
Este fim-de-semana foi dia do Pai. Hoje, ao ler um texto do Pedro Ribeiro, consolidei uma ideia que já tinha anteriormente.
As relações, especialmente entre pais e filhos, são uma das melhores coisas do mundo. Pobres aqueles, os filhos, que foram privados de ter um Pai de verdade, que tão depressa lhes estendesse os braços para um grande abraço como para uma palmada merecida. Pobres os filhos que nunca ouviram dos pais "Vamos estar ao pé de ti, aconteca o que acontecer"; Que nunca souberam o que é ver o orgulho nos olhos de um Pai, por uma canção que se cantou na festa da escola primária, por um gesto bonito que se teve, por uma conquista da vida.
Mas também vos digo que Pobres aqueles, os pais, que sem quererem são privados de o serem, de estender braços, mostrar sorrisos, fazer elogios, estar lá para os filhos. Não deve haver maior egoísmo do que esse, o de privar um Pai (Ou mãe) de estar com um filho.
E a mim, que sempre tive um super pai e uma super mãe, custa-me nestes dias ver a dor de quem não sabe o que isso é. De quem não tem, na vida, com quem contar eternamente.
1 comentário:
Ontem recebi uma mensagem de um dos meus melhores amigos, que dizia: "Hoje entendo quando dizias que ser Pai é a sensação mais incrível do mundo"...
Respondi: "Essa sensação nunca irá passar!!"
;)
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