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terça-feira, 5 de abril de 2011


É assim que se passa o tempo. Sem darmos conta.

Vou medindo o passar dos anos pelos aniversários. Começamos pela minha madrinha, a prima C., o padrinho, e chega Maio, que começa com uma prima e acaba comigo. E aí, é mais um ano que passou. Mais um ano que se viveu ou deixou de viver, conforme os dias. Não consigo contar os dias, porque são tantos e ao mesmo tempo tão poucos. Mas vou contando os anos, à medida que passam por mim e por quem me rodeia. E este ano não vou conseguir ignorar que os anos passam realmente. A prima J., que me lembro tão bem de ter ido ver à maternidade, vai para a faculdade. O nosso querido S. está quase a fazer 1 ano, que passou tão rápido. A B. vai nascer muito em breve, e eu ainda me lembro de brincar com a mãe dela às barbies. E a S, que ainda ontem trocava bilhetes comigo na sala de aulas, e é mãe também ainda este mês. E a A. que vai casar, tal como a S.

Sem darmos conta, os dias passam a meses que dão em anos, que nos trazem tantas recordações que já foram só planos para o futuro. Que se tornaram no presente. E que, mais cedo do que julgamos, são relembradas como passado.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Frio. Que frio.


É bem feita, para aprenderes a estar calada. Andava tão contente de ainda não ter tremido de frio este Inverno, que andei por aí a apregoar aos sete ventos que continuava friorenta, mas que achava que o meu organismo se estava a habituar a este clima, que já conseguia aquecer depois de sentir frio, que ainda não tinha tido frio como nos últimos anos... Que burra.
Ontem tremi desde que saí de casa até me enfiar na banheira quente. Hoje, dia do Inverno, estou com uma caneca de chá a ferver nas mãos, que ainda tremem. Raios.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Setembro


E já cá estamos, em Setembro. Um dos meus meses favoritos. O recomeço de tanta coisa. Do trabalho depois das férias, de um novo ano escolar, das resoluções pós-férias...
Que Setembro seja um bom mês para todos.

terça-feira, 24 de agosto de 2010


Estamos na fase de parar e pensar, tentar organizar mentalmente os meses que estão para vir, com o regresso ao trabalho, às aulas, à vida em geral. Tentar estabelecer em que altura vou fazer exercício, algumas ideias de pratos para cozinhar bem rápidos e saudáveis, quando é que vou pintar as unhas... E ler? Quando é que vou ler, escrever no blog, comentar blogs? Mais uma vez, tenho a sensação que o tempo por mais que estique não vai chegar.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O tempo

No final das contas, o que é que nós temos? Minutos? Segundos? Momentos?
É que o tempo, esse passa rápido de mais. Os anos passam a meses que passam a semanas, que se tornam em meses e em anos. Tudo debaixo do nosso nariz. Eu contava os meses que faltavam para eu casar. Agora só posso contar dias e quando der por isso, estou a contar os meses de casada. Contava os dias para as férias e já estou a contar os dias que faltam para acabarem. É pouco o que temos e, se nos distraímos, somos bem capazes de perder o norte ao essencial.

terça-feira, 20 de abril de 2010

O sol


O sol voltou a brilhar e traz logo outro ânimo.
Vamos lá todos olhar para o céu azul e para o sol que tenta espreitar. Vamos sorrir-lhe e agradecer-lhe por existir. Pode ser que assim ele se decida a ficar por mais uns dias.
Um bom dia para todos!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Time waster

Este é o pós-férias mais duro da história. Stop. Depois de dez dias sem fazer nadinha, trabalhar oito horas e ter aulas até à meia noite é puxado. Stop. Dói-me o corpo todinho, começando na cabeça e acabando nas pernas. Stop. Pareço um zombie. Stop. Ontem fui a rainha da procrastinação. Stop. Hoje vou trabalhar como uma moira para aprender que quando se tem pouco tempo, não se deve perde-lo a olhar para o computador.

Como é que sabemos que um dia foi demasiado longo...? Quando conseguimos fazer quatro posts. WOW!

segunda-feira, 8 de março de 2010

8/8/8

Não acredito em grandes segredos para a felicidade, nem mezinhas que ajudem à harmonia.

No entanto, acredito que há quem se dedique a estudar todos estes estados, e que conhecem as variáveis que poderão influenciá-los.

Há um truque que costumo utilizar na minha vida: A fórmula 8/8/8.

Per si, não torna ninguém feliz nem equilibrado, mas a organização da nossa vida perante esta regra torna-nos, a longo prazo, pessoas menos amargas e mais saudáveis.

O que é o 8/8/8?

É simples. Basta tentar dividir os dias em três partes iguais: Oito horas para dormir, oito horas para trabalhar e oito horas para diversão. E entenda-se por diversão tudo o que nos der prazer.

Nem todos os dias consigo ter este equilíbrio, mas a verdade é que o simples facto de tentar faz-me muitas vezes compreender que estou prestes a cometer um atentado contra a minha saúde (Física e mental). Nem sempre é fácil, e há coisas que têm que ser feitas e não dão prazer nenhum. Mas o verdadeiro truque está em tentar tornar tudo em horas de diversão.

Quem faz o que gosta, quem se sente realizado, consegue mais facilmente: Passa todos os dias oito horas a fazer o que gosta, enquanto trabalha! Mas mesmo aqueles a quem isto não acontece, podem conseguir! Basta tentar e alterar alguns hábitos, adoptando novos que nos permitam tornar qualquer momento do dia em 10 minutos de diversão!

terça-feira, 2 de março de 2010

Dois anos



Um dia resolvi que era a altura certa para mudar. De vida, de cidade, de "estado civil". Procurei trabalho, rezei muito, e encontrei. Procurámos casa com mais pressa que juizo, e sem pensar muito mudamo-nos. Sem nada e sem grandes poupanças, comprámos o essencial para sobreviver.

Começei a reaprender a viver, numa cidade que não era a minha.

Primeiro mudei de banco, para um balcão perto de casa. Depois encontrei uma manicure e inscrevi-me nas aulas de pilates. Fui descobrindo: Uma esplanada onde gostava de estar, a ler e ao sol, uma pastelaria com os melhores bolos do mundo.

Um dia a necessidade levou-me às ruas antigas, à procura do centro de exames. Noutra altura, conheci as urgências do hospital. Já sei o nome das farmácias, e quais têm o horário mais alargado.

Uma a uma, fui conhecendo as livrarias, sapatarias, ourivesarias e lojas de roupa da cidade.

Sai do pilates e fui para o step. Sai do step e fui para a hidroginástica. E ainda tenho o cartão das piscinas municipais, para ir nadar quando o meu horário complica.

Fiz o cartão do cidadão, alterei a minha morada, votei na minha nova junta de freguesia. Inscrevi-me no centro de saúde e já tenho o cartão de fidelização das perfumarias cá do sítio.

Já sei distinguir as várias rotundas pelos nomes que quem sempre cá morou lhes dá. Já sei o melhor caminho para qualquer lado, e sei onde se come a melhor morcela de arroz, as melhores bifanas às 3h da manhã e a melhor pizza.

Foi aqui nos bombeiros que me inscrevi como dadora de medúla, e foi no cimo da rua principal que dei sangue pela primeira vez.

Hoje, a sair do trabalho, olhei para cima e vi o castelo. Imponente, de vigia.

Que me vê, lá do alto, a criar raizes nesta terra que era dele e que agora também é minha. E do rio, que atravessa as ruas a correr ao nosso lado, lembrando-nos que é como a vida: Um dia mais vazio, logo a seguir mais cheio.

E já correram dois anos, à velocidade de todos os dias e das muitas coisas que aconteceram. Dois anos desde que vim viver para esta cidade à beira-rio, guardada pelo castelo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Gestão do tempo

A Gestão do Tempo é um assunto que me interessa muito, do qual por motivos profissionais até percebo qualquer coisinha. Sei as dicas e truques todos, e aplico-os diariamente. O que me dá a sensação de ter mais tempo que toda agente.
Neste momento, ando numa encruzilhada da Gestão do Tempo. Como encaixar todos os meus afazeres nas 120 horas dos dias úteis da semana.
Só assim nas minhas contas rápidas, entre trabalho, aulas, dormir, arrumar a casa e fazer uma ou outra horinha de exercício físico, precisava que a semana tivesse 130 horas. Junte-se o ler e comentar blogs, tomar conta da minha hortinha... E das duas uma: Ou a semana muda para 140 horas, ou eu levo o portátil para as aulas e dou uso ao meu dom de ser ambivalente.
Se houverem sugestões, aceitam-se. Se não, também aceito consolo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Bom fim-de-semana

E eu iria muito mais feliz se levasse na mala uma combinaçãozinha destas na mala para vestir amanhã. Assim levo a consolação de ter finalmente comido uma francesinha ontem e ter as unhas pintadas de "Serenata" da Risqué.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Inveja

Eu não sou uma rapariga invejosa. Aliás, acho que só há uma coisa que eu invejo: Aquelas mulheres que, em pleno inverno, conseguem vestir um vestidinho para uma festa. Ou ir trabalhar em manguinhas de camisa. Sim, sei que levam um mega casaco por cima. Mas eu nem como mega casaco. Não consigo. Mesmo.
Mas gostava.
Uma vez disseram-me que o brio mata o frio. Talvez eu não seja briosa. Ou talvez seja uma grande tanga.


Às meninas que conseguem estas proezas, não se sintam mal. É uma inveja boa. Só gostava mesmo, mesmo de ser capaz.