quarta-feira, 30 de junho de 2010
Eu até sou boa rapariga... V
Basta um. Qualquer um. O dourado também não é feio.
(E eu a dar-lhe com os relógios maiores que o meu pulso)
terça-feira, 29 de junho de 2010
D de decisão

Hoje foi dia D, de decisão. Da decisão que andava adiada há quase uma semana, mas que antes disso estava pendente há mais de um mês. Tenho a leveza do alívio da escolha feita e assumida. Tenho o peso da responsabilidade pelo que a escolha representa. Sou um misto de sentimentos, tantos, tão diferentes, alguns tão estranhos.
Fragilidade
Houvesse um canto pra se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
(...)
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
Mafalda Veiga, Fragilidade
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
(...)
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
Mafalda Veiga, Fragilidade
E eu, sinto-me quase, quase a partir. Que ninguém me toque, nem ao de leve. Que não venha nem mais um sopro de vento, nem mais um abano, que eu sinto-me tão frágil.
Confiança

Nem sempre precisam de ser coisas grandes. Todos temos os nossos inadmissíveis, alguns pequeninos quase insignificantes, que ninguém tem obrigação de saber. Mas quando os partilhamos e quando essa pessoa amachuca o nosso papel vezes e vezes sem conta, é muito mau. Depois, se quisermos mesmo lutar por essa relação, passamos os dias a esticar o papelinho, com muito cuidado porque já se sabe que, depois de amachucado, é muito fácil rasgar. E quando está quase direito, até tentamos passá-lo a ferro, para apagar marcas do que já foi. Mas não conseguimos deixar, a cada vez movimento de mãos a alisar o papel, que não deveria ser preciso fazê-lo. Que dói muito. Às vezes muito mais pela falta de respeito que sentimos, do que pelos actos em si. Que são tantas vezes ninharias nossas. Que podem ser pequenas, mas não deixam de ser uma folha de papel.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Trocar de carro
Depois de muitas ameaças, acho que foi desta que o meu carro se ficou de vez. Acabadinho de completar os quinze anos, achou que a sua mui digna vida já foi suficiente (E foi, ele, pequenino e velhinho, já correu o país vezes sem conta, já foi a Espanha, sempre bem comportado...).
E eu, nunca pensei que fosse tão difícil comprar um carro.
Primeiro, há as marcas. Depois cada marca tem os seus modelos. Depois cada modelo tem várias versões, em que variam coisas cujos nomes eu desconheço o significado. E um sem fim de opções, que 80% para mim são chinês.
E depois há o fenómeno das campanhas. Todos custam muito menos do que vão custar na verdade, porque quando começamos a fazer as continhas é só somar despesas disto e despesas daquilo*.
Eu, organizada como sou, criei um excel com os vários modelos que "gosto", e a comparação entre os preços, as opções, os consumos e essas coisas que dizem que importa. E depois olho para o resultado final e... Não chego a conclusão nenhuma. O que é mais barato não traz não sei o quê, que se adicionarmos como extra fica ao preço do outro. O mais caro tem um consumo mais baixo, o que me permitira poupar algum dinheiro (e o ambiente), mas com os poucos quilómetros que faço, levava 6 anos até refazer o dinheiro equivalente à diferença. O mais giro é um dos que consome mais, além de que tenho uma certa incompatibilidade com o vendedor dessa marca, que anda há semanas a dizer que me envia a proposta e nada.
Se houver aí alguém com um super conselho a dar-me nesta área, a gerência agradece.
*Já para não falar dos créditos. Entradas, taxas, meses, valores, blá blá blá e no final o resultado é sempre o mesmo, pagámos muito mais do que o carro valia.
E eu, nunca pensei que fosse tão difícil comprar um carro.
Primeiro, há as marcas. Depois cada marca tem os seus modelos. Depois cada modelo tem várias versões, em que variam coisas cujos nomes eu desconheço o significado. E um sem fim de opções, que 80% para mim são chinês.
E depois há o fenómeno das campanhas. Todos custam muito menos do que vão custar na verdade, porque quando começamos a fazer as continhas é só somar despesas disto e despesas daquilo*.
Eu, organizada como sou, criei um excel com os vários modelos que "gosto", e a comparação entre os preços, as opções, os consumos e essas coisas que dizem que importa. E depois olho para o resultado final e... Não chego a conclusão nenhuma. O que é mais barato não traz não sei o quê, que se adicionarmos como extra fica ao preço do outro. O mais caro tem um consumo mais baixo, o que me permitira poupar algum dinheiro (e o ambiente), mas com os poucos quilómetros que faço, levava 6 anos até refazer o dinheiro equivalente à diferença. O mais giro é um dos que consome mais, além de que tenho uma certa incompatibilidade com o vendedor dessa marca, que anda há semanas a dizer que me envia a proposta e nada.
Se houver aí alguém com um super conselho a dar-me nesta área, a gerência agradece.
*Já para não falar dos créditos. Entradas, taxas, meses, valores, blá blá blá e no final o resultado é sempre o mesmo, pagámos muito mais do que o carro valia.
domingo, 27 de junho de 2010
Calma?

Há vários motivos porque eu não estou neste momento ali deitada num canto a chorar, ou a berrar com a cara na almofada. Primeiro, estragava-me a energia positiva toda, e eu passei o fim-de-semana a juntá-la como se de uma preciosidade se tratasse. Segundo, não tenho tempo para isso. Terceiro, há pessoas que não merecem nada. Quarto, estou a tentar lembrar-me que mais tarde ou mais cedo, todos temos as nossas recompensas boas e más, dependendo do que fazemos.
Mas só eu sei como estou a ferver por dentro.
sábado, 26 de junho de 2010
LaZ(zzz)y
Desde sexta-feira passada, que os dias foram passados a acordar cedo e deitar tarde, trabalhar muito e sem parar, e a dormir uma média de 3horas por noite. Ontem acabei o dia esgotada. Hoje estou em desforra. Só me vou levantar da cama para ir à esplanada (Faz-favor de aparecer, Sr. Sol). E depois à tarde sou capaz de dormir uma sesta, ou ler um livro ou uns blogs. Que esta semana o meu cérebro nem disso foi capaz.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Moeda ao ar

O meu estômago está tão embrulhado. O meu cérebro está completamente bloqueado. Há decisões que poderão marcar toda a nossa vida, todo o nosso futuro. E há quem diga que "When in doubt, don't". Será que é mesmo assim? Ou será que a dúvida é sempre natural, quando há um certo versus um incerto?
Já estive mais longe de lançar uma moeda ao ar. Já estive mais longe de fazer pim-pam-pum ou jogar ao pedra-papel-tesoura. Ou isso ou vou ali para a rua e digo: Se o próximo carro que passar for verde, então faço isto. Já estive mais longe.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Também tenho dias maus

Que são normalmente os dias em que não me consigo controlar. Não consigo acalmar a ânsia que me assoma, não consigo pensar positivo, não consigo ver além das tarefas domésticas que estão por fazer, dos trabalhos que estão por terminar, das responsabilidades por cumprir. E tudo o que está incompleto vem-me à lembrança e baralha-se, numa nuvem de palavras, ordens, tarefas, que se misturam. E em vez da força de vontade do costume e do vamos lá pegar numa ponta e desfiar o novelo, dou por mim a procrastinar, sentada a olhar para o computador durante uma longa hora em que não fiz nada, quando podia tão bem estar a limpar a casa de banho, a ler um livro ou a acabar de escrever um trabalho. E depois é o já conhecido ciclo, quando tomo consciência dessa hora perdida e aumentam os nervos. E os nervos baralham-me ainda mais as ideias e toldam a capacidade de planeamento, pelo que continuo sentada e olhar para o ecrã enquanto passa mais uma hora. E tento respirar e quebrar esta roda viva em que vai a minha manhã que já passou com nota zero a produtividade. E não consigo. Nem me acalmo, nem trabalho, nem descanso, nem respiro.
A ternura do amor
Precisamente, um dos factores é aceitar esse sofrimento, que é inevitável. Como tudo o que acontece na vida, o sentimento amoroso evolui. É preciso aceitar que o amor se transforme e tome formas diferentes. A paixão não é duradoura. O que é duradouro é a ternura, a cumplicidade. Isso mantém o caminho. O que também é durável é a capacidade de se valorizarem um ao outro através das palavras, dos actos e das atitudes. Quando se perde o sentido do valor do outro é muito grave. Éric SmadjaA entrevista toda, aqui.
domingo, 20 de junho de 2010
Esplanada à beira-mar
Aqui sonha-se com esplanadas à beira-mar. Sol. Um grande pequeno-almoço.
E trabalha-se, no entretanto.
sábado, 19 de junho de 2010
Work. Fun. No Drama

Espero que no vosso fim-de-semana haja mais tempo para a parte do Have Fun do que no meu. Tenho um monte de coisas agendadas, todas na categoria do Work Hard e nem uminha se pode enquadrar no Have Fun.
No Drama, sempre. A vida é só uma e o trabalho tanto se faz com como sem chatices. Portanto é respirar fundo e ter calma, que só ajuda.
Ah, e sol? E este auge da Primavera, que está a chegar o Verão?
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A vontade de planear férias ou como a minha mente não consegue estar quieta

Apesar de ainda termos uma viagem este ano, já estou a planear a do próximo. Em Fevereiro.
Hoje lembrei-me de uma boa ideia para outras férias para o ano, no Verão.
Eu: O que achas de percorrermos Praga-Viena de Áustria-Budapeste-Zagreb no próximo ano?
Ele: Quando? Antes ou depois de Nova York?
Eu: Depois. No Verão.
Ele: Era giro.
Eu: Ou Egipto? Aiii… são tantas viagens que queremos fazer!!!
Ele: Então, e temos tantos anos, não é?
Eu: É. Tens razão...... Mas então podíamos fazer assim: Íamos de avião e alugávamos um carro. Já estive a ver as distâncias.
Ele: Logo se vê, na altura.
Eu: Mas tem que ser preparada com ante cedência.
Ele: Sim amor… Mas agora tens que te concentrar em quantas massagens vais fazer por dia na Tailândia…
Ai, valhas-me tu para refrear a minha mente inquieta e que não dorme. Não que eu tenha deixado de planear as outras desde esta conversa. Mas pelo menos vou intercalando com umas pesquisas sobre o que fazer na Tailândia. By the way, alguém tem um guia da Tailândia que me empreste...?
A pequenez do mundo

Queria muito, muito falar das pessoas, de como as pessoas reagem nas mais inusitadas situações. De como algumas são verdadeiramente más, pequenas e mesquinhas, e estão dispostas a tudo para serem as melhores. De como a competitividade é cada vez maior, seja no trabalho seja na escola. E de como isso leva certas pessoas a uma obsessão tremenda, não com saber, não como fazer um bom trabalho, mas com ser o melhor.
Queria falar da situação que vivi, do que senti. Mas não consigo. Entre a raiva, a tristeza e a pena, não sei bem o que sinto portanto não o posso aqui escrever. Fica o desabafo.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Trabalho

Quanto mais tempo passa, mais consolido uma certeza: Trabalho para ganhar dinheiro para poder gastar em coisas que me fazem feliz.
Gosto do que faço, trabalho na área em que estudei, e já achei que o meu ideal era ter um trabalho do qual gostasse tanto que sentisse que estava de férias todo o ano. Depois não sei se me passou a ingenuidade dos primeiros tempos, se me desiludi ou o que raio aconteceu.
Neste momento, não é essa a minha postura. E sinceramente não sei se quero que seja.
Trabalho, porque o trabalho me traz um salário ao fim do mês, que me permite não só sobreviver como passear, conhecer sítios novos, comprar livros e por aí fora.
E vocês, como é a vossa relação com o vosso trabalho?
Preparativos

Começo agora a sentir um nó no estômago com o casamento. A culpa na verdade é minha, que confiei na minha responsabilidade extrema e guardei tudo o que estava relacionado com o casamento (e com toda a minha vida, na verdade), numa pen. E depois um dia, a três meses do casamento, perco a pen.
Eu andava relaxada, ansiosa mas muito tranquila, porque tinha tudo feito. A lista de convidados estava uma folhinha de excel, com a nota dos convites entregues, as confirmações, algumas mesas já feitas. Os custos estavam todos controlados num orçamento, com o previsto, o total, o pago e o a pagar. As datas e os prazos estavam todos registados, para não me esquecer nem me atrasar com nada.
Os materiais estavam todos prontos, faltava apenas imprimir alguns. Os missais, as etiquetas para as lembranças, os cartões de agradecimento, a numeração das mesas and so on.
E agora tenho... Nada. Tentei começar uma nova lista de convidados, mas perdi a energia quando num primeiro esforço me faltavam uns 30 ou 40 convidados para chegar ao total. Paciência. Quando acabarmos as aulas, haverá dedicação total ao assunto. E aulas de dança, que também temos uma dança para ensaiar!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Aguentar o barco

Nos maus momentos, há sempre um dos elementos do casal/família a quem calha o papel de aguentar o barco. E é duro. Mas essencial. Chamemos-lhe remador. Aquele que rema, quando todos os outros estão demasiado fracos para sequer olhar para a outra margem do rio. Que rema sem parar, mesmo quando as suas próprias forças são parcas. Escondendo a sua própria tristeza, focando-se inconscientemente na tarefa de ajudar o barco a chegar a bom porto. A parte mais complicada, é esquecermos o egoísmo que é tão nosso, tão humano, e conseguirmos não pensar que também nos dói, também nos cansa, também nos estamos a afundar. É difícil, mas é isso que separa os grandes amores. É essa capacidade de nos esquecermos de nós próprios por um bem maior, de mover montanhas quando até nem nos apetece sair do sofá.
Só temos consciência que desempenhámos este papel quando, atracado o barco, deixamos cair a cabeça e nos permitimos chorar. Depois da crise passar, depois da maré acalmar. E pensamos que arranjámos forças sem saber onde. Foi no amor. No amor que sentimos e na certeza que a outra pessoa fez e faria, exactamente o mesmo se fossemos nós que não conseguíssemos remar.
terça-feira, 15 de junho de 2010

Eu acredito mesmo que energias positivas atraem coisas positivas e o querer tem muita força. Só isso pode justificar que eu continue a acreditar e a ter esperança. Mas se antes a fé era inabalável, agora tenho os meus momentos. Pintei a alma de verde, enchi-me de força e aprendi a ser optimista. E fui, mais do que em qualquer outra altura na minha vida. Mas os dias também passam por mim, e ao não os querer contar, vou-os contando. E ao não querer baixar os braços, vou baixando. Para logo de seguida levantá-los bem alto para espantar o negativismo. Que a vida é o que tem que ser. Eu sei. Já sei. Mas já estou a ficar cansada de o saber.
Borboletas na barriga
segunda-feira, 14 de junho de 2010

Nunca me deixo de espantar com a facilidade com que algumas pessoas maltratam quem as rodeia. Sem motivos nem razões. E por maltratar não falo só em bater.
Num destes dias, houve uma pessoa que me faltou ao respeito. Que me disse coisas que não devia dizer, no sítio errado, num tom de voz demasiado alterado e com um volume ali a roçar a gritaria. E porquê? Porque essa pessoa se estava a sentir mal consigo, por não ter cumprido com as suas responsabilidades. E sob que pretexto? O dos problemas, que temos problemas e estamos nervosos.
Ora pois claro. Parece-me adulto e sensato. Temos problemas (graves, muito graves, pouco graves, não interessa) e vamos lá de gritar com todos os pobre coitados que se cruzarem no nosso caminho. E qualquer coisa, desculpamos-nos com um "Oh não vês que estou com problemas?". Porque obviamente, somos sempre os únicos no mundo com problemas. No nosso universo, os nossos problemas são sempre os maiores, piores, mais graves. E então gritamos, respondemos mal, somos abrutalhados e agressivos. E somos um bocadinho tontos. Porque no fundo, deveríamos canalizar toda essa energia para a fonte do problema, para a solução do problema, para a resposta ao problema.
E eu, fiquei sentada, calada, espantada com tal destranque. E não respondi. Porque há coisas que nem merecem respostas, porque há situações em que responder só piora tudo, porque às vezes a melhor resposta é mesmo um grande, grande silêncio.
Carpe Diem

Um bom dia a todos, e um bom início de semana. Boas férias para os que vão, bom regresso de férias para aqueles que estão neste momento a pensar que a primeira segunda-feira depois das férias é o pior dia do ano.
Carpe Diem!
E um bom dia especial para aqueles que hoje vão passar o dia a estudar, como eu!
domingo, 13 de junho de 2010
Verde esperança
Healthy week

Esta semana bati no fundo. Doces e junk food todo o santo dia, numa gula que não se pode. Hoje foram folhadinhos mistos e de salsicha, patés, tarte de chocolate and so on.
E então agora é assim, lanço aqui neste espaço um desafio a mim mesma. One healthy week, para começar. Não é dieta, não é restrição, não é limitativo. Não é pelo peso, é pela necessidade de saber que sou capaz de algo mais que comer como se não houvesse amanhã. Para já, é só uma semana a comer com a cabeça, e não com o coração e os nervos à flor da pele.
Anyone care to join me on the challange?
sábado, 12 de junho de 2010
Energia positiva
Não estar mais sozinho

Quando se casa, um pouco à semelhança de quando se tem filhos, há muitas coisas que mudam. Nunca mais nos devemos sentir sozinhos, e isso pode ser uma grande chatice. Os dias não vão ser todos felizes, nem perfeitos, nem sorridentes. Vão haver dias maus, em que nos sentimos mal, em que não nos apetece ver nem ouvir ninguém.
Quando vivemos sozinhos, é fácil. Basta um fim-de-semana entre lençóis e filmes, com aviso prévio aos que se preocupam.
E quando vivemos com alguém? Não podemos simplesmente dizer-lhe "Esta semana vou dormir para o quarto do lado que não me apetece ver ninguém". Assim como quem tem filhos não lhes pode dizer "Agora estes três dias têm que ver se ficam quietinhos no vosso canto, que preciso de estar sozinho".
Quando resolvemos partilhar a vida com alguém, é a vida no seu todo. Os dias bons, os dias menos bons, os dias péssimos. E temos que ter consciência disso. Todos eles são para partilhar. E pode apetecer-nos muito fugir, mas não nos podemos esquecer que se o fugir nos faz sentir livres, deixa alguém em casa com o coração muito apertado de preocupação.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dessert

Ontem lanchei uma Bola de Berlim, cheiinha de creme. Hoje depois do lanche resolvi atacar os bombons, enquanto estudava. Parei de contar aos dez, e agora estou tããão mal disposta.
Já não posso desculpar os meus apetites de chocolate com a TPM. Agora, todo o santo dia, começo com um quadradinho e acabo... quando acabo.
Eu queria chegar ao Verão menos flácida, juro que queria. Mas a TPM............
Estava a pensar em lançar um desafio no blog de "No Sugar Allowed". Mas depois falhava já hoje, que fiz a minha primeira Panna Cotta e está com um aspecto tão bom....
Saudades

Ando cheia de saudades de viajar. De conhecer um sítio novo. Chegar a uma cidade nova, palmilhar, percorrer, descobrir. Todos os dias acordo com a vontade de ir e hoje percebi que o coração apertado não era só vontade, era também saudade.
Depois tento racionalizar. Que no próximo mês temos aulas e estudos e trabalhos. Que temos despesas e responsabilidades. Que daqui a três meses há o W'day e que é preciso poupar. Que nessa altura, então, podemos desforrar-nos.
E a vontade não vai embora. Nem a saudade. Nem as imagens das nossas viagens que passam em shuffle e repeat na minha cabeça.
É chato ser racional. Mas é melhor continuar assim.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Era um Bikini...
Gratitude
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Tilt

E hoje foi o tilt. Não sei se foi de ontem ter estado a fazer contas e ter percebido que até Julho não tenho uma única noite, feriado ou fim-de-semana que não vá ser passado com a fronha enfiada em livros e cadernos. Não sei se foi de hoje ter uma reunião inesperada, em que em vez de barafustar me resolvi calar e engolir em seco. Não sei se foi de ter perdido a minha pen e com ela metade da minha vida. Não sei se foi de ter dormido pouco esta noite, esta semana, este mês. Não sei se é da overdose de açucar e chocolate em que ando. Não sei se foi de ter abusado do café. Não sei se é da ansiedade acumulada das notícias que espero desde o fim de Abril. Não sei se é de ver a lista de despesas do casamento a aumentar, aumentar, aumentar. Não sei se é da casa estar suja e eu não ter tempo/força/vontade de a limpar. Não sei se é de precisar de férias, férias à seria e não dois ou três dias. Não sei o que foi, mas sei que hoje à tarde juntei tonturas com arritmias e agora estou aqui, mais para lá do que para cá, deitada no sofá a pasmar.

Eu acredito que quem se esforça é recompensado, e acredito em energias positivas e negativas. Acredito que querer é poder, quando se quer com muita força. Acredito no poder curativo de um grande gelado. Acredito que há músicas que operam verdadeiros milagres no nosso estado de espírito, tanto quanto acredito que os dias cinzentos tornam-nos cinzentos. Acredito que pintar as unhas dos pés de rosa choque me faz mais feliz e acredito na bondade do ser humano. Acredito que às vezes as coisas más acontecem-nos para darmos valor ao que temos, ou que acontecem para prevenir algo que seria muito pior. Acredito que rodearmo-nos de cores traz-nos boas sensações e acredito nas saudades dos lugares onde fomos muito felizes. Acredito na importância de saber e acredito que os livros nos fazem viajar sem sairmos do mesmo lugar. Acredito que os chocolates me acalmam e acredito que não há outra forma de acabar com a celulite senão fazer exercício. Acredito na paixão, naquela paixão que nos deixa borboletas na barriga e um sorriso parvo na cara. Assim como acredito no amor, naquele amor que nos preenche o coração e que nos faz sentir sempre acompanhados e protegidos. Acredito em Deus e em forças maiores, e que tudo acontece porque tem que ser. Acredito que sorrir faz-nos bem e que os abraços são remédios para a alma. Acredito em abraçar alguém que precisa. Acredito em querer bem aos outros e acredito que o optimismo traz-nos menos sofrimento. Acredito que o futuro pertence aqueles que acreditam e por isso acredito. Porque prefiro acreditar e de vez em quando sentir-me desiludida do que viver sempre e todos os dias sem acreditar.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Futuro

We spend our whole lives worrying bout the future, planning for the future, trying to predict the future. As if figuring it out will some how cushion the blow, but the future is always changing, the future is the home of our deepest fears and our wildest hopes, but one thing is certain, when it finally reveals itself its never the way we imagined it.
Anatomia de Grey
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Vestidos

Ontem, a ver este filme, apaixonei-me pelo vestido de noiva. E depois descobri esta colecção fantástica. Custam entre $4000 e $12000... Mas também, You only marry once, right...?
...right... e uma vez era suficiente para eu ficar endividada.
domingo, 6 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Um dia...
Um dia pego na tua mão e vamos. Para onde o primeiro voo nos levar, sem antecedências nem planeamentos. Um dia entramos numa agência de viagens e compramos uma viagem para hoje, para a paisagem do catálogo que nos parecer mais bonita na altura.Enquanto esse dia não chega e temos, mais uma vez, a existência de férias condicionada a factores externos [estamos a ficar habituados], vou encostar os livros e os cadernos, tomar um grande banho e deitar-me com um livro novo, o mais leve que encontrar ali na estante.
Abraço
Há qualquer coisa de reconfortante no teu abraço. Não chega para mudar o mundo, não resolve todos os problemas, mas conforta-me. Ampara-me. Seca-me as lágrimas. Aquece-me o coração e lembra-me que fica sempre tudo bem.
Há coisas que nunca mudam

Há coisas que nunca mudam.
No secundário, lembro-me de estudar para os exames nacionais com muitos Twix ao lado. Na faculdade passei uma fase de rebuçados. Este ano, é o chocolate outra vez. A cada dia que fico em casa a estudar, vejo o stock dos chocolates e bombons a diminuir. As gomas também me pareciam bem, mas como não há os chocolates servem perfeitamente.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Escada da felicidade
Então continuamos à espera. Porque acreditamos que coisas boas acontecem a pessoas boas, porque acreditamos que querer é meio caminho andado para poder e porque acreditamos que o melhor ainda está para vir. Não que o que temos não agrade ou não nos faça felizes, mas porque achamos que a vida pode sempre ser melhor. E como somos pessoas de fé, de esperança e de crença, não cruzamos os braços mas mantemos as preces no coração enquanto que corpo e mente sobem esta escada que deve ser a vida. E acreditamos que, o próximo degrau onde chegaremos, será sempre melhor que este em que estamos. Porque é isso que queremos, é por isso que fazemos: Por conseguir tocar numa felicidade ainda maior que estará sempre, um degrau acima de nós.quarta-feira, 2 de junho de 2010
Vuvuzelas
Ainda o Mundial não começou e eu já não posso ouvir as Vuvuzelas.
Do ponto de vista do Marketing, foi uma jogada brilhante. Acho que só se esqueceram de um pequeno detalhe: O português leva o futebol a sério e vive todas as iniciativas com muito, às vezes demasiado, fervor.
Moro relativamente perto de uma escola básica. Ouvimos algum burburinho nos intervalos, mas nada de incomodativo. Ontem de manhã só se ouviam Vuvuzelas. À noite, depois do jogo, toda a criançada (e alguns adultos) do bairro soprou a sua Vuvuzela de forma continuada. E hoje de manhã lá estavam elas outra vez.
Um minuto de energia positiva, entre o hino e o apito do árbitro parece-me bem. Levar as Vuvuzelas para todo o lado e soprá-las como se não houvesse amanhã a cada oportunidade, não. Cheira-me que falta pouco, poucochinho para os professores proibirem as Vuvuzelas nas escolas. Ou isso ou qualquer dia apareço no jornal como a destruidora de Vuvuzelas.
Do ponto de vista do Marketing, foi uma jogada brilhante. Acho que só se esqueceram de um pequeno detalhe: O português leva o futebol a sério e vive todas as iniciativas com muito, às vezes demasiado, fervor.
Moro relativamente perto de uma escola básica. Ouvimos algum burburinho nos intervalos, mas nada de incomodativo. Ontem de manhã só se ouviam Vuvuzelas. À noite, depois do jogo, toda a criançada (e alguns adultos) do bairro soprou a sua Vuvuzela de forma continuada. E hoje de manhã lá estavam elas outra vez.
Um minuto de energia positiva, entre o hino e o apito do árbitro parece-me bem. Levar as Vuvuzelas para todo o lado e soprá-las como se não houvesse amanhã a cada oportunidade, não. Cheira-me que falta pouco, poucochinho para os professores proibirem as Vuvuzelas nas escolas. Ou isso ou qualquer dia apareço no jornal como a destruidora de Vuvuzelas.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















