Vocês não sabem, mas eu tenho um defeito ou feitio, uma
característica genética que me acompanha desde que me lembro de ser gente.
O meu cérebro leva a palavra Férias à letra. Férias são férias e não há cá pão para malucos.
Podia aproveitar os dias de férias para limpar a casa. Podia aproveitar os dias de férias para estudar e avançar os trabalhos do mestrado. Podia. E devia. Mas não consigo. Dá-me a
preguiçite aguda e a minha cabeça não funciona.
Acho que é assim uma espécie de botão.
Inconscientemente, prefiro que esteja desligado agora esta semana toda, mesmo que signifique que na próxima tenho que conciliar tudo.