Não há vez nenhuma em que uma ambulância passe por mim em marcha de urgência, visivelmente apressada, e que eu não sinta o meu coração totalmente apertado. Penso em quem vai lá dentro. E em quem estará cá fora, prestes a receber uma má notícia. Felizmente nunca me aconteceu, atender o telefone e ser confrontada com aquelas palavras que tememos. Não imagino o que se sinta. Seja relativo a um pai, mãe, irmãos, marido, namorados, filhos, amigos ou avós. Não imagino o que será estar a ter um dia óptimo, bom, assim-assim ou mau, e de repente ver o mundo tombar, numa queda que não se sabe onde terminará. Não sei o que é e espero nunca vir a saber. Espero nunca ser eu aquela pessoa, que apertará o coração de alguém como eu.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A dor das más notícias
Não há vez nenhuma em que uma ambulância passe por mim em marcha de urgência, visivelmente apressada, e que eu não sinta o meu coração totalmente apertado. Penso em quem vai lá dentro. E em quem estará cá fora, prestes a receber uma má notícia. Felizmente nunca me aconteceu, atender o telefone e ser confrontada com aquelas palavras que tememos. Não imagino o que se sinta. Seja relativo a um pai, mãe, irmãos, marido, namorados, filhos, amigos ou avós. Não imagino o que será estar a ter um dia óptimo, bom, assim-assim ou mau, e de repente ver o mundo tombar, numa queda que não se sabe onde terminará. Não sei o que é e espero nunca vir a saber. Espero nunca ser eu aquela pessoa, que apertará o coração de alguém como eu.
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3 comentários:
Sinto exactamente o mesmo que tu... E por ironia do destino moro ao lado de um grande hospital. Foi difícil habituar-me ao barulho das ambulâncias, angustia-me. Mas o pior é o helicóptero. Como diz o meu namorado: pensa antes que pode estar a chegar um coração para salvar uma vida!
eu odeio ouvir o barulho das sirenes fico aflita. lembra-me uma época em que o meu avô precisava ir muitas vezes ao hospital de urgência.
Bjokas*
Espero que não.. *
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