
Não respirei. A luta dela, pela perfeição, é a minha. Todos os tiques, os jeitos, as obsessões e os nervos, são tão parecidos com os meus. Também me revi na determinação e na coragem, doa a quem doer. Não respirei do início ao fim do filme, porque senti todas aquelas emoções e todas aquelas lágrimas.
Não quero que a minha história acabe assim. Tenho que aprender a deixar-me ir. A viver mais.
3 comentários:
Vi o filme e acho que, de certo modo, também já fui como ela. Depois houve uma altura da minha vida em que cheguei ao meu limite (talvez há uns 3 ou 4 anos) e comecei a "deixar-me ir". A luta pela perfeição não me estava a deixar ser feliz, algo que agora consigo ser.
comadre, nem imaginas como revi tb..e tu sabes que sim. já aprendi a ser menos dura cmg mm, m tem dias que parece que a barreira entre a lucides e a esquizo é demasiado ténua...há-que não baixar a guarda e perceber cd sintoma da nossa alma...
Eu gostei muito do filme. Talvez tantas pessoas adoram o filme porque se reviram nalgumas coisas. Lamentavelmente, sim... também já fui assim...
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