quinta-feira, 29 de abril de 2010

Feira do Livro

Vai começar a feira do livro.
Provavelmente, é uma das alturas do ano em que tenho mais saudades de viver em Lisboa. Era o meu passeio de quase todos os dias. Desde que me lembro de ser gente.
Este fim-de-semana aproveito que estarei pela capital e lá irei eu subir e descer o Parque Eduardo VII de gelado numa mão e sacos de livros na outra.
 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Prioridades

Às vezes acho que andamos todos um bocado trocados. Uns nuns aspectos, outros noutros.
Uma colega minha está a recuperar de uma depressão. Está ainda a tomar uma carrada de medicamentos, daqueles bem fortes. Agora que trabalho mesmo ao lado dela, tenho vindo a observar os comportamentos dela e parece-me que algo está mal.
Sei que ela não toma o pequeno-almoço em casa, porque já uma vez falámos sobre isso. Assim, bebe um café quando chega ao trabalho, e toma o pequeno-almoço apenas por volta das 10h30/11h00 (Uma torrada e um café, altura em que toma os medicamentos). O almoço é sempre e invariavelmente ou um iogurte daqueles novos com cereais na tampinha, ou dois iogurtes sólidos normais. Sempre com bifidus. O lanche é outro iogurte e às vezes uma ou duas bolachas. E, ainda, junta a tudo isto alguns comprimidos naturais para emagrecer, reduzir gorduras, perder celulite, etc.
Eu ando seriamente preocupada com ela e já tentei (tentámos, várias pessoas que repararam) falar com ela. Custa-me especialmente perceber que, muito provavelmente, esta alimentação desequilibrada está a prejudicar o tratamento psiquiátrico que ela está a fazer.
Acho que há alturas em que temos que rever prioridades. É importante ser magra. Ok, é um desejo legitimo. Mas não é muito mais importante ser saudável?

O meu namorado é o melhor do mundo III

Hoje de manhã, cheguei ao carro e tinha dois post-its.
Um dizia "Amo-te muito!".
O outro dizia "Ps: Deixaste o carro aberto de noite!"

terça-feira, 27 de abril de 2010

Era eu.


Esta noite tive um sonho.
Podia ter sido um pesadelo, porque alguém que gosto muito passava por uma situação muito difícil. Mas não foi. No meu sonho eu abraçava-a numas escadas, ouvia-a e ajudava-a. Na vida não há nada que possamos ter a certeza, dizia-lhe. A única certeza que temos é que há coisas que não podemos evitar. Quando a vida nos dá bons e maus momentos, a única certeza que temos é que aconteceu. Está feito, está dito, está vivido. Tudo o resto está por escrever. A forma como olhamos para o que aconteceu, o que fazemos com a única certeza que temos, é nosso. É uma escolha nossa. E podemos sempre escolher seguir em frente, numa subida que pode ser muito íngreme, mas que se estende à nossa frente. E não vai ser fácil continuar, sempre a andar, sempre a subir. Mas é possível, mesmo que às vezes parte do caminho seja aos tropeções, com pouco equilíbrio e algumas paragens.
E enquanto falava com ela, percebi que falava comigo mesma. Percebi que no meu sonho, aquela menina que sempre vi como um “eu” mais novo, era eu. E era eu que a ajudava. Era eu que lhe dizia o que ela precisava de ouvir.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Mais marés que marinheiros

Tinha-me despedido na semana antes e aguardava por boas notícias. Sozinha em casa, numa cidade que era ainda tão pouco minha, pouco faltava para mergulhar numa já tão conhecida espiral do desespero. Peguei numa mala e enfiei-me num expresso, rumo ao Algarve onde os meus pais estavam de férias.

E naquela semana, mudei. Todos os pequenos aspectos das férias de sempre que me eram tão familiares acalmaram-me e renovaram-me. Os almoços de peixe, no sítio do costume. As sestas e as leituras. As corridas à beira-mar com o meu pai, com conversas sobre os sonhos e as ambições. A força que recebi nesses dias e que me fizeram crer que tudo era possível. Bastava querer, bastava acreditar muito. E um dia o telefone tocou. E nesse dia acreditei mais do que nunca que os sonhos se realizam e que depois da tempestade vem sempre a bonança.

Foi em Junho de 2008 e esses dias parecem tão longe mas ao mesmo tempo tão perto. E estas memórias têm estado particularmente vivas em mim nos últimos dias. Porque agora precisava mesmo da paz que nos traz aquilo que conhecemos tão bem. Precisava mesmo de acreditar que sou forte e que tudo é possível. E que a vida é um ciclo como a maré que enche e vaza, dia após dia, para nos deixar espaço para as nossas caminhadas à beira-mar.

Date night

Depois de uma tarde de praia, resolvemos que nada melhor para nos prepararmos para mais uma semana que um cineminha. Adorei o filme, ri-me até às lágrimas. O pior foi que estava tão entretida a ver o filme que lá se foi um balde de pipocas dos maiores. Só dei por isso quando comecei a sentir-me mal disposta. Acordei de noite e achei que me ia dar o badagaio, mas resisti. Esta manhã a coisa não está mais pacífica, parece que o meu fígado, vesícula, estômago e afins não gostaram da ideia. E assim começa a semana, a chá e torradas secas.

domingo, 25 de abril de 2010

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dream it


Hoje, em conversa sobre sonhos, disse que neste momento não sabia bem qual era. E depois passei o resto da tarde a pensar no assunto.
Sempre tive muitos sonhos, alguns daqueles grandes e a longo prazo, outros mais pequenos. Fui realizando uns e outros apareceram sempre em sobreposição ou substituição.
Neste momento, os meus grandes sonhos de sempre estão realizados. Passei a ter o objectivo e a vontade de os manter, mas deixou-de ser sonho para passar a realidade. Todos os meus outros sonhos actuais são distantes no tempo, num prazo de três ou quatro anos, provavelmente. E até lá? Posso viver calmamente, aproveitando todas as coisas boas e preparando-me para conseguir realizar esses sonhos. Mas será que chega?
E muita sorte a todos os que têm sonhos em vias de realização.

Ser quem sempre quis ser


É assim que eu sou, é assim que eu vivo. É assim que eu tento ser e viver. Sempre a aprender com as quedas e os erros, sempre a tentar ser melhor pessoa do que fui ontem, do que fui há um minuto atrás.
É assim que para mim faz sentido. Para que um dia, no fim dos meus dias, possa olhar para mim e pensar: Sou a pessoa que sempre quis ser, ou pelo menos estou muito perto.

Às vezes gostava de ter um blog de culinária [3]




Bolonhesa de soja

Cozinho a soja granulada como a carne, e portanto dá-me para os mesmos fins: Esparguete à bolonhesa, empadão, lasanha...


Soja granulada (Não sei as medidas)

Azeite

2 tomates

2 dentes de alho

1 cebola

1 colher de sopa de molho de soja

Vinho branco

Sal

Pimenta


Deixar a soja de molho em água até ganhar volume. Aquecer um fio de azeite e alourar a cebola e o alho picado. Juntar o tomate picado e mexer. Juntar a soja granulada e envolver. Juntar o vinho branco, tapar e deixar cozinhar durante 20 minutos. Temperar com o molho de soja, o sal e a pimenta.

Servir com massa, arroz, ou utilizar para empadão.



Nota: Estou contente. As fotos estão a melhorar (Na minha opinião!!)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Amar... [2]

O amor pode ser muita coisa. O que pode fazer uma relação resultar, são muitas outras tantas coisas.
Há uma que para mim é essencial. É o apoio. Termos ao nosso lado alguém que sabe como somos e o que queremos, que partilha os objectivos comuns e conhece os nossos objectivos pessoais é muito importante. Mais importante ainda é essa pessoa estar disposta a tudo para nos ajudar a atingi-los. É bom ouvirmos que nos apoiam. Mas melhor ainda é sentir, dia após dia, esse apoio a chegar-nos nas coisas mais pequenas e insignificantes. É fundamental termos alguém que, em prol da nossa felicidade, é capaz de mover montanhas. Sejam essas montanhas o responsabilizar-se por iniciativa própria das lides domésticas quando estamos num período difícil, seja dispor-se a mudar de emprego, cidade ou país, seja só engolir a tristeza ou orgulho que tem no momento, simplesmente para nos dar uma palavra de encorajamento naquele dia importante. Não é fácil apoiarmos tanto alguém que por vezes temos que ceder em gostos ou vontades próprias em nome de um objectivo que nem sequer é nosso. Mas a mim, parece-me essencial. Até porque a realização que depois chega, deixa de ser só de um e passa a ser dos dois. Que nada se faz sem esforço, sem sacrifício e sem luta, mas quem ama desta forma altruísta receberá, certamente, uma grande parte dos louros da vitória.

Note to Self [1]


Lembra-te disto mais vezes.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Primeiro trabalho!!!



O primeiro trabalho do mestrado está acabado.

Way to go, Kika!!!

E hoje o dia foi fan-tás-ti-co. Super relaxante, com muita concentração e muito trabalho, mas também com um óptimo passeio ao sol para recarregar baterias (Como se eu precisasse...). Fez-me lembrar os tempos de estudante a full time. Agora vou só tomar uma banhoca e vou mandar imprimir o trabalho para o ir entregar. Just like in the old times.

O sol


O sol voltou a brilhar e traz logo outro ânimo.
Vamos lá todos olhar para o céu azul e para o sol que tenta espreitar. Vamos sorrir-lhe e agradecer-lhe por existir. Pode ser que assim ele se decida a ficar por mais uns dias.
Um bom dia para todos!

O dia começa cedo



Eu nunca dormi muito. Em alturas de muito trabalho, menos vontade de dormir tenho.
Lembro-me nos anos finais da faculdade, quando andava cheia de trabalho e matéria para estudar. Deitava-me cedo, muito cansada, e acordava por volta das 2h/3h com uma espertina e uma genica fenomenal. E então, ao invés de ficar deitada, levantava-me e arranjava um chá ou um bolero, e sentava-me ao portátil. Muitos trabalhos foram feitos nesse período, em que o mundo dormia e eu conseguia, finalmente, concentrar-me. Essas 3 ou 4 horas que ali ficavam chegavam a ser mais produtivas que um dia inteiro!
Os meus pais inicialmente estranharam esta pancada. Depois, mesmo sem perceberem muito bem, aceitaram e nunca criticaram esta minha opção menos comum.
Já o meu futuro marido tem muita dificuldade em compreender as minhas insónias, sejam por que motivos forem (Sei que nem sempre é fácil percebermos o bioritmo dos outros, especialmente quando é tão diferente do nosso...). Às vezes fico deitada a olhar para o tecto, o que é muito contra natura para mim, só para não o perturbar. Mas custa-me muito.
Hoje fiquei duas horas a olhar para o tecto. E desisti. Levantei-me e vim acabar um trabalho do mestrado que tenho que entregar amanhã. É certo que ainda não o acabei, mas já vou na versão dois, com algumas (muitas) revisões e começa finalmente a parecer-se com alguma coisa decente.
E agora, estou a ouvir os passarinhos e a cidade a despertar (A beber um cházinho Noites Tranquilas... Irónico, não?). E há poucos momentos que me tragam maior paz que este. O recomeço de um novo dia.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Acreditar


Todos precisamos de acreditar mais. Acreditar em nós próprios, nos outros, no amor. No mundo. Na vida.

This shoes are made for walking...





E para vestir com este vestinho, que já é meu.

domingo, 18 de abril de 2010

Superstição

Estávamos os dois na sala, ele a ver o Benfica e eu a estudar. Ele foi à cozinha acabar de preparar a sopa e foi golo do Benfica.

Eu: Foi golo do Benfica.
Ele: (A correr da cozinha) Boa!! Deve ter sido recompensa de me ter portado bem e ter ido fazer a sopa!
Eu: Pois, deve ter sido. Se calhar é melhor ires também lavar o chão....

:)

Pedido


Não foi bem assim que pediste, mas a verdade é que de hoje a cinco meses lá estaremos.

I ♥ Breakfast


A minha refeição preferida do dia. Todos os dias.

sábado, 17 de abril de 2010

Às vezes gostava de ter um blog de culinária [2]



Bolo de Cenoura
Uma cor linda, uma textura muito cremosa. E quase light, como se quer.
Hoje foi a sobremesa do almoço.
  • 110 g de manteiga
  • 110 g de açúcar mascavado
  • 110 g de farinha
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 2 cenouras raladas
  • 1 ovo
  • açúcar em pó para decorar
Com uma batedeira misturar a manteiga com o açúcar e juntar o ovo inteiro. Adicionar depois a farinha e o fermento, a cenoura ralada e misturar bem.
Levar ao forno (180ºC), numa forma untada com manteiga, cerca de 25 a 30 minutos. Desenformar e decorar com um pouco de açúcar em pó.

Onde é que vamos parar?

Vulcões. Sismos. Tornados. Chuvas de Meteoritos.
Manso é a tua tia, pá.


Onde é que vamos parar?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Às vezes gostava de ter um blog de culinária



Espinafres com ricotta.
Um recheio fantástico para crepes, pastas, tostinhas...
  • Um molho de espinafres
  • 250g de ricotta
  • Azeite
  • Alho
  • Sal
  • Pimenta
  • Noz-Moscada

Lavar os espinafres e coze-los durante cinco minutos, com pouca água. Escorre-los bem.

Aquecer um fio de azeite com um alho picado e deixar alourar. Juntar os espinafres e saltear. Juntar a ricotta e envolver, temperar com o sal, a pimenta e a noz moscada.
Utilizar o recheio no que se pretender.

TPM


TPM + Chuva e céu cinzento + Previsão de Maratona de trabalho a partir de hoje à tarde = Meia caixa de cereais de chocolate devorados assim, num ápice.

Casamento

Acho que gostava de casar na praia.
Agora, que já preparei todo o casamento, cheio de detalhes românticos e com 3 dígitos de convidados, gostava que fugíssemos para uma praia bem longe e casássemos só os dois. Com um colar de flores e os pés descalços na areia.
Já é tarde para mudarmos de planos. Mas promete-me que num aniversário de casamento me levas para longe e vamos casar novamente, à beira-mar.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Felicidade


Gosto de me rodear de pessoas bonitas. Não com bom aspecto, mas com um interior lindo e um brilho especial. Aprendi que conhecer e estar com pessoas fortes, com um espírito elevado e cheias de sorrisos me faz crescer. Porque essas são as lições que preciso de aprender. Porque são as histórias de vida repletas de coragem, felicidade e paz que eu tomo como exemplo. Porque é isso que eu sempre ambicionei para mim, e passo a passo sinto que cada vez mais me afasto da minha natureza depressiva e negativista. É um caminho longo, mas pelo menos já me afastei da linha da partida. Para a meta falta muito, mas lá chegaremos. Porque felizmente, o mundo ainda tem muita gente boa com quem posso aprender.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Limites


Hoje perguntaram-me como é que era possível, querer fazer as cadeiras todas do semestre. Para mim, estranho era não as fazer.
Não sou invencível, nem elástica, nem a super mulher. Conheço os meus limites, mas também conheço a minha persistência e o meu perfeccionismo. E o que é que se faz sem esforço, que valha a pena? O que somos nós, se nunca lutarmos pelo que queremos, se desistirmos de tudo o que dá trabalho?
Antes de sair de casa de manhã, já dei uma arrumação geral na casa. Cama feita, a loiça toda na máquina e a bancada da cozinha limpa, um jeitinho nas almofadas do sofá e nas toalhas do wc.
Se venho almoçar a casa, aproveito para dar uma aspiradela ou limpar o pó. Noutros dias aproveito para ler blogs ou tratar de assuntos pessoais. Ainda há outros em que leio um livro ou artigo que preciso para o mestrado. Ultimamente adoptei a modalidade de levar almoço e trabalhar na hora de almoço, já que as oito horas não me estavam a chegar para tudo o que tinha para fazer.
Saio e vou para as aulas. Estou atenta e tomo notas. Quando chego a casa já depois da meia noite, caso não tenha nenhum trabalho para acabar, faço uma bela ceia e vou dormir.
A grande diferença, é que não perco tempo a lamuriar-me.
Hoje por exemplo, tive uma hora para jantar. Abri o portátil e comecei a trabalhar num artigo para entregar para a semana. O fim-de-semana vai ser destinado a continuá-lo. Depois, então, penso no próximo trabalho. E assim sucessivamente. Sem grandes stresses nem preocupações, um pé atrás do outro.
Por isso (e porque a minha licenciatura foi realmente uma boa escola), não acho que tenhamos uma quantidade anormal de trabalhos. Tudo se faz. A seu tempo.
Eu também me canso. E por isso é que tirei uma semana de férias de trabalho e mestrado, para aproveitar e por o sono e o humor em dia.
Só que na maioria das situações, o que cansa mais é pensarmos no cansaço. E nos problemas. E essa lição meus amigos, eu aprendi-a cedo.

Passaportes

Hoje foi dia de tirar passaportes.
60€.
SE-SSEN-TA.
Tirámos dois, e em 10 minutos foram menos 120€ na conta.
CEN-TO E VIN-TE.

Só eu é que acho caro?

terça-feira, 13 de abril de 2010

Apatia

Até eu estou a ficar cansada do meu estado de espírito. Não é depressão, não é desânimo, não é falta de fé. Ou é um bocadinho de tudo. Com uma pitada de apatia. Sei lá. Só sei que gosto muito mais da minha versão animada, crente, positiva e feliz da vida.

Time waster

Este é o pós-férias mais duro da história. Stop. Depois de dez dias sem fazer nadinha, trabalhar oito horas e ter aulas até à meia noite é puxado. Stop. Dói-me o corpo todinho, começando na cabeça e acabando nas pernas. Stop. Pareço um zombie. Stop. Ontem fui a rainha da procrastinação. Stop. Hoje vou trabalhar como uma moira para aprender que quando se tem pouco tempo, não se deve perde-lo a olhar para o computador.

Como é que sabemos que um dia foi demasiado longo...? Quando conseguimos fazer quatro posts. WOW!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dieta


O meu noivo está de dieta.
Depois dos devaneios da Páscoa, uma semana de férias cheia de caminhadas e comidinha da boa, perdeu um kilo. Mas os meus reforços positivos não foram suficientes.
Acabei de o encontrar ao pé das máquinas de vending. De café na mão. Conheço-o tão bem (e apetecia-me tanto um chocolatinho) que pús a mão no bolso da camisola, volumoso.
Não um, mas dois pacotes de M&M. E aquele sorriso maroto, de criança apanhada em flagrante.

Mestrado

Ai ai. Que temos um trabalho para entregar por semana. Ai quem me acode, que dez dias não chegam para fazer um trabalho. Oh professor, como se escreve um artigo científico. Alunos, hoje vamos aprender a fazer uma bibliografia. Professor, se não mudar a data do trabalho vamos todos para exame. Ai ai, que não pode ser.
Mas esta gente pensa que isto é o quê? A escola primária? Não era suposto, quando trabalhamos e nos inscrevemos num mestrado, estarmos perfeitamente conscientes de que vamos ter que nos esforçar?
 

Hug me...


É isto que preciso. Que me abraçes e digas que vai tudo ficar bem. Que vamos conseguir, juntos. Que vamos conseguir.

Mudança


Há alturas em que sabemos, sentimos no nosso âmago que algo vai [ter que] mudar. Ainda não sabemos se seremos nós ou o mundo. Vamos ter o que queremos? Vamos querer diferente? Vamos perceber que queríamos o errado, pelas razões erradas, na altura errada? E depois? Vamos focar-nos no certo? No que precisamos? No que nos faz feliz?
Há alturas em que sentimos uma borboleta na barriga que nos diz que algo vai [ter que] mudar. E queremos muito acreditar, sem grandes esperanças porque as borboletas na barriga podem significar mil e uma coisas, mas queremos muito que signifique mudança.
Porque há alturas assim, em que a mudança é tudo o que precisamos.

domingo, 11 de abril de 2010

Brincos

Queria as vossas opiniões. Eu sei que é subjectivo, que depende do vestido e do penteado e blá blá, mas dêem-me lá a vossa opinião. Que brincos gostam mais para o W-Day?


Três primeiros, Swarovsky. Últimos, CK Jewellery.

sábado, 10 de abril de 2010

Obrigada

A ti, porque és o melhor do mundo.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Eu até sou boa rapariga... IV


O livro.
E o meu aniversário já está quase.

Pós-Férias


Isto é levar a Depressão Pós-Férias a um outro nível nunca imaginado. 10h00 da manhã de sexta-feira, último dia de férias, e estou a sentir-me tão deprimida como se segunda-feira fosse para a forca. Há pelo menos duas horas que estou assim. Boa.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Quase-Perfeito


Mais uma manhã de praia. Cheia de sol. E nada melhor que chegar cedo ao areal sem pegadas e ver este coração. Como o amor. Quase perfeito.

Amar... I



Amar é partilhar. É aprender e ensinar, é aceitar que temos tanto por saber e por conhecer. Olhar para o outro e reconhecer que não é perfeito, mas querer vê-lo percorrer o seu caminho, tornar-se mais e melhor. Sem nunca negar ensinar o pouco que sabemos. Assumindo sempre que sabemos pouco e temos ainda tanto por aprender. Não é só querer ensinar, nem querer que o outro aprenda. É querer aprender em conjunto. Viver em conjunto. Cair em conjunto. Ser e crescer, em conjunto. E ter orgulho. Grande, imenso. Na pessoa que quem amamos é, na pessoa em que o vimos tornar-se. E é saber sempre, até nos seus piores dias, que o seu âmago está lá e é valioso. Porque o caminho, percorremo-lo juntos. Porque as pessoas em que nos tornámos, tornámos-nos juntos. E porque assim, o futuro só pode ser um bom augúrio.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Coisa de nascença

Vocês não sabem, mas eu tenho um defeito ou feitio, uma característica genética que me acompanha desde que me lembro de ser gente.
O meu cérebro leva a palavra Férias à letra. Férias são férias e não há cá pão para malucos.
Podia aproveitar os dias de férias para limpar a casa. Podia aproveitar os dias de férias para estudar e avançar os trabalhos do mestrado. Podia. E devia. Mas não consigo. Dá-me a preguiçite aguda e a minha cabeça não funciona.
Acho que é assim uma espécie de botão. Inconscientemente, prefiro que esteja desligado agora esta semana toda, mesmo que signifique que na próxima tenho que conciliar tudo.

Trabalho

Depois de muito procrastinar (Hoje que resolvi dedicar a tarde aos estudos), peguei nos livros, cadernos e portátil e vim para uma esplanada trabalhar.
Pode ser que assim, com o sol a bater-me na cabeça se faça alguma luz.

Mantras II

Este é o meu mantra para estes dias.
Acreditar, acreditar, acreditar.

A nossa vida tem sido levada assim. Com muita fé, muita força, de mãos dadas. O caminho faz-se caminhando, e nós nunca paramos. Mais, melhor, sempre.

É isso e que a vida resolve-se sozinha.

terça-feira, 6 de abril de 2010

E de quem é a culpa?

A tratar do processo de casamento religioso. Eu, ele e o padre.
"E o nubente é...?" pergunta o padre. E ele nada.
"Nubente?", repete o padre. Olho para ele e está a olhar para o padre com um ar muito atento. "Nubente? Como se chama?", repete o padre.
"O nubente és tu!", digo-lhe com uma cotovelada!


Cá fora: Fogo, já me podias ter avisado que eu era nubente.

Férias

Por aqui estamos de férias.
Sexta a domingo foram dias de santa família, com muito mimo, muito sol e muitos doces.
O dia de ontem foi passado no pampering, com uma limpeza de rosto para mim, seguido de um spa de pés e mãos e um spa de pés e mãos para ele seguido de uma massagem craneo-facial.
E hoje o dia começa cedo. Solarengo, como se quer.

domingo, 4 de abril de 2010

i really don't

sábado, 3 de abril de 2010

Alguém que me explique

Quantas amêndoas são demasiadas amêndoas...?

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O corpo é que paga



Ontem a noite foi de poker entre amigos. Um jogo bem regado no qual esta que vos fala se revelou uma autêntica profissional. O único problema foi que o corpo e a cabeça já não estão habituados a estas andanças, e deitar às 4h para levantar antes das 9h foi um verdadeiro problema.
Ele anda macambúzio, eu desforro-me em todos os doces que encontro. Folar, tortas, arroz doce, amêndoas de todos os tipos. É assim a vida. Cada um lida com as suas dores à sua própria maneira.
Uma Páscoa feliz a todos!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Fancy places



Saí de Lisboa há dois anos, e dou por mim sem conhecer os lugares da moda onde toda agente vai.
O papel de ignorante é um papel que me cai muito mal, por isso este fim-de-semana em que vamos andar por terras lisboetas, vou correr uma lista de restaurantes e cafés que tenho andado a fazer.


Sugestões?

Provocatório

"As grandes obras são sonhadas pelos génios, executadas pelos lutadores,
desfrutadas pelos felizes
e críticadas pelos inúteis crónicos."
Autor Desconhecido

Não sendo eu um guru da Gestão de Recursos Humanos, tenho a percepção de que nas empresas há dois momentos (coincidentes ou não) que podem dar origem à maior das motivações ou das desmotivações. Ou são muito bem geridos ou a casa vai abaixo. São eles o momento da Avaliação de Desempenho e da Revisão salarial.
E eis que chega a vez da Kika ser chamada à sala dos horrores. E eis que a avaliação é... Aquela nota do meio, sabem? Aquela que, nos inquéritos nós preenchemos quando não sabemos o que responder e que normalmente significa algo como "nem gosto nem desgosto". Os motivos? Pois bem, que fazes um trabalho muito bom. Pois que és competente e acreditamos no teu potencial. Fizeste coisas que nunca ninguém tinha conseguido fazer. Mas esta nota e este (não) aumento é provocatório. P-R-O-V-O-C-A-T-Ó-R-I-O. Provocatório? Sim, provocatório porque sabemos que a tua nota poderia ter sido muito melhor e estamos certos que a conseguiras melhorar se continuares a trabalhar assim. É para te motivar, porque há sempre espaço para melhorar. Depois do queixo caído, da surpresa e da arritmia, inspirei e expirei e perguntei.
Então vou ter esta nota todos os anos, não é? O discurso tem sido sempre este (Copy-Paste, igualinho igualinho) e há e vai haver sempre espaço para melhorar... Ah, e mais uma coisa. É suposto ir buscar a motivação onde? Ao meu aumento ou à avaliação que fizeram do meu trabalho?
Por momentos receei que me respondessem "A motivação está dentro de ti". Mas tiveram a decência de fazer só um sorrisinho amarelo.