
Há uma coisa que me deixa delirante. É o profissionalismo, a moral e os bons costumes apregoados, hasteados como a bandeira nacional que demonstra a nossa vivência total de um patriotismo fingido, que neste caso não se refere ao país mas sim aos valores que se diz ter. Por vezes, até se vive um ou outro dia à luz desse tal profissionalismo que tanto nos caracteriza. Mas chega sempre o dia em que tudo o que se cuspiu para o ar lhes cai na testa, na altura em que mais do que tudo é importante puxar todos os galões e mais alguns para evidenciar (como se não soubéssemos) quem manda. Especialmente quando é uma potencial win-lose situation, mesmo que a uma escala mínima, que os faz perder a humildade que está entre os bons costumes, a seriedade e o profissionalismo, e dizerem-se chefes porque sim, porque mandam.
E nós? Fazemos continência...
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