quando precisarmos, serão esses contactos online que lá estarão?

Grandes mulheres


Devo-vos uma mensagem.
Estou bem, estou viva, ainda sinto as vertigens, o nó na garganta e o aperto no estômago, mas estou bem. E estou viva.
Se há coisa que aprendi ao longo da vida, foi que não há queda de que não me levante. E depois de levantada, viva e a viver, o risco da queda é uma constante na qual não pensamos mas que está lá. Não se pode pensar que não se vai cair mais, nunca mais. Nem aos 20, nem aos 30, nem aos 40. Só vale a pena encarar este processo natural com determinação e força, porque a certeza que tenho é que a cada queda, me ergo mais forte, mais confiante, mais grata pela minha vida.
Nós não somos de ferro, mas temos forças que não imaginamos. E olhando à volta pelo mundo dos blogs, o que vejo é (maioritariamente) mulheres de muita força, muita garra, prontas a pegar a vida pelos cornos e a enfrentar quem quer que venha. E a ganhar as batalhas, claro está. Olhem a Me, olhem a Leana, a Cinderela, a Kitty Fane e tantas outras grandes MULHERES.
É bom ver que ainda há gente muito boa no mundo, e que se sente neste pequeno mundo virtual a preocupação genuína, o amor, a energia positiva que circula.
Obrigada pela vossa solidariedade, pelas mensagens de apoio e preocupação.
Um bem-haja a todas vós, grandes MULHERES.
MissC, obrigada a ti em especial, por seres quem és.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Somos 100, somos 100!!!

E um viva para a Manuela, a seguidora nº 100!!!
Ao 419º post e depois de 10 meses de muita asneira por aqui escrita.
Hurray!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cozinha Ponto Come

Cozinhar. Comer.
Boas refeições que trazem boas conversas e boas memórias.
Boas viagens que trazem bons restaurantes.
Bons restaurantes que nos trazem boas refeições.
Boas refeições que nos trazem boas conversas, boas memórias e boas inspirações.
Boas inspirações que nos fazem chegar a casa e esquecer o dia que passou melhor ou pior, e reinventar-nos num prato que nos vai preencher o estômago e aquecer a alma.
Para mim cozinhar é uma forma de amor. Comer é uma forma de amor.
Para ela também. E assim surge um blog a quatro mãos (E às vezes a oito).
Acompanhem-nos nesta aventura.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Hoje é o dia

Andei por aí a dizer que qualquer dia criava um blog de cozinha.
Parece que Hoje é o dia.

Novidades para breve, breve.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Vale a pena ler

Hoje deixo-vos este link, para um artigo que vale a pena ler. Há histórias de vida assim, que nos tocam.

http://coconafralda.blogspot.com/2010/03/pedro-choy.html

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Último dia de férias do ano

Hoje é o meu último dia de férias do ano. Amanhã era para ser também, mas sou necessária no trabalho. Chove, está vento e troveja.
Eu estou já acordada, com um Capuccino ao lado e a actualizar a minha tão desleixada quinta, a pôr em dia a leitura e comentário de blogs. Tinha também nos planos umas compras de supermercado e tratar de um ou outro assunto que não quero deixar pendente. Talvez o tempo colabore.
De resto, vou passar o dia a dar um jeito à nossa casa, a ler, a rever o ano que passou e a fazer planos para o próximo. Que na minha linguagem passam sempre por listas, textos e contas. :)
No entretanto, prevejo uns telefonemas de trabalho. Ao contrário do meu principio de férias são férias, hoje que é só um dia resolvi deixar o telemóvel ligado e a primeira chamada aconteceu há 10 minutos.

Os desejos seguem dentro de momentos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A tecla "P"

Pois é. Já tenho "P". Aliás, depois do post anterior o computador, à laia de rebelia, começou a escrever uma corrente de "Pês". Abria uma janela do Messenger, eram pês até ao limite de caracteres. Abria o Explorer, eram Pês na Barra de Links. Reiniciei e ele continuou. Ora escrevia Pês entre as letras, ora não escrevia Pês quando eu carregava na tecla. E de repente, reparei que estava tudo normalizado.
É a velhice, coitadinho. Vou comentar-vos antes que lhe dê uma manha nova.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Westrags





Descobri este site. Maldita a hora. Não sei se é da aproximação ao Natal, se é do tempo, mas ando naquelas fases muito consumistas em que consigo olhar para qualquer lado e gostar de qualquer coisa. O que vale é que ainda sou muito reticente às compras de roupa "por catálogo", se não a minha conta bancária estava com um saldo de menos seis vestidos.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Ora cá estamos nós

De volta ao blogspot.
Espero que me acompanhem nesta nova casa. Porque é mais prático, mais fácil e assim vou poder ler e comentar os blogs todos que quero, sem me esquecer de nenhum. YEY!