sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011


Este ano, desejo-vos a todos o mesmo que desejo para mim e para os meus.
Sejam felizes. Não se acomodem com o mediano quando podem ter o bom, não se deixem pisar e lembrem-se em 365 dias dos vossos direitos e honra. Vão à luta, cheios de garra e de mangas arregaçadas, sem medo do trabalho que a vida dá. Amem quem vos ama, tratem com carinho quem vos rodeia. Deixem que sejam as boas energias e os bons sentimentos a tomar conta do vosso coração e a orientar os vossos 365 dias. Sigam o vosso caminho, qualquer que ele seja, com coragem e determinação porque só se vive uma vez e não há que ter medo de arriscar. Dêem mais de vós, retribuam toda a generosidade que o ano tem para convosco. E mesmo em meses menos bondosos, lembrem-se que what goes around comes around e as pessoas são sempre recompensadas. Estimem a vossa família e os vossos amigos, sem os darem por garantidos, sem pedir nada em troca. E cuidem da vossa alma, do vosso corpo, porque a saúde é e será sempre o mais importante.
Não deixem que o 2011 passe por vós. Tornem-no num ano especial. Ou pelo menos tentem, para que de hoje a um ano sintam que tudo está no seu lugar, e que nenhum esforço foi em vão porque estarmos bem connosco próprios também é um bom desejo para o novo ano.
E deixo-vos também uns pozinhos de perlim-pim-pim, porque muita sorte e fé também ajudam quem faz por ser feliz.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Aprender


Já sei uma coisa que queria para 2011. Queria que me ensinasses uma grande lição. Queria, de hoje a um ano, estar a dizer-te que te reconheço o esforço, o empenho, o trabalho, o crescimento, responsabilidade. Queria que me mostrásses que não tenho razão quando digo que sou a única a lutar. Queria muito, muito.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010


Em 2009 parece que estava a prever o que tenho sentido nos últimos dias. Não é que o ano tenha corrido mal, antes pelo contrário. Mas comparado a 2007, 2008 e 2009, que foram anos em que a minha vida mudou radicalmente, cheios de conquistas e marcos importantes, parece que 2010 teve pouco.
Depois de muito pensar no assunto, cheguei à conclusão que 2010 foi o ano da consolidação. Os meus desejos realizaram-se na sua grande maioria e os grandes factos foram substítuidos por uma série de pequenos passos, que poderão chegar longe em 2011. Não foi menos (de todo), foi diferente.
Acho que também é preciso um ano em que nem tudo se concretize, em que se deixem pontas soltas para atar no ano seguinte, em que se deixem projectos a meio. Deve ser sinal de trabalho, de continuidade, de perseverança... Sei lá. Seja o que for, foi o meu ano. Em que posso não ter muitos marcos históricos, mas que me mudou e ensinou muito.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Já me lembro


Já me lembro de uma das finalidades deste blog. Escrever memorandos para mim própria, de coisas que por mais que saiba, pense e concorde, me costumo esquecer.
Depois de um dia 24 cheio de bombons e sonhos de abóbora, depois de um dia 25 cheio de broas, bolo rainha e mais bombons e um dia 26 recheado de azevias, arroz doce e mais dezenas de bombons, dia 27 era um bom dia para fazer uma pausa.
Terá que ser dia 28, que já me fugiu a mão para dois bombons.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Até já



Já nem sei bem para que é que este blog serve.
Não falo aqui das coisas que compro, dos vernizes que uso nem das roupas que quero comprar, até porque não costumo andar a ver coisas só por ver. Não conto aqui as viagens que fiz, nem os concertos a que fui, nem os hotéis onde dormi. Também não falo de assuntos profundos, porque neste momento só o pensar num tema para escrever é ocupar tempo e neurónios que não posso dispensar. Não falo da actualidade, porque leio muitas notícias mas sei apenas o que os jornais escrevem, e isso não me vale de nada repetir.
Não lavo aqui a minha alma, porque há coisas que são muito pessoais outras não quero que algumas pessoas, que sabem do blog, saibam.
Por isso resta-me escrever sobre temas banais, coisas sem jeito nem sentido, trivialidades que já não me dizem nada.
E a minha vida não é isso, e eu não quero que ela seja. A minha vida é abraçar-me ao meu marido durante a noite com frio, e ele ajeitar-me os cobertores. Acordar de manhã e ir trabalhar, uns dias muito entusiasmada, outros nem tanto. São os sábados de manhã, em que vou dar um passeio a pé e bebo café, num sítio agradável onde me deixo demorar, com um livro. E as tardes que passamos a ver filmes e séries, acompanhadas com torradas e chocolate quente. E as noites à lareira, passadas entre amigos.
A minha vida não é o que eu escrevo, é o que eu sinto. As gargalhadas que dou. E quanto mais momentos plenos tenho, menos sinto vontade de escrever.
Este Natal está a ser diferente. A casa está enfeitada, as prendas embrulhadas, já dei algumas e recebi outras, já fui à baixa ver as iluminações. Mas eu não me sinto no Natal, mesmo que o meu calendário que já só tem um chocolate diga que estamos lá. E a seguir vem o fim do ano, e eu não me apetece fechar para balanço. Não tenho balanço para fazer este ano.
Foi simples: Foi uma montanha russa, ora lá em baixo, ora lá em cima, e isto aplicado à saúde, ao trabalho, à família e a tudo em geral.
E posto isto, serve o maior post que este blog já teve para dizer que 2011 vai ser diferente. Quero que seja mais feliz, mais meu. Mais sentido. Mais sorrido. E neste momento, o meu blog não contribui para nenhuma dessas coisas.

Talvez volte um dia. Ninguém sabe. Por agora andarei por aí, a ler-vos. E o e-mail está à disposição.

Bem-hajam. Sejam felizes. Lutem pela vossa vida.

Hoje


Hoje a minha memória tem uma informação que é tão importante, tão importante, que oculta todas as outras. Daqui a 10h estou de férias. 10 dias de férias.
Bom, não são férias mesmo férias, porque tenho um livro de 700 páginas para ler, tenho 3 trabalhos para acabar, tenho que me reunir com o orientador da minha tese, talvez ainda me calhe umas visitas à empresa para não me esquecer do caminho... Mas isso são outros quinhentos. Hoje ao fim do dia estou de férias.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

De coração cheio


Hoje estou feliz. Feliz como só consigo estar quando sinto o coração cheio de tanta coisa boa. Para variar um pouco, é muito bom ver que há pessoas boas, que há quem valorize o trabalho dos outros, quem se disponha a ajudar quem nem conhece, quem é capaz de um gesto amável e bondoso. Ainda há quem dê com uma mão, sem esticar a outra para receber em troca. Há pessoas que valem muito a pena e que fazem a vida valer a pena. E que me fazem hoje ter o coração cheio.

Frio. Que frio.


É bem feita, para aprenderes a estar calada. Andava tão contente de ainda não ter tremido de frio este Inverno, que andei por aí a apregoar aos sete ventos que continuava friorenta, mas que achava que o meu organismo se estava a habituar a este clima, que já conseguia aquecer depois de sentir frio, que ainda não tinha tido frio como nos últimos anos... Que burra.
Ontem tremi desde que saí de casa até me enfiar na banheira quente. Hoje, dia do Inverno, estou com uma caneca de chá a ferver nas mãos, que ainda tremem. Raios.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

(im) possível?


Sempre estive rodeada de pessoas lutadoras. Sempre fiz por me rodear de pessoas lutadoras. Aos meus pais, nunca os vi desistir nem baixar os braços. Ao meu padrinho, vi o trabalhar dez vezes mais que o normal para chegar sem cunha onde só com cunha se chega. E vi-o definhar para logo depois se erguer, cada vez mais alto.
Olhem a minha querida Carla, mulher de armas. Trabalha todos os dias para conseguir que nenhuma adversidade a impeça de conseguir atingir os seus objectivos. E olhem que já a vi perante muitas voltas da vida, de todo o género e feitio.
E a Maria? A Maria ousa sonhar um sonho grande demais para nós, comuns mortais. Sonha um sonho que tem o tamanho dela, e que acredito que tenha também o tamanho dos seus medos. Mas é aí que a Maria é diferente de nós. Ousa sonhar. Com medo, sem saber se chegará ou não a Bruges, mas com uma coragem e determinação fora de série.
E há tantos, tantos mais exemplos de pessoas que quando ouvem um "não consegues" ou "é impossível" são capazes de revirar o mundo para lá chegar.
Acusem-me de ser demasiado radical neste assunto. Go ahead. Mas custa-me tanto ver gente que se contenta com o medíocre, que se deixa andar e arrastar pela corrente, incapaz de arregaçar mangas e de levar tudo à frente.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Deixa de ser parva




Há dias em que dou por mim a olhar para os meus últimos anos e a pensar no rumo que a minha vida tomou. E estas decisões que um dia tomei, que deveriam ser absolutamente inquestionáveis, trazem "ses" que me martelam o pensamento. E então reviro os olhos, entretenho-me com outra coisa e digo a mim própria para deixar de ser parva.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Que semana!


Esta semana foi uma semana a sério. Na escola, um trabalho de uma cadeira para entregar no início da semana, outro para entregar e apresentar hoje, começar a estudar para uma frequência daqui a dois dias, aulas até à meia-noite, seminário e o tema da tese para decidir.
No trabalho, foram reuniões a começar às 7h da manhã, horas de almoço de, no máximo, meia hora, apresentações para preparar e fazer, mais que muitas solicitações e pedidos, dezenas de telefonemas e negociações e um evento para preparar.
No resto da vida, que é muito pouquinha porque só os dois tópicos acima ocupam-me o dia todo, foi tentar dormir 4 ou 5 horas por noite, perder tempo a disfarçar as olheiras enormes e as duas borbulhas que apareceram em consequência de um chocolate de avelãs, ocupar-me de prendas e miminhos de Natal, almoços de Natal, começar a maratona de bombons (começaram a chegar à empresa as caixas de bombons oferta de clientes...), ir a um hipermercado a correr para comprar uma coisa e acabar por demorar mais de 45 minutos por ter que fazer uma queixa formal, algumas novidades, elogios qb e muita ciumeira de uma amiga que vai amanhã para NY. E os cinco minutinhos que me sobram a cada dia, depois disto tudo, têm sido destinados a sentar-me na minha cama com um livro e uma caneca de leite, a ver se exorcizo toda esta energia e aceleração e se consigo adormecer.
E amanhã a semana chega ao fim. Thank God.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010


Eu não acho que já sei tudo ou que sou muito experiente. No entanto, são muitas as vezes em que olho para mim e me sinto orgulhosa do que aprendi e cresci. Tenho muito que caminhar, errar, bater com a cabeça e aprender, mas não deixo de ficar feliz quando, ao olhar para trás, vejo que tudo me trouxe lições e me fez amadurecer. E nisso, o mundo do trabalho é um professor exímio.
Uma das coisas que tomei consciência mais recentemente foi o facto de que, enquanto trabalhadores, podemos e devemos queixar-nos. Claro que não é regra geral, mas muitos chefes até agradecem, porque de outra forma não conseguem saber o que se passa e procurar ajudar-nos. Não é fazer queixinhas, é ter uma conversa fundamentada, argumentar e mostrar o nosso ponto de vista. Sempre esperando, obviamente, objecções e questões da outra parte. Mas o nosso dever ficou feito, e não há que ter vergonha de admitir que achámos que a pessoa nos falou mal, e não há que ter pudor em, de forma delicada, chamá-la à razão e explicar subtilmente que aquele não é o melhor tom para se falar com outras pessoas.
E isto, meus amigos, foi uma grande lição que aprendi.
Partilhem as vossas, que isto mais coisa menos coisa, as lições de um servem para todos.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Outro lado da crise

Há um outro lado da crise, que me parece que ninguém fala mas que a mim me preocupa mesmo muito. Já aqui falei deste assunto, mas volto a escrever a minha indignação porque não há dia em que não saiba de uma história mirabolante ou não oiça uma queixa sentida e fundamentada.
Quando é que os chefes, gestores, líderes, empresários, patrões, Drs. e Eng., como quiserem que lhes chamemos, se esqueceram que os outros são gente? Como é que conseguem tratar algumas pessoas como tratam, com um grito fácil ao primeiro erro, com um raspanete em público que podia ser evitado, com os maus modos de quem anda com o mundo às costas. Será que eles, que tantos têm mulheres ou maridos, filhos, irmãos, pais e netos, se esquecem que os seus, onde estiverem, podem estar sujeitos ao mesmo? E será que não se lembram com remorsos do que disseram ou fizeram, quando algum dos seus sofre?
Quantas pessoas vão passar este Natal a pensar no que será do seu futuro, se no próximo ano poderão comprar uma prendinha para aqueles de quem gostam? Quantas pessoas vão, na viragem para 2011, pedir só um desejo: Não perder o emprego, ou arranjar um emprego, para conseguirem continuar a sua vida?

sábado, 11 de dezembro de 2010

Não estou preparada


Pela primeira vez, este ano chega ao fim com um sentimento diferente. Não sinto que este ano esteja a acabar. Não sinto que já tenha vivido tudo o que 2010 me tem para porporcionar. É como se os vinte dias que me separam do dia 31 ainda me soubessem a 4 ou 5 meses. Sinto me como se estivesse em Agosto ou Setembro, com mais uns meses de 2010 para aproveitar.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

E 2011..

Só pode ser um ano maravilhoso.
E eu tenho uma agenda linda, linda, linda. Do mais especial que há.
Feita com muito carinho pela mariquitas a pedido do meu amor. OBRIGADA :)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Torradeiras

Queriamos comprar uma torradeira para oferecer à sogra no Natal. Nunca tinha comprado uma torradeira, a que temos foi oferecida. E digo-vos, nunca pensei que fosse assim.
Primeiro, torradeiras a menos de 25€, parecem de brincar. Depois, há torradeiras para todos os preços, até aos 150€! Repito: Uma torradeira que custa 150€!
Outra coisa, já são poucas as torradeiras que só torram pão! Umas também mudam de cor conforme o estado da torrada, outras permitem ver a torrada lá dentro, entre mil e uma funções xpto.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Esta coisa de gostar e bem querer é tramada. Se o meu chefe ralha comigo, chateio-me, enfurece-me, até me pode cair uma ou outra lágrima se a coisa for grave, mas passa. Respondo se achar que devo responder, caso contrário fico calada, mas por mais que doa acaba por passar.
Agora... Ouvir a minha mãe dizer que hoje chorou no trabalho porque tem problemas? Ver o meu marido triste porque as coisas não lhe correram bem? Isso parte-me verdadeiramente o coração.
Não sei se é por eu ser impotente se porque é, doi-me tanto vê-los sofrer com estas coisas.
Agora imagino... Quando eu tiver um filho e ele me chegar a casa a chorar porque um amiguinho lhe bateu ou a professora lhe ralhou?

domingo, 5 de dezembro de 2010

Inverno [2]


Sempre adorei o Natal, sempre adorei Dezembro por causa do Natal. No entanto, nos últimos anos dei por mim a detestar o Inverno. A viver num sítio bastante mais frio e húmido, senti o meu organismo a não gostar do novo clima. Era impossível para mim aquecer. Os meus dias eram passados entre muitos tremeliques, e não pensem que não me agasalhava porque normalmente vestia sempre collants por baixo das calças, e três ou quatro camisolas por baixo de um casaco muito quente. À noite, quando chegava a casa, tinha muitas dificuldades em voltar aquecer. Tremia, de lábios roxos, e só enrolada nos lençois e com saco de água quente conseguia alguns resultados. E garanto-vos, não estou a exagerar.
Este ano, como que por milagre, sinto-me quase que habituada. Sim, tenho muito frio, porque sou friorenta e está efectivamente frio. Mas se me sentar à lareira aqueço num instante. Depois de um banho quente, consigo sentir-me bem.
E isto, trouxe-me um inverno muito mais bonito, muito mais vivido. Porque já não estou sempre a tremer, porque não me sinto a congelar, porque posso sair de casa mesmo à noite, bem agasalhada, e saber que quando voltar não vou tremer até adormecer.
E por isso este ano, surpreendentemente, dou por mim a gostar do Inverno.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Inverno


Hoje está a ser um dia mesmo de Inverno. Mesmo de Dezembro.
Acordei cedo, com o despertador que tocou para ele. E deixei-me estar, no quentinho dos meus lençóis polares, entre um livro e portátil, enquanto tomei o meu pequeno-almoço. E por ali fiquei, ouvir chuva e o vento lá fora, e eu tão quentinha. Agora vamos tentar acabar de comprar as prendinhas de Natal. E mais logo, um jantarzinho com amigos, num belo italiano.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Dilema

Vou vos confessar o meu grande dilema dos últimos tempos: Correr ou não correr?
Durante a semana, são poucos os dias que chego a casa antes da meia noite. Há semanas em que há um, há semanas em que não há nenhum. E nesses dias, sinto-me sempre na obrigação de fazer exercício, já que não faço nada nos outros dias. Mas a verdade é que ultimamente não me apetece nada. Hoje, por exemplo, cheguei a casa quase às oito. Dava tempo, mas não me deu vontade. Estou cansada, e comecei a pensar se será assim tão grave aproveitar estes dias para descansar e não me obrigar. Mas o meu cérebro está a modos que lento, lentinho, portanto isto é assunto para me deixar num dilema e com peso na consciência.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Beauty isn't make up?


Nas últimas duas semanas, não sei bem porquê (ou sei, por preguiça+falta de tempo+outras coisas que agora não interessam) deixei de utilizar maquilhagem.
Ontem, em casa de uns amigos, fui ao wc e deve ter sido a primeira vez que tive tempo de olhar para mim com alguma atenção. Assustei-me, obviamente. Com as olheiras até ao queixo, os olhos vermelhos de cansaço, a pele branca pálida.
Hoje voltei à dupla corrector e base. Desculpem todos os que se cruzaram comigo nestas últimas semanas e foram confrontados com o meu aspecto terrível. Vou tentar que não se volte a repetir.