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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O último esforço


Não quero desistir. Não quero e não posso. Mas também não sei se aguento mais. Quero aguentar, mas também quero descansar. É que este fim, este último esforço e último bocadinho, está a demorar. Está a custar.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Não dá


Hoje não. Hoje estou em dia não. Tantas noites mal dormidas, tanto trabalho, cansaço acumulado e sono tinha que ter consequências. Ontem ouvi que a cabeça é mais forte que o corpo, e que às vezes mesmo a cabeça estando bem, devemos parar, para bem do corpo. E eu mais uma vez não soube parar. E agora já nem cabeça nem corpo. Nem sono.
Só me apetece enrolar-me bem quentinha, com um livro na mão. Ou sem livro. Sem ver nem ouvir ninguém, só a descansar a cabeça. Só a tentar limpá-la.
Amanhã será melhor. Terá que ser.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Que semana!


Esta semana foi uma semana a sério. Na escola, um trabalho de uma cadeira para entregar no início da semana, outro para entregar e apresentar hoje, começar a estudar para uma frequência daqui a dois dias, aulas até à meia-noite, seminário e o tema da tese para decidir.
No trabalho, foram reuniões a começar às 7h da manhã, horas de almoço de, no máximo, meia hora, apresentações para preparar e fazer, mais que muitas solicitações e pedidos, dezenas de telefonemas e negociações e um evento para preparar.
No resto da vida, que é muito pouquinha porque só os dois tópicos acima ocupam-me o dia todo, foi tentar dormir 4 ou 5 horas por noite, perder tempo a disfarçar as olheiras enormes e as duas borbulhas que apareceram em consequência de um chocolate de avelãs, ocupar-me de prendas e miminhos de Natal, almoços de Natal, começar a maratona de bombons (começaram a chegar à empresa as caixas de bombons oferta de clientes...), ir a um hipermercado a correr para comprar uma coisa e acabar por demorar mais de 45 minutos por ter que fazer uma queixa formal, algumas novidades, elogios qb e muita ciumeira de uma amiga que vai amanhã para NY. E os cinco minutinhos que me sobram a cada dia, depois disto tudo, têm sido destinados a sentar-me na minha cama com um livro e uma caneca de leite, a ver se exorcizo toda esta energia e aceleração e se consigo adormecer.
E amanhã a semana chega ao fim. Thank God.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Beauty isn't make up?


Nas últimas duas semanas, não sei bem porquê (ou sei, por preguiça+falta de tempo+outras coisas que agora não interessam) deixei de utilizar maquilhagem.
Ontem, em casa de uns amigos, fui ao wc e deve ter sido a primeira vez que tive tempo de olhar para mim com alguma atenção. Assustei-me, obviamente. Com as olheiras até ao queixo, os olhos vermelhos de cansaço, a pele branca pálida.
Hoje voltei à dupla corrector e base. Desculpem todos os que se cruzaram comigo nestas últimas semanas e foram confrontados com o meu aspecto terrível. Vou tentar que não se volte a repetir.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

De cair para o lado


Fazer-me de forte. Acordar às 7h com o nervoso miúdinho. Fazer a mala dele, arrumar umas coisas. Levá-lo ao hospital às 9h00. Segurar as lágrimas. Esperar pela vez. Esperar pelos papéis do internamento. Levá-lo ao internamento. Ficar com ele. Despedir-me dele, escondendo o nervoso. Ir a correr para o trabalho. Trabalhar durante 1h30 a tentar organizar os poucos pensamentos existentes e sair à hora de almoço. Correr para o hospital, para lhe fazer companhia. Sair do hospital às 16h30 e correr de volta para o trabalho. Trabalhar até às 19h30, correr para o hospital que ele tinha acabado de sair da cirurgia. Estar cinco minutinhos com ele, a título excepcional, e correr para as aulas. Lá para a meia noite hei de sair das aulas. Mesmo a tempo de continuar e acabar o trabalho que estava a fazer quando saí do hospital e que é para amanhã.
Amanhã, começar a trabalhar às 7h30 para poder sair mais cedo. Trabalhar até ao meio dia, hora em que posso ir para o hospital. Ficar lá até às 8h, hora em que vou voltar ao trabalho.
Cheira-me que quando ele chegar a casa, caio eu para o lado.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Silêncio... [2]



Neste mesmo dia, quando cheguei a casa ao fim do dia, bati-lhes à porta (de casa e não do sótão) à espera de encontrar a mãe ou alguém que lhes pudesse incutir algum juízo*. Pois que encontrei o mesmo menino com quem tenho falado, que pediu desculpas.
Nas últimas duas noites os rapazes foram bastante mais silenciosos (ou não foram ao sótão), mas as noites foram curtas porque cá em casa é época de exames finais.
Esta noite foi o descalabro. Às 2h30 da manhã, quando o meu futuro esposo deixou os estudos, foi lá acima avisá-los para baixarem o reaggie que estavam a ouvir e falarem mais baixo. O que prontamente fizeram, e nós prontamente adormecemos. Acontece que fruto de substâncias estranhas ou só da hora da noite, acordámos às 6h30 da manhã com risos e gargalhadas e os barulhos de quem está a dançar o can-can em cima das nossas pobres e sonolentas cabeças.
Já mais que furiosa, que o sono a mim deixa-me bem disposta, voltei lá acima e fiz a minha pior cara (Não foi difícil,confesso. A minha cara por si só já devia ser assustadora) e disse que estava a ficar realmente cansada e que se isto voltasse a acontecer teria que tomar medidas diferentes, porque a paciência esgota-se e muitas noites sem dormir é dose.
Não sei bem quais serão as instâncias (aceito sugestões...), mas teremos que fazer alguma coisa.
Hoje, pareço aquela girafa. É que estou tal e qual. À excepção que eu sou uma girafa com um humor de cão e uma fome de leão, porque se há coisa que a privação do sono me altera é o humor e a fome.
*E nesta altura sinto-me velha em dizer isto, o que fica para outro post.

domingo, 4 de julho de 2010

Pura loucura


48 horas de pura loucura, este fim-de-semana.
30 horas a dormir
8 horas a trabalhar
2 horas numa esplanada
8 horas a fazer algo parecido com comer gelado.
Não comprem o gelado da imagem. Não presta. Yuk. Não presta especialmente se quem viver convosco não gostar e vocês amarem de paixão. É mau, muito mau.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Fragilidade

Houvesse um canto pra se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade


(...)

Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar


Mafalda Veiga, Fragilidade


E eu, sinto-me quase, quase a partir. Que ninguém me toque, nem ao de leve. Que não venha nem mais um sopro de vento, nem mais um abano, que eu sinto-me tão frágil.

sábado, 26 de junho de 2010

LaZ(zzz)y

Desde sexta-feira passada, que os dias foram passados a acordar cedo e deitar tarde, trabalhar muito e sem parar, e a dormir uma média de 3horas por noite. Ontem acabei o dia esgotada. Hoje estou em desforra. Só me vou levantar da cama para ir à esplanada (Faz-favor de aparecer, Sr. Sol). E depois à tarde sou capaz de dormir uma sesta, ou ler um livro ou uns blogs. Que esta semana o meu cérebro nem disso foi capaz.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Tilt


E hoje foi o tilt. Não sei se foi de ontem ter estado a fazer contas e ter percebido que até Julho não tenho uma única noite, feriado ou fim-de-semana que não vá ser passado com a fronha enfiada em livros e cadernos. Não sei se foi de hoje ter uma reunião inesperada, em que em vez de barafustar me resolvi calar e engolir em seco. Não sei se foi de ter perdido a minha pen e com ela metade da minha vida. Não sei se foi de ter dormido pouco esta noite, esta semana, este mês. Não sei se é da overdose de açucar e chocolate em que ando. Não sei se foi de ter abusado do café. Não sei se é da ansiedade acumulada das notícias que espero desde o fim de Abril. Não sei se é de ver a lista de despesas do casamento a aumentar, aumentar, aumentar. Não sei se é da casa estar suja e eu não ter tempo/força/vontade de a limpar. Não sei se é de precisar de férias, férias à seria e não dois ou três dias. Não sei o que foi, mas sei que hoje à tarde juntei tonturas com arritmias e agora estou aqui, mais para lá do que para cá, deitada no sofá a pasmar.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Dormir, dormir



Ando numa fase de Bela-Adormecida. Onde me encosto, adormeço. Não ando cansada nem a bocejar pelos cantos, mas não é preciso deitar-me nem é preciso ser de noite para adormecer. Almoço, encosto a cabeça no sofá et voilá. De manhã, acordo com o despertador, viro-me para o outro lado e já está. À noite assim que me deito, nem dá tempo para pestanejar.

Isto não é comum em mim, sempre eléctrica e sem sono.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Actos falhados

Se Freud lesse o meu blog, daqui a pouco estaria a rir-se e a dizer: Kika, são os actos falhados... É o inconsciente.
Então não é que cheguei a casa, arrumei umas coisas, vesti o pijama e aprontei-me para me entregar de corpo e alma a uns artigos que tenho para ler. Fui buscar o portátil e... Onde estava o portátil? Nem na cozinha, nem na sala, nem no quarto, nem no corredor... Em lado nenhum. Até que se fez luz. Abri a porta da rua e lá estava ele, do lado de fora, no chão.
Acho que não é preciso dizer mais nada.

sábado, 13 de março de 2010

Das aulas

O resultado de duas semanas de aulas é assustador.
Apesar de comer muito mais que o normal, estou mais magra. As minhas unhas estão tão frágeis, que se desfiam literalmente quando são limadas. Usá-las curtinhas, a partir de agora.
Tenho a casa ligeiramente (muito) desarrumada, mas parece-me que ganhei mecanismos de defesa. Já nem vejo os cinco pares de botas que estão desarrumados junto à entrada, já nem reparo se a bancada está muito ou pouco suja.
Não faço um bocadinho de exercício desde o fim-de-semana passado, isto se andar às compras contar como exercício físico.
Tenho mais de 600 posts por ler no reader, fora os que li e não comentei. Achava que ia ser agora, mas não me parece que o meu cérebro consiga alinhavar mais dois pensamentos direitos.
Talvez mais logo, ou talvez amanhã.
Ainda assim, ando felicíssima, delirante e entusiasmada. Vá-se lá perceber.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Dormir

icanread

Nas últimas 48 horas devo ter dormido mais de 30 horas. Nada mau, para quem nem gosta muito de dormir. Deve ser algum tipo de cura de sono. Por falar nisso, estou acordada há quase 8 horas. Tenho que ir fazer uma sestinha, que amanhã já é segunda e eu tenho uma viagem à capital para reuniões.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

I'm back

Estou de volta, a meio gás.
Devo ter trabalhado mais de 60 horas esta semana (no escritório, fora as outras em casa).
De quinta para sexta dormi 3horas, e o tempo acordada estive a trabalhar. Ontem deitei-me já depois da 1h. E tive um dia muito mau, daqueles em que nos sentimos a desabar a qualquer minuto, que fazemos um esforço tremendo para conter as lágrimas, e nunca sabemos bem quando vamos começar a correr para um cantinho, para nos escondermos e chorar.
Estou muito, muito cansada. E a minha auto-estima e felicidade sofreram um abanão bem grande. Digo abanão, porque tentaram destrui-las mas não conseguiram. Abanou, estremeceu, chorei, senti-me miserável e começou a passar. E vai passar.
Hoje dormimos até às 10h00 e estivemos a apanhar solinho numa esplanada. E depois do almoço, acho que vou dormir uma sesta, repor energias.

Tenho mais de 300 posts por ler no google reader, mas lá chegaremos com calma. Hoje, lentamente, vou marcar presença nas vossas chafaricas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Dicas: precisam-se

Alguma das ladies toma vitaminas ou qualquer suplemento para aumentar a vitalidade e combater a fadiga/cansaço/astenia?

Fico à espera das vossas dicas.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Segunda-Feira


O Domingo foi dia-do-pijama, em que vimos The time traveler's wife e Julie&Julia, fizemos pão quentinho para o lanche e acabei o Amanhecer. As noites do fim-de-semana foram complicadas, com o barulho do vento a dificultar o sono. E hoje a segunda-feira está a custar. Estou cansada e não me consigo concentrar no que devia [trabalho]. Ou muito me engano, ou estou aqui estou a começar a tomar ampolas, ginseng, gisana, qualquer coisinha.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Cansaço

Há já uns dias que me sinto muito, muito cansada. Fisica e psicologicamente, mas sobretudo emocionalmente. Apetece-me tirar uns dias de férias, deitar-me sozinha e tapar-me sem ver nem ouvir ninguém. Bem encolhida, no meu canto. Que ando de lágrima fácil e isso não é bom para ninguém.
Apetece-me que chegue o Natal rápido. Porque preciso dos dias de descanso, da boa comida e do calor dos abraços da família que tanta falta me faz.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Alguém daria pela minha falta?

Hoje estou naqueles dias cansados, sem forças. Então não fiz nada à hora de almoço, comi e deitei-me na cama. Faltam 15 minutos para começar a trabalhar. Ficava aqui deitada mais umas 2 ou 3 horinhas, até podia ser que adormecesse. Puxava o cobertor para cima e tapava a cabeça... Podia ser que ninguém desse pela minha falta...