terça-feira, 29 de junho de 2010

Fragilidade

Houvesse um canto pra se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade


(...)

Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar


Mafalda Veiga, Fragilidade


E eu, sinto-me quase, quase a partir. Que ninguém me toque, nem ao de leve. Que não venha nem mais um sopro de vento, nem mais um abano, que eu sinto-me tão frágil.

4 comentários:

J disse...

Eu serei o teu escudo protector meu anjo.

Não deixarei que nada nem ninguém te toque e te magoe.

O vento amainará e a tempestade irá passar com certeza, e no fim tudo chegará a bom porto!

E mais uma vez, eu e tu, tu e eu, nós os dois conseguiremos ultrapassar mais uma fase difícil da nossa tão curta vida conjunta.

Estarei aqui para ti sempre!!

Amo-te! J

Marcia disse...

Bem, eu ia deixar-te uma mensagem mas acho que a de cima vai animar-te mais do que qualquer coisa que eu pudesse escrever!!! :)

Beijinhos grandes e força!!

Anónimo disse...

A vida é feita de mudanças.
Por vezes temos de lutar contra ventos e marés.
A certeza é de que não estás sósinha nesta "tempestade"
Beijos
Força, estamos contigo

Anónimo disse...

...às vezes, a partir dos cacos, pode surgir um mural lindissimo, muito mais criativo, original e lindo que o vazo de onde viram os cacos era...

:)