domingo, 28 de fevereiro de 2010
Experiências II
Troquei a minha caneca de leite ao deitar, por uma caneca de leite de soja ou de leite sem lactose;
Continuei a comer a mesma quantidade de yogurtes durante o dia, mas troquei 50% (mais coisa menos coisa) pelos yogurtes de soja. Tentei reduzir o queijo, que também não era coisa que comesse muito.
No entanto, porque não fui radical nem extremista, bebi um ou outro copo de leite (Nomeadamente quando a fome apertava e a oferta de Pequeno-Almoço/lanche não contemplava outra alternativa). Mas, no mês inteiro, devo ter bebido 2 copos de leite no máximo. O que em contraste com os 2 por dia, parece-me uma redução significativa.
Notei que a minha pele está ligeiramente melhor. Uma ou duas borbulhas na altura da TPM, e mesmo essas passaram rapidamente. Os intestinos também funcionaram o mês todo.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Sorte
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Gestão do tempo
Neste momento, ando numa encruzilhada da Gestão do Tempo. Como encaixar todos os meus afazeres nas 120 horas dos dias úteis da semana.
Só assim nas minhas contas rápidas, entre trabalho, aulas, dormir, arrumar a casa e fazer uma ou outra horinha de exercício físico, precisava que a semana tivesse 130 horas. Junte-se o ler e comentar blogs, tomar conta da minha hortinha... E das duas uma: Ou a semana muda para 140 horas, ou eu levo o portátil para as aulas e dou uso ao meu dom de ser ambivalente.
Se houverem sugestões, aceitam-se. Se não, também aceito consolo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Agora, expliquem-me como se eu fosse muito burra

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Perfeccionismo
A minha exigência levava-me ao extremo, ao cansaço, consumia-me de noite e dia.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Da independência
Não preciso do dinheiro dele para comer, e ele sabe. Não preciso de lhe pedir se me apetecer comprar umas calças ou ir almoçar fora. Não preciso que ele me ajude no meu trabalho, nem o meu novo corte de cabelo vai depender da opinião dele. Nem preciso da companhia dele para viajar, porque longe vão esses tempos. E ele sabe.
Mas digo-lhe quando quero comprar umas calças, porque gosto da opinião dele. E digo-lhe quando vou almoçar fora, porque gosto de partilhar o meu dia-a-dia com ele. E conto-lhe do meu trabalho, do que fiz e do que disse, porque sei que ele terá sempre algo a acrescentar, e gosto que o faça. Gosto de ouvir as sugestões dele quanto ao corte de cabelo a fazer ou roupa a usar, porque gosto de conhecer a sua perspectiva e é sempre bom agradarmos a quem nos ama se isso não nos fizer menos felizes. E faço planos para viajar com ele, porque de todas as pessoas ele é aquela companhia com quem mais gosto de partilhar a vista magnífica da Torre Eiffel ou um qualquer pôr-do-sol magnífico.
Não vou dizer que tudo o que faço o inclui, ou que lhe conto cada passo que dou. Mas a verdade é que uma pessoa habitua-se à segurança. À segurança de sair de uma reunião e ter a quem ligar para contar as boas ou as más notícias. Ou de ir a uma consulta e ter a mão dele para apertar. Ou de ir às compras e ter alguém que pega na camisa que escolhemos e a leva, para pagar. Não porque precisamos, mas porque nos quer fazer feliz.
Promessas
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O dia do casamento
Comecei a organizar as coisas e dei pela falta de um acessório essencial: O bouquet! Tinha-me esquecido completamente! Ligámos para todas as floristas e nada, então o meu pai teve a ideia de ir buscar flores que estavam em vasos pela casa, ir ao jardim apanhar, e tentar fazer um bouquet.
Saí de casa para o cabeleireiro, que já estava à minha espera. Voltei para casa, vesti-me e a manifestação já tinha acabado.
Quando saímos de casa, dei por falta de outra coisa: O porta-alianças. Olhei à volta e vi uma cana de bambú, que segurei e onde enfiei as alianças. Peguei noutra cana, que serviu de bouquet (A tentativa do meu pai foi muito falhada!!!).
Cheguei à igreja e o noivo já lá estava. Mas eu tinha-me esquecido de fazer os missais. Entrei, ao som de uma música pirosa qualquer, e qual não é o meu espanto quando atrás de mim entra quase metade do casamento. Era uma tradição da terra do noivo, em que os convidados entram a seguir à noiva. Onde é que já se viu? E o protagonismo da noiva?
Mas respirei fundo e prosseguimos. Olhei para o noivo, com atenção. E engoli em seco. Estava diferente. O fato salientava-lhe a barriga proeminente conquistada nos últimos meses. Se é que se pode chamar fato aquilo. Umas calças vincadas, pretas, mas com as bainhas mal feitas. Muito curtas, a mostrar a meia branca e a fazer os pés dele enfiados nuns sapatos, parecerem gigantescos. Uma camisa branca, por fora das calças, mas muito bem engomada. Uma faixa à cintura, a condizer com a gravata, num tom de verde água a puxar para o azul, num daqueles tecidos com reflexos. E por cima, la piece de resistance, um fraque azul turquesa com reflexos da cor da gravata, num tecido brilhante e cheio de reflexos, também desapertado.
Engoli em seco e disse-lhe que estava bonito. E ele disse o mesmo de mim. Mas com tantas peripécias, não era bem assim que me sentia.
À nossa frente, o padre que escolhemos. Com quem, lembrei-me, não tive tempo de falar. E a seu lado, uma das directoras da empresa onde trabalho, a ajudar na celebração.
Já quase no fim da missa, a minha prima começou a dar palpites, a fazer perguntas. E eu pedi-lhe com bons modos que deixasse a celebração continuar. Mas não, ela insistiu. Então fui encolher-me, chateada, sentada num cantinho da igreja tapada pelos convidados. E a missa prosseguiu com perguntas mas sem mim.
Saí da igreja, sozinha e à frente da maioria dos convidados. E quando cheguei cá fora, sentei-me ao lado de uns amigos que estavam nas escadas da igreja. Muito bem.
Eis se não quando aparece o fotógrafo, a dizer que tinha trazido só uma maquinazinha... E eu perguntei-lhe: Então não vais tirar fotos? E ele enrolou, enrolou... Ah... Mas... Pois... Vou... Só que.... E eu passei-me. Mão na cintura e lavagem de roupa em praça pública, que não há mais público que o adro da igreja. Olha, se não querias fotografar, tinhas dito que há muitos fotógrafos por aí. Agora, o casamento vai a meio e eu não tenho nem uma foto, o que acho muito mau. Já para não falar que te estou a pagar para cima de um dinheirão! E agora vais pegar na máquina e fotografar o que falta do casamento, se não eu zango-me a sério. E ele foi, fotografar os convidados que aproveitavam para tirar fotografias com as vistas que pareciam saídas de uma pintura. Isto sem preocupação com os noivos. Não, nós tiramos uns com os outros que chega, diziam.
Olhei para a igreja, à procura do noivo. Lembrei-me das várias estórias e histórias que ouvimos, de casais muito felizes a quem o casamento correu mal. Lembrei-me de alguém que disse que quanto mais planeássemos, mais coisas corriam ao contrário, e quis ir chorar para o ombro mal vestido dele.
E então pensei, ainda a sonhar: Bom, podia ser pior. Já tomei nota das coisas que correram mal neste, posso pegar na lista e garantir que pelo menos estas coisas correm bem. E ouvi a chuva. Que não me molhava porque batia lá fora, do outro lado da janela do nosso quarto. Ainda bem que ainda temos seis meses para planear todo o muito que falta. E não tive coragem para voltar a adormecer.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Compras
Ponto de situação
Tudo melhor. Os problemas foram falados e discutidos, os mal-entendidos foram esclarecidos. Até à data as coisas estão melhor, a ver vamos.
Costas
Já fiz três sessões de massagem terapêutica, e já me sinto melhor. As primeiras duas foram tramadas, de lágrimas nos olhos de cada vez que ela me pressionava as costas e sobretudo uns pontinhos na cabeça (fim do pescoço) que doem que se fartam. E o pior era a dor de cabeça e as náuseas que tive entre esses dias. A terceira foi melhor, já quase que consegui relaxar e ouvir a música de fundo, que ainda nem me tinha apercebido que havia.
Eu estou deitada na cama, no lado dele, onde bate o sol. Pela posição do sol, ainda devo ter mais umas duas horinhas para me consolar. Adoro as manhãs de sábado.
Obrigada pela preocupação e pelas mensagens de carinho.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Eu, pecadora me confesso
Nota: Se estiverem a pensar como é que vou caber no vestido, não o digam. Já me basta o peso na consciência, sim?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
É assim?
Não quero saber quanto ganham e gastam, mas gostava de saber (para bem da minha saúde mental) se é só a mim que quase mês-sim-mês-sim aparecem despesas extraordinárias, que arrombam com as nossas poupanças ou tentativas de... Um mês acontece alguma coisa ao carro, outro mês um de nós tem um problema de saúde, outro mês temos uma multa, e por aí fora. Acho que, ao planear o nosso orçamento, vou começar a incluir a categoria dos extraordinários, para não ter mais surpresas.
As minhas verdades
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Ciclos
Faz agora dois anos. Faz dois anos que uma terminei um ciclo. Faz dois anos que abandonei a vida de estudante.
Foram quatro anos fantásticos, os tempos de faculdade. Trabalhosos, com muitas noites sem dormir, mas que acho que nunca esquecerei.
Passei pela tuna e pela Associação de Estudantes. Faltei a muitas aulas, fui a umas quantas de corpo-presente, e a outras tantas de directa depois de uma noite animada.
Os tempos de faculdade mudaram-me. Fizeram-me crescer e ajudaram a fazer quem eu sou.
Passaram dois anos, desde o momento em que este ciclo terminou. E precisamente dois anos depois, estou prestes a começar uma nova etapa. Que corra pelo menos tão bem como a última.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Abre-olhos
E esta "coisa" das costas, para mim foi um desses momentos.
Todos sabemos que o stress faz mal. Todos sabemos que não nos devemos enervar. Blá blá blá.
Mas depois um dia sentimos na pele. Um dia dizem-nos que não imaginam sequer como é que não tínhamos dores de cabeça e náuseas todos os dias. E nós desculpamo-nos, porque a verdade é que estávamos demasiado preocupadas com outras coisas para darmos atenção ao nosso próprio corpo. E depois sentimos dores e náuseas horríveis, durante o tratamento. E percebemos que há muitas coisas na vida que, são só, pequenas coisas. Longe da importância que lhes damos, com potencialidades que devem estar longe do efeito que têm em nós.
E para mim, foi nesse momento que percebi que não quero chegar aos 30 anos com ainda mais problemas, portanto mais do que cremes, maquilhagem e ginásio, começa a ser tempo de tratar de mim. Como deve de ser. Inspirando e procurando toda a calma que necessito.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Era uma vez uma massagem...
- Não lhe vou fazer mais nada. Tem mesmo que se tratar (Com um ar preocupado).
- Então?
- Olhe, as suas pernas estão cheias de líquidos. Está a fazer uma retenção de líquidos brutal, nunca se tinha apercebido?
- Eh... sabia que estava, nunca pensei que fosse asssiiiiiiiiiim tão grande.
- Pois, mas é. E as suas costas... bem.... Está já numa fase que daqui a pouco vai perder a mobilidade do braço. Cheia de contracturas na omoplata e no ombro!
Diagnóstico feito, ficou o conselho de fazer drenagens linfáticas periódicas e massagens localizadas nas costas.
Como dizia o meu homem com a cabeça enfiada naquele buraquinho da marquesa do lado, só eu para ir a uma simples massagem de relaxamento e sair de lá cheia de problemas.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Fim-de-semana II
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Fim-de-Semana

Ontem foi dia de trabalho no Porto, com direito a almoço com vista para o mar. E sol.
Hoje é dia de não trabalharmos e rumarmos ao primeiro fim-de-semana prolongado de 2010 (em terras de Portugal).
Um bom fim-de-semana para todos. Descansem e aproveitem para recarregar baterias. May the sun be with us.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Veloz
Não consigo evitar pensar em como num espaço de poucos dias, quando tudo já parecia tão encaminhado, algum click fez virar uma parte do mundo ao contrário. E de repente, já não sou como pensava, já não vejo as coisas como via, ou as coisas já não são como eram.
Nunca deixo de me espantar com a velocidade a que a vida corre. Hoje assim, amanhã já não. Agora assim, passados cinco minutos já não.
Em parte, sei que os meus dramas são muito meus (e só meus). Mas também acho que ninguém dramatiza sozinho, e apesar de a auto-estima andar fraca ainda me lembro de que nem tenho assim tão mau discernimento (e não o posso ter perdido de um dia para o outro).
Tenho pensado neste período em como um grande empurrão da vida, a dizer-me "está na altura de cresceres e amadureceres mais um pouco. Está na altura da revisão". Ou como a vida a preparar-me para algo que há-de vir, e que saberei de certo enfrentar pelo calejo que levo.
Mais do que nunca, preciso de escrever para clarificar ideias (em posts pouco claros, eu sei). Parece sempre que ao escrevermos tudo fica mais nítido, as palavras que vagueiam no cérebro encadeiam-se e fazem finalmente sentido.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Ai Kika, Kika...
... Que tens tanto para crescer e aprender, e parece que em alguns pontos do caminho esqueceste do significado da humildade...
Mantras
- Quem espera sempre alcança;
- Quando não te entendes com uma pessoa e tens que te entender, considera como um desafio e não desesperes;
- Quando te sentires prestes a chorar, ri e não desesperes;
- Olha para (algumas) pessoas e trata-as como crianças. Explica devagarinho, fala devagarinho, pensa devagarinho;
- Tem calma;
- Tem calma;
- Tem calma.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Imperfeições
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
bestial a besta II
Percebi porque estou desiludida. Eu tinha expectativas elevadas. Acreditei que era uma parte, uma parte importante da organização. E fi-lo porque me incentivaram, me motivaram, me valorizaram. Achei que do outro lado não estavam só chefes, mas pessoas com sentimentos e valores semelhantes aos meus. Que gostavam de mim, que me apreciavam.
E depois vieram as pequenas mudanças. Pequenos cordéis que foram cortados, pequenos laços desatados. Pequenos nadas, que no conjunto, me fizeram triste e desmotivada. E hoje percebi porquê. Esperaram muito de mim, deram-me muito em troca, e eu habituei-me assim. Mas nem sempre é assim. Infelizmente. Resta-me apenas reduzir-me à minha insignificância e esperar nada mais do que o obrigatório e curriqueiro. Dar o meu melhor, mas esperar pouco e esquecer que já tive muito. É dificil, mas terá que ser. As pessoas mudam, ou talvez não. Talvez eu é que tenha estado sempre enganada.
bestial a besta
Se nunca formos bestiais, não tem mal. Nunca sabemos o gosto da vitória, dos elogios, das passadeiras vermelhas à nossa passagem. Mas quando o sabemos, é muito, muito difícil passar a besta.
Nunca me achei bestial, mas disseram-me e fizeram me crer nisso. Agora não me acho besta, mas parece que é isso que me fazem parecer. Propositadamente? Não sei. Mas que dói, dói muito.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Dormir
Nas últimas 48 horas devo ter dormido mais de 30 horas. Nada mau, para quem nem gosta muito de dormir. Deve ser algum tipo de cura de sono. Por falar nisso, estou acordada há quase 8 horas. Tenho que ir fazer uma sestinha, que amanhã já é segunda e eu tenho uma viagem à capital para reuniões.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
I'm back
Devo ter trabalhado mais de 60 horas esta semana (no escritório, fora as outras em casa).
De quinta para sexta dormi 3horas, e o tempo acordada estive a trabalhar. Ontem deitei-me já depois da 1h. E tive um dia muito mau, daqueles em que nos sentimos a desabar a qualquer minuto, que fazemos um esforço tremendo para conter as lágrimas, e nunca sabemos bem quando vamos começar a correr para um cantinho, para nos escondermos e chorar.
Estou muito, muito cansada. E a minha auto-estima e felicidade sofreram um abanão bem grande. Digo abanão, porque tentaram destrui-las mas não conseguiram. Abanou, estremeceu, chorei, senti-me miserável e começou a passar. E vai passar.
Hoje dormimos até às 10h00 e estivemos a apanhar solinho numa esplanada. E depois do almoço, acho que vou dormir uma sesta, repor energias.
Tenho mais de 300 posts por ler no google reader, mas lá chegaremos com calma. Hoje, lentamente, vou marcar presença nas vossas chafaricas.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Janeiro e Fevereiro
Fevereiro tem tudo para ser um excelente mês, apesar de curto. Umas mini-mini-férias (Mas com vontade de as aproveitar como umas mega-mega-férias). Vai ser tempo de mais umas quantas novidades, que esperamos que sejam tão boas como as de Janeiro.
Bring it on.
Eu continuo sem tempo. E torço-me, a ler os vossos post na diagonal no reader sem conseguir fazer um único comentário. Sábado está decidido, haja sol e lá vou eu para uma esplanada com o meu novo pequeno amigo, por a vida cibernáutica em dia.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Experiência
Eu, que não vejo a minha pele sem uma borbulha ou ponto negro há quase 10 anos, com excepção de um período de 1 ano, li hoje um mail que alertava para os maleficios do leite de vaca. Ora, eu adoro leite de vaca mas realmente, nesse tal período deixei de consumir (por sugestão de um homeopata) e a crise de acne da altura passou.
Assim, a partir de hoje e durante um mês não vou beber leite. Logo veremos.
Believe Everything will be okay...

Só para dizer que estou viva.
Os meus dias tiveram de certeza um corte no número de horas, deve ser a crise.
De repente não chego para as solicitações, não consigo gerir o trabalho, a casa, os afazeres e eu própria.
E então achei melhor rever as prioridades. Descurei a quinta, o blog e até o chão lá de casa.
Tenho trabalhado, e quando não estou a trabalhar estou a dormir.
Voltei a beber café e a comer bolachas.
A minha resposta a todas as questões que me têm sido colocadas, estranhamente tem sido “Não sei, mas havemos de arranjar solução”. Como vai caber aquele texto todo naquele espaço? Não sei, mas havemos de arranjar solução. Como vamos fazer isto tudo até sexta? Não sei, mas havemos de arranjar solução. Achas que consegues acrescentar mais informação no já atulhado anúncio? Não sei, mas havemos de arranjar solução. Achas que vamos conseguir ir de férias? Não sei, mas havemos de arranjar solução.
Porque no fundo, importa é saber que havemos sempre de arranjar solução para tudo.









