quinta-feira, 10 de março de 2011


Acho que nem com artes adivinhatórias eu seria capaz de me imaginar onde estou agora. Há dez anos, se me perguntassem onde estaria em Março de 2011, com quem, a fazer o quê e como, tenho a certeza que nunca acertaria. Aliás, há cinco anos, se me perguntassem o mesmo, poderia já acertar em alguns tópicos mas estaria ainda longe, muito longe do meu presente.
E assim, vou consolidando a ideia de que o futuro será para um lado qualquer, que provavelmente agora nem conheço. O que não me impede de sonhar e planear. Mas obriga-me a ser flexível e a repensar esta minha mania de planear tudo com anos luz de antecedência, para depois ver tudo a correr na direcção contrária.