domingo, 28 de fevereiro de 2010

Experiências II

Relatório da minha experiência com o leite

Troquei a minha caneca de leite ao deitar, por uma caneca de leite de soja ou de leite sem lactose;
Continuei a comer a mesma quantidade de yogurtes durante o dia, mas troquei 50% (mais coisa menos coisa) pelos yogurtes de soja. Tentei reduzir o queijo, que também não era coisa que comesse muito.
No entanto, porque não fui radical nem extremista, bebi um ou outro copo de leite (Nomeadamente quando a fome apertava e a oferta de Pequeno-Almoço/lanche não contemplava outra alternativa). Mas, no mês inteiro, devo ter bebido 2 copos de leite no máximo. O que em contraste com os 2 por dia, parece-me uma redução significativa.

Notei que a minha pele está ligeiramente melhor. Uma ou duas borbulhas na altura da TPM, e mesmo essas passaram rapidamente. Os intestinos também funcionaram o mês todo.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Sorte

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Ontem o jantar foi na padaria gourmet cá do sítio (Recomendo vivamente a quem por cá passar).
Para sobremesa, a descoberta da nova gelataria fez-nos voltar por momentos à Bella Itália. Um gelado à chuva, estranhamente, aqueceu-nos a alma de memórias.
E a dada altura, caiu a ficha. Sorte? Sorte mesmo, é estarmos vivos e de boa saúde. Tudo o resto já é um grande presente.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Gestão do tempo

A Gestão do Tempo é um assunto que me interessa muito, do qual por motivos profissionais até percebo qualquer coisinha. Sei as dicas e truques todos, e aplico-os diariamente. O que me dá a sensação de ter mais tempo que toda agente.
Neste momento, ando numa encruzilhada da Gestão do Tempo. Como encaixar todos os meus afazeres nas 120 horas dos dias úteis da semana.
Só assim nas minhas contas rápidas, entre trabalho, aulas, dormir, arrumar a casa e fazer uma ou outra horinha de exercício físico, precisava que a semana tivesse 130 horas. Junte-se o ler e comentar blogs, tomar conta da minha hortinha... E das duas uma: Ou a semana muda para 140 horas, ou eu levo o portátil para as aulas e dou uso ao meu dom de ser ambivalente.
Se houverem sugestões, aceitam-se. Se não, também aceito consolo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Agora, expliquem-me como se eu fosse muito burra


Para mim, mesmo que inconscientemente, o meu guarda-roupa está dividido em roupa de primeira e de segunda categoria. Primeira, é toda a roupa que eu visto normalmente. Segunda, é uma ou outra peça que já não utilizo tanto, por estar um pouquinho mais gasta ou "desactualizada", mas que utilizo debaixo de uma camisola no inverno, ou se tiver que fazer limpezas ao fim-de-semana.
No Inverno, não me imagino a utilizar a minha t-shirt nova de marca, com um estampado tão giro à frente, por baixo do camisolão malha que só deixa ver um bocadinho da t-shirt (Ver foto, um bom motivo para trazer o Brad ao meu blog!).
Pois que o meu homem não conhece este conceito. A roupa é toda igual. As melhores t-shirts tanto servem para vestir no verão como no inverno por baixo do pólo que ele não vai ousar despir. E isso mexe comigo.
Então resolvi partilhar esta nossa pequena controvérsia, para conseguir perceber se alguém mais pensa como eu ou como ele, ou se um de nós é caso raro.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Perfeccionismo

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Sou perfeccionista por natureza. Não tenho mau perder, mas não gosto de perder.
Desde que me lembro, que exigiram sempre muito de mim. Toda agente, em todas as esferas. E eu sempre dei, sempre correspondi. E um dia, no dia em que já não exigiam tanto de mim, era eu quem precisava de muito mais para ser feliz. Muito mais, sempre mais. Repliquei um padrão que conheci toda a minha vida, e que me impedia de falhar. Mas, humana como sou, falhava de quando em vez.
A minha exigência levava-me ao extremo, ao cansaço, consumia-me de noite e dia.
O problema, foi quando me começei a aperceber que exigia aos outros na mesma medida. Quem dá tudo, não espera menos. E eu, que sempre dei tudo, não me contentava com menos que o que eu achava o melhor. Mas isso magoa quem está à nossa volta. Porque às vezes dão tudo o que têm e se sentem injustiçados. Porque às vezes fazem tudo o que podem, e sentem que o esforço não é valorizado. Só porque não faziam à minha maneira, ao meu ritmo, como eu queria. E isso não significa menos amor ou menos vontade.
O caminho para deixar de exigir o possível e o impossível dos outros passou inevitavelmente por deixar de exigir tudo de mim. É uma estrada sinuosa, esta. Quanto aos outros, salvo alguns resvalos, sou mais tolerante. Comigo... Continuo exigente, perfeccionista e intolerante. Continuo a achar que posso sempre ser e fazer melhor. Mas aceito melhor quando falho. Continuo é sem gostar de falhar.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Da independência

Se há coisa que a independência nos trouxe, a nós, mulheres, foi a certeza das nossas capacidades. E a sinceridade dos nossos sentimentos.
Não preciso do dinheiro dele para comer, e ele sabe. Não preciso de lhe pedir se me apetecer comprar umas calças ou ir almoçar fora. Não preciso que ele me ajude no meu trabalho, nem o meu novo corte de cabelo vai depender da opinião dele. Nem preciso da companhia dele para viajar, porque longe vão esses tempos. E ele sabe.
Mas digo-lhe quando quero comprar umas calças, porque gosto da opinião dele. E digo-lhe quando vou almoçar fora, porque gosto de partilhar o meu dia-a-dia com ele. E conto-lhe do meu trabalho, do que fiz e do que disse, porque sei que ele terá sempre algo a acrescentar, e gosto que o faça. Gosto de ouvir as sugestões dele quanto ao corte de cabelo a fazer ou roupa a usar, porque gosto de conhecer a sua perspectiva e é sempre bom agradarmos a quem nos ama se isso não nos fizer menos felizes. E faço planos para viajar com ele, porque de todas as pessoas ele é aquela companhia com quem mais gosto de partilhar a vista magnífica da Torre Eiffel ou um qualquer pôr-do-sol magnífico.
Não vou dizer que tudo o que faço o inclui, ou que lhe conto cada passo que dou. Mas a verdade é que uma pessoa habitua-se à segurança. À segurança de sair de uma reunião e ter a quem ligar para contar as boas ou as más notícias. Ou de ir a uma consulta e ter a mão dele para apertar. Ou de ir às compras e ter alguém que pega na camisa que escolhemos e a leva, para pagar. Não porque precisamos, mas porque nos quer fazer feliz.

Promessas



Umas semaninhas (poucas) depois do meu primeiro filho/a nascer, se me virem na rua a passear, será este o meu aspecto. Juro.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Malas para portátil

Alguém sabe de malas de portátil mesmo giras?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O dia do casamento

Comecei a arranjar-me logo cedo... Nervosa, sem conseguir comer nada. Espreitei à janela, e estava um dia maravilhoso. Mas do outro lado da rua.... Uma manifestação contra o meu casamento. Ou contra a instituição casamento e o dinheiro que se gasta, sendo o meu apenas um pretexto. Com cartazes, gritos e tudo. Enfim.
Comecei a organizar as coisas e dei pela falta de um acessório essencial: O bouquet! Tinha-me esquecido completamente! Ligámos para todas as floristas e nada, então o meu pai teve a ideia de ir buscar flores que estavam em vasos pela casa, ir ao jardim apanhar, e tentar fazer um bouquet.
Saí de casa para o cabeleireiro, que já estava à minha espera. Voltei para casa, vesti-me e a manifestação já tinha acabado.
Quando saímos de casa, dei por falta de outra coisa: O porta-alianças. Olhei à volta e vi uma cana de bambú, que segurei e onde enfiei as alianças. Peguei noutra cana, que serviu de bouquet (A tentativa do meu pai foi muito falhada!!!).
Cheguei à igreja e o noivo já lá estava. Mas eu tinha-me esquecido de fazer os missais. Entrei, ao som de uma música pirosa qualquer, e qual não é o meu espanto quando atrás de mim entra quase metade do casamento. Era uma tradição da terra do noivo, em que os convidados entram a seguir à noiva. Onde é que já se viu? E o protagonismo da noiva?
Mas respirei fundo e prosseguimos. Olhei para o noivo, com atenção. E engoli em seco. Estava diferente. O fato salientava-lhe a barriga proeminente conquistada nos últimos meses. Se é que se pode chamar fato aquilo. Umas calças vincadas, pretas, mas com as bainhas mal feitas. Muito curtas, a mostrar a meia branca e a fazer os pés dele enfiados nuns sapatos, parecerem gigantescos. Uma camisa branca, por fora das calças, mas muito bem engomada. Uma faixa à cintura, a condizer com a gravata, num tom de verde água a puxar para o azul, num daqueles tecidos com reflexos. E por cima, la piece de resistance, um fraque azul turquesa com reflexos da cor da gravata, num tecido brilhante e cheio de reflexos, também desapertado.
Engoli em seco e disse-lhe que estava bonito. E ele disse o mesmo de mim. Mas com tantas peripécias, não era bem assim que me sentia.
À nossa frente, o padre que escolhemos. Com quem, lembrei-me, não tive tempo de falar. E a seu lado, uma das directoras da empresa onde trabalho, a ajudar na celebração.
Já quase no fim da missa, a minha prima começou a dar palpites, a fazer perguntas. E eu pedi-lhe com bons modos que deixasse a celebração continuar. Mas não, ela insistiu. Então fui encolher-me, chateada, sentada num cantinho da igreja tapada pelos convidados. E a missa prosseguiu com perguntas mas sem mim.
Saí da igreja, sozinha e à frente da maioria dos convidados. E quando cheguei cá fora, sentei-me ao lado de uns amigos que estavam nas escadas da igreja. Muito bem.
Eis se não quando aparece o fotógrafo, a dizer que tinha trazido só uma maquinazinha... E eu perguntei-lhe: Então não vais tirar fotos? E ele enrolou, enrolou... Ah... Mas... Pois... Vou... Só que.... E eu passei-me. Mão na cintura e lavagem de roupa em praça pública, que não há mais público que o adro da igreja. Olha, se não querias fotografar, tinhas dito que há muitos fotógrafos por aí. Agora, o casamento vai a meio e eu não tenho nem uma foto, o que acho muito mau. Já para não falar que te estou a pagar para cima de um dinheirão! E agora vais pegar na máquina e fotografar o que falta do casamento, se não eu zango-me a sério. E ele foi, fotografar os convidados que aproveitavam para tirar fotografias com as vistas que pareciam saídas de uma pintura. Isto sem preocupação com os noivos. Não, nós tiramos uns com os outros que chega, diziam.
Olhei para a igreja, à procura do noivo. Lembrei-me das várias estórias e histórias que ouvimos, de casais muito felizes a quem o casamento correu mal. Lembrei-me de alguém que disse que quanto mais planeássemos, mais coisas corriam ao contrário, e quis ir chorar para o ombro mal vestido dele.
E então pensei, ainda a sonhar: Bom, podia ser pior. Já tomei nota das coisas que correram mal neste, posso pegar na lista e garantir que pelo menos estas coisas correm bem. E ouvi a chuva. Que não me molhava porque batia lá fora, do outro lado da janela do nosso quarto. Ainda bem que ainda temos seis meses para planear todo o muito que falta. E não tive coragem para voltar a adormecer.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Compras

Hoje de manhã o passeio foi entre as novas colecções. Gostei tanto da colecção da Mango... E depois descobri uma loja de produtos de estética, desde a cera para depilação aos vernizes... Ai. Nunca mais recebo.

Ponto de situação



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Trabalho
Tudo melhor. Os problemas foram falados e discutidos, os mal-entendidos foram esclarecidos. Até à data as coisas estão melhor, a ver vamos.

Costas
Já fiz três sessões de massagem terapêutica, e já me sinto melhor. As primeiras duas foram tramadas, de lágrimas nos olhos de cada vez que ela me pressionava as costas e sobretudo uns pontinhos na cabeça (fim do pescoço) que doem que se fartam. E o pior era a dor de cabeça e as náuseas que tive entre esses dias. A terceira foi melhor, já quase que consegui relaxar e ouvir a música de fundo, que ainda nem me tinha apercebido que havia.

Eu estou deitada na cama, no lado dele, onde bate o sol. Pela posição do sol, ainda devo ter mais umas duas horinhas para me consolar. Adoro as manhãs de sábado.

Obrigada pela preocupação e pelas mensagens de carinho.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Eu, pecadora me confesso

Eu confesso-me aqui uma pecadora no que toca à chamada comida de conforto. Como pessoa muito ansiosa que sou, é na comida que tantas vezes (erradamente) busco consolo. Se estiver nervosa, ponham-me um pacote de bolachas à frente e quando voltarem a olhar... Acabaram! Nem dou por isso! Se estiver triste, um bom gelado... Não resolve mas ajuda. Se estiver cansada, um chocolate é um tiro certeiro! Naqueles dias em que é o cansaço, o stress e a tristeza, um jantar de leite quente e torradas serve-me de consolo. Quando estou na fase da TPM... bem... o lema é "O que vem à rede é peixe!". É o caso de hoje. Pareço uma trituradora.

Nota: Se estiverem a pensar como é que vou caber no vestido, não o digam. Já me basta o peso na consciência, sim?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

É assim?

Se há assunto que não se costuma discutir, é os orçamentos de cada um.
Não quero saber quanto ganham e gastam, mas gostava de saber (para bem da minha saúde mental) se é só a mim que quase mês-sim-mês-sim aparecem despesas extraordinárias, que arrombam com as nossas poupanças ou tentativas de... Um mês acontece alguma coisa ao carro, outro mês um de nós tem um problema de saúde, outro mês temos uma multa, e por aí fora. Acho que, ao planear o nosso orçamento, vou começar a incluir a categoria dos extraordinários, para não ter mais surpresas.

As minhas verdades

A minha calma diária é quase inversamente porporcional à desarrumação lá de casa.
Odeio ter a casa suja e desarrumada, e realmente mexe com o meu sistema nervoso.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ciclos

Faz agora dois anos. Faz dois anos que uma terminei um ciclo. Faz dois anos que abandonei a vida de estudante.

Foram quatro anos fantásticos, os tempos de faculdade. Trabalhosos, com muitas noites sem dormir, mas que acho que nunca esquecerei.

Passei pela tuna e pela Associação de Estudantes. Faltei a muitas aulas, fui a umas quantas de corpo-presente, e a outras tantas de directa depois de uma noite animada.

Os tempos de faculdade mudaram-me. Fizeram-me crescer e ajudaram a fazer quem eu sou.

Passaram dois anos, desde o momento em que este ciclo terminou. E precisamente dois anos depois, estou prestes a começar uma nova etapa. Que corra pelo menos tão bem como a última.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Scones


Andava a apetecer-me já há semanas. Estão no forno. Lanche ajantarado de Domingo, à Terça-Feira.

Abre-olhos

Às vezes a vida presenteia-nos com momentos ou situações, que gosto de chamar abre-olhos. Não são mais que penas chamadas de atenção: "Cuidado, não vais pelo caminho certo!" ou "É melhor pensares bem!". E a nós, basta sabermos estar atentos, ler e ouvir estes momentos. Para mim, alguns destes momentos são claros e passam por uma tentativa de me encaminhar. Antes que seja tarde de mais.
E esta "coisa" das costas, para mim foi um desses momentos.
Todos sabemos que o stress faz mal. Todos sabemos que não nos devemos enervar. Blá blá blá.
Mas depois um dia sentimos na pele. Um dia dizem-nos que não imaginam sequer como é que não tínhamos dores de cabeça e náuseas todos os dias. E nós desculpamo-nos, porque a verdade é que estávamos demasiado preocupadas com outras coisas para darmos atenção ao nosso próprio corpo. E depois sentimos dores e náuseas horríveis, durante o tratamento. E percebemos que há muitas coisas na vida que, são só, pequenas coisas. Longe da importância que lhes damos, com potencialidades que devem estar longe do efeito que têm em nós.
E para mim, foi nesse momento que percebi que não quero chegar aos 30 anos com ainda mais problemas, portanto mais do que cremes, maquilhagem e ginásio, começa a ser tempo de tratar de mim. Como deve de ser. Inspirando e procurando toda a calma que necessito.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Bons amigos



Eu tenho dois novos amigos.

Era uma vez uma massagem...

... Oferecida com muito amor no dia dos namorados, para relaxar. A senhora começou a tocar-me nas pernas, e eu a encolher-me. Isto não é massagem, é tortura, pensei. Mas como tinhamos andado uma hora, atribuí as dores aos meus músculos fraquinhos. Quando chegou às costas, foi outra tormenta. Toca aqui, encolho-me dali. Nem as pontas dos dedos da senhora nas minhas costas aguentei. Até que, a meio da massagem, a senhora massagista para e diz-me:
- Não lhe vou fazer mais nada. Tem mesmo que se tratar (Com um ar preocupado).
- Então?
- Olhe, as suas pernas estão cheias de líquidos. Está a fazer uma retenção de líquidos brutal, nunca se tinha apercebido?
- Eh... sabia que estava, nunca pensei que fosse asssiiiiiiiiiim tão grande.
- Pois, mas é. E as suas costas... bem.... Está já numa fase que daqui a pouco vai perder a mobilidade do braço. Cheia de contracturas na omoplata e no ombro!

Diagnóstico feito, ficou o conselho de fazer drenagens linfáticas periódicas e massagens localizadas nas costas.
Como dizia o meu homem com a cabeça enfiada naquele buraquinho da marquesa do lado, só eu para ir a uma simples massagem de relaxamento e sair de lá cheia de problemas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Fim-de-semana II


Três dias de descanso. Uma sexta cheia de peripécias, à nossa boa maneira. Um sábado cheio de sol, maravilhoso, relaxante. Uma massagem a dois, surpresa antecipada do dia dos namorados. Um Domingo de regresso.
Ai, os pequenos-almoços de hotel......

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Fim-de-Semana


icanread

Ontem foi dia de trabalho no Porto, com direito a almoço com vista para o mar. E sol.
Hoje é dia de não trabalharmos e rumarmos ao primeiro fim-de-semana prolongado de 2010 (em terras de Portugal).
Um bom fim-de-semana para todos. Descansem e aproveitem para recarregar baterias. May the sun be with us.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Veloz

Não sei bem "onde" estou. Ou melhor, não sei bem "onde" ficou o meu eu, recém-conhecido e criado, que eu tanto estimava. De repente, voltei à impulsividade, irreflexão e auto-crítica. Voltei a medir-me por uma medida muito mais exigente que a dos outros. Voltei a questionar e a não compreender.
Não consigo evitar pensar em como num espaço de poucos dias, quando tudo já parecia tão encaminhado, algum click fez virar uma parte do mundo ao contrário. E de repente, já não sou como pensava, já não vejo as coisas como via, ou as coisas já não são como eram.
Nunca deixo de me espantar com a velocidade a que a vida corre. Hoje assim, amanhã já não. Agora assim, passados cinco minutos já não.
Em parte, sei que os meus dramas são muito meus (e só meus). Mas também acho que ninguém dramatiza sozinho, e apesar de a auto-estima andar fraca ainda me lembro de que nem tenho assim tão mau discernimento (e não o posso ter perdido de um dia para o outro).
Tenho pensado neste período em como um grande empurrão da vida, a dizer-me "está na altura de cresceres e amadureceres mais um pouco. Está na altura da revisão". Ou como a vida a preparar-me para algo que há-de vir, e que saberei de certo enfrentar pelo calejo que levo.

Mais do que nunca, preciso de escrever para clarificar ideias (em posts pouco claros, eu sei). Parece sempre que ao escrevermos tudo fica mais nítido, as palavras que vagueiam no cérebro encadeiam-se e fazem finalmente sentido.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ai Kika, Kika...

... Que tens tanto para crescer e aprender, e parece que em alguns pontos do caminho esqueceste do significado da humildade...

Mantras

A repetir para mim mesma, 10 vezes ao dia (nesta fase, pelo menos):

- Quem espera sempre alcança;
- Quando não te entendes com uma pessoa e tens que te entender, considera como um desafio e não desesperes;
- Quando te sentires prestes a chorar, ri e não desesperes;
- Olha para (algumas) pessoas e trata-as como crianças. Explica devagarinho, fala devagarinho, pensa devagarinho;
- Tem calma;
- Tem calma;
- Tem calma.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Imperfeições

E é só isto hoje.
Obrigada pelo vosso apoio, do fundo do coração.
É muito bom ler as vossas mensagens.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

bestial a besta II

Hoje voltei ao trânsito. E já me tinha esquecido como o trânsito é tão bom companheiro de reflexões.
Percebi porque estou desiludida. Eu tinha expectativas elevadas. Acreditei que era uma parte, uma parte importante da organização. E fi-lo porque me incentivaram, me motivaram, me valorizaram. Achei que do outro lado não estavam só chefes, mas pessoas com sentimentos e valores semelhantes aos meus. Que gostavam de mim, que me apreciavam.
E depois vieram as pequenas mudanças. Pequenos cordéis que foram cortados, pequenos laços desatados. Pequenos nadas, que no conjunto, me fizeram triste e desmotivada. E hoje percebi porquê. Esperaram muito de mim, deram-me muito em troca, e eu habituei-me assim. Mas nem sempre é assim. Infelizmente. Resta-me apenas reduzir-me à minha insignificância e esperar nada mais do que o obrigatório e curriqueiro. Dar o meu melhor, mas esperar pouco e esquecer que já tive muito. É dificil, mas terá que ser. As pessoas mudam, ou talvez não. Talvez eu é que tenha estado sempre enganada.

bestial a besta

Um dos piores sentimentos do mundo, é passar de bestial a besta.
Se nunca formos bestiais, não tem mal. Nunca sabemos o gosto da vitória, dos elogios, das passadeiras vermelhas à nossa passagem. Mas quando o sabemos, é muito, muito difícil passar a besta.
Nunca me achei bestial, mas disseram-me e fizeram me crer nisso. Agora não me acho besta, mas parece que é isso que me fazem parecer. Propositadamente? Não sei. Mas que dói, dói muito.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Dormir

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Nas últimas 48 horas devo ter dormido mais de 30 horas. Nada mau, para quem nem gosta muito de dormir. Deve ser algum tipo de cura de sono. Por falar nisso, estou acordada há quase 8 horas. Tenho que ir fazer uma sestinha, que amanhã já é segunda e eu tenho uma viagem à capital para reuniões.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

I'm back

Estou de volta, a meio gás.
Devo ter trabalhado mais de 60 horas esta semana (no escritório, fora as outras em casa).
De quinta para sexta dormi 3horas, e o tempo acordada estive a trabalhar. Ontem deitei-me já depois da 1h. E tive um dia muito mau, daqueles em que nos sentimos a desabar a qualquer minuto, que fazemos um esforço tremendo para conter as lágrimas, e nunca sabemos bem quando vamos começar a correr para um cantinho, para nos escondermos e chorar.
Estou muito, muito cansada. E a minha auto-estima e felicidade sofreram um abanão bem grande. Digo abanão, porque tentaram destrui-las mas não conseguiram. Abanou, estremeceu, chorei, senti-me miserável e começou a passar. E vai passar.
Hoje dormimos até às 10h00 e estivemos a apanhar solinho numa esplanada. E depois do almoço, acho que vou dormir uma sesta, repor energias.

Tenho mais de 300 posts por ler no google reader, mas lá chegaremos com calma. Hoje, lentamente, vou marcar presença nas vossas chafaricas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Janeiro e Fevereiro

Janeiro foi um bom mês. Começámos a planear e delinear a realização de um ou outro sonho, mais duas ou três boas notícias e acontecimentos.
Fevereiro tem tudo para ser um excelente mês, apesar de curto. Umas mini-mini-férias (Mas com vontade de as aproveitar como umas mega-mega-férias). Vai ser tempo de mais umas quantas novidades, que esperamos que sejam tão boas como as de Janeiro.
Bring it on.

Eu continuo sem tempo. E torço-me, a ler os vossos post na diagonal no reader sem conseguir fazer um único comentário. Sábado está decidido, haja sol e lá vou eu para uma esplanada com o meu novo pequeno amigo, por a vida cibernáutica em dia.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Experiência

Vim só partilhar convosco que vou começar uma experiência.
Eu, que não vejo a minha pele sem uma borbulha ou ponto negro há quase 10 anos, com excepção de um período de 1 ano, li hoje um mail que alertava para os maleficios do leite de vaca. Ora, eu adoro leite de vaca mas realmente, nesse tal período deixei de consumir (por sugestão de um homeopata) e a crise de acne da altura passou.
Assim, a partir de hoje e durante um mês não vou beber leite. Logo veremos.

Believe Everything will be okay...


icanread.thumblr.com


Só para dizer que estou viva.
Os meus dias tiveram de certeza um corte no número de horas, deve ser a crise.
De repente não chego para as solicitações, não consigo gerir o trabalho, a casa, os afazeres e eu própria.
E então achei melhor rever as prioridades. Descurei a quinta, o blog e até o chão lá de casa.
Tenho trabalhado, e quando não estou a trabalhar estou a dormir.
Voltei a beber café e a comer bolachas.
A minha resposta a todas as questões que me têm sido colocadas, estranhamente tem sido “Não sei, mas havemos de arranjar solução”. Como vai caber aquele texto todo naquele espaço? Não sei, mas havemos de arranjar solução. Como vamos fazer isto tudo até sexta? Não sei, mas havemos de arranjar solução. Achas que consegues acrescentar mais informação no já atulhado anúncio? Não sei, mas havemos de arranjar solução. Achas que vamos conseguir ir de férias? Não sei, mas havemos de arranjar solução.
Porque no fundo, importa é saber que havemos sempre de arranjar solução para tudo.